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Educação superior

Brasil vai a conferência sobre excelência universitária na China

  • Quinta-feira, 27 de outubro de 2011, 12h30
  • Última atualização em Quinta-feira, 27 de outubro de 2011, 12h30
O Brasil estará representado pela primeira vez na International Conference on World-Class Universities, que será realizada em sua quarta edição em Xangai, China, do dia 30 próximo até 2 de novembro. No encontro, integrantes da comunidade acadêmica e representantes dos setores educacionais de aproximadamente 40 países vão debater temas relacionados à excelência universitária.

Realizada a cada dois anos, a conferência divulga e discute experiências de universidades de todo o mundo em busca do melhor desempenho possível. O Brasil será representado pelo secretário de educação superior do Ministério da Educação, Luiz Cláudio Costa. Ele apresentará aos participantes as políticas do governo brasileiro para a educação superior, com destaque para o funcionamento do sistema universitário e para os avanços alcançados com os principais programas da área. “O Brasil tem hoje universidades que caminham para alcançar a excelência, uma vez que ocupamos o lugar de 13º produtor de ciência nova no mundo, e 90% desse conhecimento é produzido pelas universidades públicas”, diz o secretário.

Na avaliação de Costa, após a consolidação dos mecanismos estabelecidos pelo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) para o controle da qualidade de cursos e instituições, o Brasil pode ter algumas de suas universidades incluídas no grupo das instituições de excelência. “A Sesu [Secretaria de Educação Superior] trabalha na elaboração de um programa de apoio às universidades federais brasileiras que se destacam nas ações de ensino, pesquisa e extensão e que, em curto prazo, podem se transformar em universidades de excelência”, afirma.

Entre as iniciativas a serem citadas pelo secretário durante a conferência estão, além do Sinaes, o Programa Universidade para Todos (ProUni), criado em 2005 para conceder bolsas de estudos em instituições particulares a estudantes de baixa renda; o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). “As políticas públicas brasileiras voltadas para o ensino superior despertam a atenção de todo o mundo porque em pouco tempo promovem a democratização do acesso, com uma preocupação muito grande na garantia de qualidade”, destacou.

Assessoria de Imprensa da Sesu




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