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Ciência sem Fronteiras

Comitê de acompanhamento do programa faz primeira reunião

  • Quarta-feira, 23 de maio de 2012, 18h47
  • Última atualização em Quarta-feira, 23 de maio de 2012, 18h47
Criado para facilitar o intercâmbio de estudantes, professores e pesquisadores, o programa Ciência sem Fronteiras vai oferecer a estudantes brasileiros 101 mil bolsas de estudos nas melhores universidades do mundo. Para orientar a implementação e a adequação do programa às necessidades do país, o Comitê de Acompanhamento e Assessoramento realizou na tarde desta quarta-feira, 23, sua primeira reunião.

O órgão consultivo conta com a participação de representantes dos ministérios da Educação, da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), das Relações Exteriores (MRE), da Fazenda (MF), do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), da Casa Civil e de empresas parceiras.

Na abertura do encontro, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou o impacto que o programa vem tendo no exterior e como o Ciência sem Fronteiras age para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país. “Estamos investindo em uma questão estratégica para o Brasil. Precisamos ter a ambição de ter universidades de nível mundial no país e estar na linha de frente da pesquisa em ciência, tecnologia e inovação”, disse o ministro.

Durante a reunião, o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, apresentou o programa, que tem um orçamento de mais de R$ 3 bilhões nos próximos quatro anos. Nas próximas reuniões, caberá ao Comitê propor ações, metas, indicadores e definir as áreas prioritárias do programa.

Assessoria de Comunicação Social
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