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Ciência sem Fronteiras

Estudante do Tocantins recebe prêmio de universidade irlandesa

  • Segunda-feira, 19 de outubro de 2015, 18h29
  • Última atualização em Terça-feira, 27 de outubro de 2015, 16h58

O estudante brasileiro Allan Valentim Melo de Souza, selecionado para bolsa de 14 meses na Universidade Nacional da Irlanda, Galway, recebeu o prêmio de Embaixador Internacional Estudantil, como reconhecimento pelas atividades de disseminação de experiências de alunos estrangeiros naquele país. A premiação é entregue a estudantes que se destacaram pela contribuição em atrair colegas estrangeiros para estudar naquele país do oeste da Europa.

Allan, que faz o curso de engenharia de minas, é um dos 170 bolsistas do Tocantins a participar do programa Ciência sem Fronteiras (CsF). O estudante recebeu a premiação no fim do primeiro semestre letivo deste ano, na casa oficial de encontros e eventos do governo irlandês, a Farmleigh House. Ele e os demais embaixadores receberam certificados, entregues pela ministra de Educação da Irlanda, Jan O' Sullivan. “Foi um dia memorável e uma experiência incrível”, disse.

Allan é um dos quatro estudantes do Centro Universitário Luterano de Palmas (Ceulp) selecionados para o Ciência sem Fronteiras. “Sempre tive o sonho de viajar para o exterior e de fazer intercâmbio fora do Brasil”, disse. “Eu já estava estudando inglês e aproveitei a oportunidade para intensificar os estudos e manter bom nível na universidade.”

Além dos 12 meses como estudante da universidade irlandesa, Allan também pôde realizar naquela instituição, por dois meses, estágio no Departamento de Ciências da Terra e dos Oceanos. O trabalho foi realizado no Laboratório do Grupo de Estudos em Inclusões Geofluidas, sob orientação da pesquisadora Alessandra Costanzo. “No projeto, estudava inclusões fluidas em rochas e gemas do Malaui, na África”, afirmou. “Foi um período de muito aprendizado e de oportunidade.”

Retorno — De volta ao Brasil, o estudante pretende retribuir o investimento em sua formação. “Uma das maiores contribuições pode ser implementada em minha universidade: aprimorar a cooperação internacional para desenvolvimento de projetos e aperfeiçoamento dos já existentes”, disse.

Allan revela que a bagagem intelectual e cultural adquirida ao longo do período de intercâmbio em Galway mudou sua visão de mundo e o levou a valorizar o que o Brasil tem de bom. “Ao mesmo tempo, aumentou meu senso crítico com relação a diversos assuntos, além de ampliar a vontade de mudança e de contribuir com o desenvolvimento da sociedade e do país”, afirmou.

Programa — Lançado em 2011, o Ciência sem Fronteiras promove a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. O programa busca também atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

Mais informações no Painel de Controle do Ciência sem Fronteiras.

Assessoria de Comunicação Social, com informações da Capes

 

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