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Enem

Em entrevista à Voz do Brasil, ministro Mendonça Filho recomenda que estudantes cheguem cedo ao Enem

  • Sexta-feira, 04 de novembro de 2016, 20h21
  • Última atualização em Sexta-feira, 04 de novembro de 2016, 22h00

Em entrevista no programa Voz do Brasil,Mendonça Filho garantiu a equidade das provas que os estudantes que farão em 3 e 4 de dezembro.O ministro da Educação, Mendonça Filho, concedeu entrevista à Voz do Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), na noite desta sexta-feira, 4. Os apresentadores abordaram os preparativos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e o ministro frisou a importância do candidato se atentar aos detalhes do edital. “Nosso horário de referência é 13h em Brasília. É importante que o aluno chegue a tempo, com tranquilidade, e que leve os materiais especificados no edital, lembrando que celulares não podem entrar no prédio”, afirmou.

Questionado sobre os estudantes que tiveram o exame adiado por causa das ocupações nas escolas, o ministro demonstrou tranquilidade em relação aos resultados. “Os 240 mil estudantes que farão prova em 3 e 4 de dezembro não terão prejuízo. Do ponto de vista técnico, a metodologia usada nas questões do Enem garante a equidade das provas, mesmo se aplicadas em dias diferentes”, garantiu Mendonça Filho.

O Enem é porta de entrada para três programas governamentais de acesso ao ensino superior: o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). “Quisemos manter a segunda prova em datas próximas à aplicação da original, para manter o prazo curto. A ideia é que os 240 mil estudantes que farão o exame em dezembro consigam ser contemplados pelo Sisu, Prouni e Fies”, frisou o ministro.

Ocupações – Sobre as ocupações, o ministro Mendonça Filho se mostrou disposto a conversar com os estudantes. “Recentemente, participei de um debate com professores e mais de 400 estudantes do ensino público em Recife. Estou aberto ao diálogo, dentro das minhas possibilidades de agenda”, prometeu.

O ministro acredita que com o desenvolvimento do debate sobre as mudanças do ensino médio, os movimentos estudantis devem concordar com a causa. “A gente precisa conversar sobre essas alterações. Acredito que a maioria esmagadora dos estudantes concorda com a medida provisória, até mesmo porque trata de um projeto que foca no protagonismo do jovem”,  defendeu.

Assessoria de Comunicação Social

 

Assunto(s): Enem , ensino médio , ocupações
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