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  • Escolas particulares também poderão avaliar desempenho de estudantes por meio do Saeb

    As escolas privadas do ensino médio interessadas em verificar seu desempenho podem aderir ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2017 a partir desta terça-feira, 27. O prazo para adesão vai até 14 de julho. O anúncio foi feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta segunda-feira, 26, durante entrevista coletiva. Com as melhorias feitas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) este ano, anunciadas após consulta pública no início do ano, a responsabilidade pelo Boletim da Escola foi transferida para o Saeb.

    Além de avaliar a qualidade da educação básica, o Saeb oferece subsídios para a formulação, reformulação e monitoramento de políticas educacionais. A participação é facultativa para as escolas privadas e obrigatória para as escolas públicas. Além da possibilidade de adesão das particulares, outra novidade é a ampliação do conjunto de alunos, turmas e escolas avaliadas. A estimativa é de participação de 7.619.852 estudantes dos ensinos fundamental e médio em 114.825 escolas.

    Todas as instituições que participarem da aplicação censitária do Saeb e que cumprirem os critérios determinados terão seu Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) calculado. O indicador, divulgado a cada dois anos, combina resultados do Saeb com os dados do censo escolar. “O Saeb substitui o Enem por Escola; nós ampliamos e ajustamos as avaliações com pequenos acertos e destinações mais adequadas”, destacou a presidente do Inep, Maria Inês Fini.

    O público-alvo do sistema de avaliação são os estudantes dos quinto e nono anos do ensino fundamental das escolas públicas, urbanas e rurais, e do terceiro ano do ensino médio. O sistema também coleta informações amostrais de escolas particulares. 

    O Saeb avalia estudantes dos quinto e nono anos do ensino fundamental e do terceiro ano do ensino médio (Foto: Mariana Leal/MEC)

     

    Adesão - Para participar do Saeb 2017, as escolas devem preencher os dados declarados ao censo escolar deste ano, que estão sendo coletados pelo Inep desde 31 de maio até 31 de julho. Também precisam ter realizado o preenchimento do Censo da Educação Básica 2016.

    As escolas privadas passam por uma segunda etapa, que é a assinatura do termo de adesão, em sistema on-line disponível no portal do Inep, e recolhimento de valor fixado por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU). A taxa de adesão para escolas privadas é calculada de acordo com o número de alunos registrado no Censo da Educação Básica 2016: entre 10 e 50 alunos matriculados, o valor é de R$ 400. Entre 51 e 99 alunos, R$ 2 mil. A partir de 100 alunos, são R$ 4 mil. Escolas privadas sorteadas para compor a amostra são isentas do pagamento.

    Resultados – Os resultados preliminares do Saeb 2017 serão liberados para diretores das escolas em maio de 2018. Eles terão prazo de 15 dias consecutivos para recorrerem ao Inep, apresentando justificativas que fundamentem a solicitação. O Inep responderá os recursos até a data de divulgação final dos resultados.

    Só serão divulgados para a sociedade os resultados das escolas (com exceção das sorteadas como amostra) que, cumulativamente, tiverem pelo menos dez alunos presentes no momento da aplicação dos instrumentos e alcançarem uma taxa de participação de ao menos 80% dos alunos matriculados, conforme dados declarados ao censo escolar de 2017.

    Também serão divulgados publicamente os resultados de municípios e estados que, cumulativamente, registrarem pelo menos dez alunos presentes no momento da aplicação e alcançarem taxa de participação de no mínimo 50% dos alunos matriculados na etapa de ensino avaliada, de acordo com os dados declarados ao censo.

    Os resultados finais do Saeb 2017 serão divulgados até agosto de 2018, por meio do Boletim da Escola ou do Painel Educacional, no caso de estados e municípios. Ambos estarão disponíveis no portal do Inep. Os resultados apresentarão a distribuição percentual dos alunos em cada um dos níveis da escala de proficiência, por área do conhecimento, para escolas, municípios e estados, bem como os demais estratos de interesse da avaliação. Também serão divulgados indicadores sobre as condições em que ocorre o trabalho pedagógico escolar.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Português tem apenas 1,6% de aprendizagem adequada no Saeb

    O Ministério da Educação divulgou, nesta quinta-feira, 30, os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2017, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia federal vinculada à pasta.

    O estudo demonstrou um ensino médio praticamente estagnado desde 2009, o que tem agregado muito pouco ao desenvolvimento cognitivo dos estudantes brasileiros. O ministro da Educação, Rossieli Soares, destacou que mesmo com algumas evoluções nas etapas dos anos iniciais e finais do ensino fundamental, o nível de aprendizagem médio do país ainda se situa no limite inferior do nível básico, conforme intepretação do MEC. “O ensino médio está no fundo do poço. É inaceitável que mais de 70% dos estudantes do ensino médio estejam no nível insuficiente tanto em língua portuguesa quanto em matemática, após 12 anos de escolaridade”, destacou.

    A edição deste ano avaliou com testes de língua portuguesa e matemática mais de 5,4 milhões de estudantes do 5º e 9º ano do ensino fundamental e da 3ª série do ensino médio, em mais de 70 mil escolas.

    Para Rossieli Soares, o Brasil precisa avançar na agenda do ensino médio por que não dá para aceitar que dois terços dos jovens brasileiros não tenham a aprendizagem necessária. “Tivemos resultados positivos que indicaram alguma melhora, especialmente no ensino fundamental, nos anos iniciais, onde todas as unidades da federação apresentaram uma evolução no desempenho, tanto em português quanto em matemática, e este é um bom dado. Mas no ensino médio os níveis são insuficientes, ou seja, não está havendo a aprendizagem que deveria estar garantida a cada um dos jovens brasileiros. É uma responsabilidade dos governos avançar nessa agenda, melhorar e dar mais condições à educação básica de forma geral para impactar no ensino médio”, afirmou Rossieli. 

    O desempenho do Saeb 2017 mostrou que é baixíssimo o percentual de alunos brasileiros às vésperas de concorrer a uma vaga no ensino superior com conhecimento adequado em língua portuguesa. Apenas 1,62% dos estudantes da última série do ensino médio que fizeram os testes desse componente curricular no Saeb 2017 alcançaram níveis de aprendizagem classificados como adequados pelo MEC. O índice equivale a cerca de 20 mil estudantes do total de 1,4 milhão que fez a prova nessa etapa.

    Na disciplina de matemática, a situação não é muito diferente: somente 4,52% dos estudantes do ensino médio avaliados pelo Saeb 2017, ou cerca de 60 mil, superaram o nível 7 da Escala de Proficiência da maior avaliação já realizada na educação básica brasileira. Com os resultados, o MEC atestou que se não houver uma mudança no panorama de educação no ensino médio brasileiro, em breve os anos finais do ensino fundamental vão superar a última etapa da educação básica em relação aos ganhos de aprendizagem. De forma geral, a baixa qualidade nessa etapa prejudica a formação dos estudantes e, consequentemente, atrasa o desenvolvimento social e econômico do país.

    Presidente do Inep e autora da Matriz de Referência do Saeb na década de 1990, Maria Inês Fini defendeu a busca por soluções inovadoras para o avanço da educação brasileira, a exemplo do novo ensino médio, e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). “Lamentavelmente, os resultados não registram ganhos de aprendizagens das nossas crianças e jovens. O Saeb 2017 evidenciou, mais uma vez, a urgência da implantação e do apoio a programas iniciados, como o Novo Ensino Médio, a BNCC, o Mais Alfabetização e o Ensino em Tempo Integral, para citar alguns. Estas evidências servem de apoio para que os gestores das redes ensino possam planejar suas ações para o próximo ano”, ressaltou.

    A edição de 2017 do Saeb foi a primeira a avaliar os concluintes do ensino médio da rede pública de forma censitária. Também foi inédita a participação voluntária das escolas privadas com oferta da 3ª série deste nível de ensino por meio de adesão. Além disso, foram aplicados questionários direcionados a diretores, professores e estudantes. Do total de escolar participantes, 80% cumpriram os critérios estabelecidos e terão seus resultados divulgados.

    Ensino fundamental – No 5º ano do ensino fundamental, o Saeb 2017 revelou avanços no desempenho de língua portuguesa e matemática. Nas duas áreas do conhecimento, os estudantes brasileiros apresentam nível 4 de proficiência média, o primeiro nível do conjunto de padrões considerados básicos pela Secretaria de Educação Básica (SEB), do Ministério da Educação. No 9º ano do ensino fundamental também houve avanços, porém menores. Ao final dessa etapa de ensino, os alunos apresentaram nível 3 de proficiência média em ambas as áreas de conhecimento avaliadas, considerado insuficiente pelo MEC. A Escala de Proficiência de Língua Portuguesa é dividida entre os níveis 0 e 9, enquanto a de Matemática entre os níveis 0 e 10.

    Os resultados do Saeb 2017 também revelaram amplas desigualdades educacionais no Brasil. Nove estados registraram as maiores proficiências médias em ambos os componentes avaliados em todas as etapas avaliadas: Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Outros se destacaram por proporcionarem mais ganhos de aprendizagem aos seus estudantes, em ambos os componentes avaliados e em todas as etapas avaliadas, quando se compara as edições de 2017 e 2015, casos do Acre, Alagoas, Ceará, Goiás, Piauí e Tocantins. Goiás é único estado a compor ambos os grupos.

    Além do ministro da educação e da presidente do Inep, participaram da apresentação dos dados os secretários de Educação Básica do MEC, Kátia Smole, e executivo, Henrique Sartori. Pelo Inep, estiveram presentes a diretora de Avaliação e Educação Básica do Inep, Luana Bergmann, e o diretor de Estatísticas Educacionais, Carlos Eduardo Moreno. Além deles, compareceram Haroldo Rocha, representando o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), e Maurício Fernandes, secretário de Coordenação Técnica da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

    Edição 2019 – O Inep anunciou, recentemente, uma reestruturação e ampliação do Saeb já para o próximo ano. O instituto deixará de usar, definitivamente, os nomes ANA, Aneb, Anresc e Prova Brasil e todas as avaliações do sistema passarão a ser identificadas pelo nome Saeb, acompanhado das etapas de ensino. O Saeb 2017, desde sua aplicação, já deixou de lado o antigo nome que identificava a avaliação dos estudantes de anos finais do ensino fundamental e médio. Entre as novidades para o Saeb 2019, destaca-se a avaliação das dimensões da qualidade educacional que extrapolam a aferição de proficiências em testes cognitivos. As condições de acesso e oferta das instituições de educação infantil também passarão a ser observadas.

    Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) é um processo de avaliação em larga escala realizado periodicamente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O Saeb oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas com base em evidências, permitindo que os diversos níveis governamentais avaliem a qualidade da educação praticada no país. Por meio testes e questionários, reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelo conjunto de estudantes avaliados.

    Esses graus estão descritos e organizados de modo crescente em Escalas de Proficiência de Língua Portuguesa e de Matemática para cada uma das etapas avaliadas. A interpretação dos resultados do Saeb deve ser realizada com apoio das Escalas de Proficiência. Os resultados de aprendizagem dos estudantes, apurados no Saeb, juntamente com as taxas de aprovação, reprovação e abandono, apuradas no Censo Escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

    Apresentação - SAEB 2017

    Veja a planilha com os resultados Brasil, Estados e Municípios 

     

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Adesão de escolas particulares a sistema de avaliação vai até sexta-feira, dia 14

    O prazo para as escolas particulares aderirem ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2017, que verifica o desempenho das escolas no Brasil, termina nesta sexta-feira, 14. Este é o primeiro ano em que o sistema fica aberto às instituições privadas, com participação facultativa.

    O termo de adesão está disponível no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela avaliação. No ato da inscrição, as escolas devem preencher os dados declarados ao censo escolar deste ano e do ano passado. Em seguida, será necessário o pagamento de uma taxa de adesão.

    O Saeb avalia estudantes dos quinto e nono anos do ensino fundamental e do terceiro ano do ensino médio. A estimativa para este ano é de participação de 7.619.852 alunos em 14.825 escolas. As instituições participantes que cumprirem os critérios determinados terão o cálculo de seu índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb), antes restrito às escolas públicas. O indicador é divulgado a cada dois anos e combina resultados do Saeb com os dados do censo escolar.

    Além de avaliar a qualidade da educação básica, o sistema oferece subsídios para a formulação, reformulação e monitoramento de políticas educacionais. Agora é o Saeb o responsável pelo Boletim da Escola, que antes era feito a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

    Pela primeira vez, escolas particulares podem aderir ao sistema (Foto: Mariana Leal/MEC)

    “Diferente do Enem, o Saeb tem o questionário do aluno, o questionário do professor para averiguar carreira e adequação de carreira, o questionário do diretor e um questionário que identifica as estruturas físicas das escolas. O resultado do desempenho dos alunos poderá ser interpretado à luz destes fatores. Esta é a maior vantagem em substituir o Enem [na avaliação das escolas], que era um conjunto de dados absolutamente parciais que não avaliavam a escola. O Enem é um exame para acesso à educação superior”, disse a presidente do Inep, Maria Inês Fini. Desde o início do período de adesão, o Inep tem feito videoconferências e atendimentos por e-mail e telefone para esclarecer procedimentos.

    Taxa – Após assinatura do termo de adesão, as instituições privadas que desejam participar do Saeb terão que pagar a taxa de adesão, via Guia de Recolhimento da União (GRU). O valor é calculado de acordo com o número de alunos registrado no Censo da Educação Básica 2016. Para escolas que tenham entre dez e 50 alunos matriculados, o valor é de R$ 400. Entre 51 e 99 alunos, R$ 2 mil. A partir de 100 alunos, são R$ 4 mil. Escolas privadas sorteadas para compor a amostra são isentas do pagamento.

    Indicadores - Os resultados preliminares do Saeb 2017 estão previstos para serem divulgados aos diretores escolares em maio de 2018. Em caso de divergência, terão prazo de 15 dias consecutivos para recorrer ao Inep, apresentando justificativas que fundamentem a solicitação. O Inep responderá os recursos até a data de divulgação final dos resultados.

    Já a previsão para divulgação à sociedade é agosto de 2018. Neste caso, só terão o índice publicado as escolas que registraram pelo menos dez alunos no momento da avaliação e alcançaram taxa de participação de no mínimo 80% dos alunos matriculados, conforme dados declarados ao censo escolar de 2017.

    Da mesma forma, serão divulgados apenas os resultados de municípios e estados que, cumulativamente, registrarem pelo menos dez alunos presentes no momento da aplicação e alcançarem taxa de participação de no mínimo 50% dos alunos matriculados na etapa de ensino avaliada, de acordo com os dados declarados ao censo.

    Os resultados apresentarão a distribuição percentual dos alunos em cada um dos níveis da escala de proficiência, por área do conhecimento, para escolas, municípios e estados, bem como os demais estratos de interesse da avaliação. Também serão divulgados indicadores sobre as condições em que ocorre o trabalho pedagógico escolar.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Alunos melhoram em matemática e língua portuguesa desde 2003

    Os dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), prova que avalia bienalmente estudantes em língua portuguesa e matemática, mostram que o ano de 2003 marca mudança de direção no quadro de piora que se desenhava desde o início da avaliação. O aumento das médias nas duas disciplinas a partir de 2003 quebra uma tendência de queda que vinha desde 1995, ano a partir do qual as médias do Saeb são comparáveis. Os melhores números foram registrados em 2007.

    Em 2001, as crianças obtiveram as piores notas de toda a série registrada para a quarta série: 178,99 em matemática e 168,34 em língua portuguesa. Mas, em 2003, na primeira etapa do ensino fundamental, as crianças começam a mudar o cenário em língua portuguesa, quando obtêm a média de 173,13. Desde então, edição após edição, as proficiências nessa disciplina vêm subindo. Em 2005, os estudantes, nessa etapa, atingem a média de 175,52 e, em 2007, já obtêm 175,77.

    Mesma tendência pode ser observada quando se analisa a evolução das médias em matemática. Em 2003, os estudantes da quarta série obtêm proficiência igual a 180,65 e, nas edições seguintes da prova, só evoluem. A nota obtida em 2005 foi igual a 185,66 e, em 2007, foi a maior já registrada em toda a série histórica da prova de matemática: 193,48.

    Os dados relativos a 2007 são os mais recentes do Saeb divulgados. As médias referentes a 2009, última edição da avaliação, devem ser divulgadas até o meio do ano.

    Assessoria de Comunicação Social
  • Aplicação das provas do Saeb começa nesta segunda-feira para 7 milhões de estudantes

    Sistema de avaliação chega a 73 mil escolas de todo o Brasil


    A aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2019 inicia nesta segunda-feira, 21 de outubro. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação e responsável pelo exame, já está em contato com as 73 mil escolas participantes em todo o país. Ao todo, 7 milhões de estudantes da educação básica, de 244 mil turmas, farão a prova.

    O Saeb é aplicado a cada dois anos e permite produzir indicadores educacionais de regiões, unidades da Federação e, quando possível, de municípios e escolas do Brasil. O exame também permite avaliar a qualidade, a equidade e a eficiência da educação praticada nos diversos níveis governamentais.

    Na edição de 2019, o Inep implementa algumas inovações na realização do Saeb: uma amostra de estudantes do 9º ano de escolas públicas fará os testes de ciências da natureza e ciências humanas com referência na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em 2017. A BNCC também será a referência para a avaliação dos alunos do 2º ano do ensino fundamental, que também participarão do Saeb pela primeira vez.

    As avaliações de Português e Matemática serão para todos os estudantes de 5º e 9º anos do ensino fundamental e de 3ª e 4ª séries do ensino médio e técnico integrado das escolas públicas. Para preservar a comparabilidade e a série histórica do Saeb, o conteúdo será baseado na matriz de referência vigente.

    Educação infantil – Outra novidade para 2019 é a avaliação da educação infantil, que será realizada em caráter de estudo-piloto para uma amostra de creches e pré-escolas públicas. Os diretores receberam questionários eletrônicos, via e-mail, para responder às questões sobre as condições de funcionamento da escola.

    Os gestores serão parceiros no esforço de detalhar o estudo, organizando para que pelo menos um docente (ou assistente) de cada turma de educação infantil responda a um questionário específico.

    Questionários – Faz parte da avaliação do Saeb a aplicação de questionários contextuais para gestores e secretários de educação municipais e estaduais de educação. Nesta edição, o Inep desenvolveu o formulário em modelo digital, que teve o link enviado por e-mail para 94 mil destinatários, incluindo os 3 mil diretores da educação infantil.

    Estudantes e docentes também respondem aos questionários socioeconômicos, no formato de papel, no mesmo período das provas que ocorrem até 1º de novembro.

    Diagnóstico – O levantamento de informações por meio do sistema de avaliação externa de larga escala permite subsidiar a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas públicas em educação baseadas em evidências. Além disso, o Saeb ajuda a desenvolver competência técnica e científica na área de avaliação educacional.

    As médias de desempenho do Saeb, juntamente com os dados sobre aprovação, obtidos no Censo Escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Aplicação de provas do Saeb termina nesta sexta, 1º de novembro

    Avaliação ocorre em 73 mil escolas de todo o país e envolve 7 milhões de alunos


    Giulliano Fernandes, do Portal MEC

    Encerra nesta sexta-feira, 1º de novembro, a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2019. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação e responsável pelo exame, está em contato com as 73 mil escolas participantes em todo o país. Sete milhões de estudantes da educação básica, de 244 mil turmas, devem fazer a prova, ao todo.

    O Saeb é aplicado a cada dois anos e permite produzir indicadores educacionais de regiões, unidades da Federação e, quando possível, de municípios e escolas do Brasil. O exame também permite avaliar a qualidade, a equidade e a eficiência da educação praticada nos diversos níveis governamentais.

    Novidades – Na edição de 2019, o Inep implementou algumas inovações na realização do Saeb: testes de Ciências da Natureza e Ciências Humanas para uma amostra de estudantes do 9º ano de escolas públicas, com referência na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em 2017. A BNCC também influencia a avaliação dos alunos do 2º ano do ensino fundamental, que também participam do Saeb pela primeira vez.

    Educação infantil – Outra novidade para 2019 é a avaliação da educação infantil, realizada em caráter de estudo-piloto para uma amostra de creches e pré-escolas públicas. Os diretores receberam questionários eletrônicos, via e-mail, para responder às questões sobre as condições de funcionamento da escola.

    Questionários – Faz parte da avaliação do Saeb a aplicação de questionários contextuais para gestores e secretários de educação municipais e estaduais de educação. Nesta edição, o Inep desenvolveu o formulário em modelo digital, que teve o link enviado por e-mail para 94 mil destinatários, incluindo os 3 mil diretores da educação infantil.

    Estudantes e docentes também respondem aos questionários socioeconômicos, no formato de papel, no mesmo período das provas que ocorrem até 1º de novembro.

    Diagnóstico – O levantamento de informações por meio do sistema de avaliação externa de larga escala permite subsidiar a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas públicas em educação baseadas em evidências. Além disso, o Saeb ajuda a desenvolver competência técnica e científica na área de avaliação educacional. As médias de desempenho do Saeb, juntamente com os dados sobre aprovação, obtidos no Censo Escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

  • Aplicação do exame começa nesta segunda, 23, em todo o país

    A maior edição do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) começa na próxima segunda-feira, 23. Até 3 de novembro, as provas de língua portuguesa e matemática serão aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para 6.569.728 alunos, de 73.684 escolas, localizadas em 5.570 municípios brasileiros. A aplicação dura um dia e todas as instituições estão previamente agendadas.

    Os instrumentos do Saeb incluem, ainda, questionários do aluno, do diretor, do professor e da escola. É esse olhar para fatores associados ao desempenho dos alunos que faz do Saeb uma avaliação mais adequada para as instituições de educação básica brasileiras. Seus instrumentos permitem a avaliação do desempenho dos estudantes; e também das condições de trabalho dos professores e da estrutura da escola.

    O Saeb ganha uma condição especial em 2017. “Abrimos a possibilidade de a avaliação ser feita de forma mais abrangente, com aplicação universal aos alunos da terceira série da rede pública e participação voluntária das escolas privadas”, destaca Maria Inês Fini, presidente do Inep. “Em uma ação apoiada pelas equipes técnicas do Inep, conseguimos passar uma das funções do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o Saeb, a perspectiva de um boletim da escola. O Saeb coleta dados mais adequados para a avaliação da qualidade da educação ofertada nos sistemas de educação e nas escolas brasileiras.”

    Público – Há duas novidades no Saeb 2017. Pela primeira vez, as provas e os questionários serão aplicados para todos os alunos do último ano do ensino médio das escolas públicas, e para aqueles de escolas privadas que aderiram à avaliação. A ampliação do público avaliado, associada ao encerramento da divulgação do Enem por Escola, permitirão uma avaliação mais ajustada e o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de todas as escolas participantes.

    Serão avaliadas as escolas públicas com dez ou mais alunos matriculados em turmas regulares do quinto e nono anos do ensino fundamental, e da terceira ou quarta série do ensino médio. Os instrumentos também serão aplicados para os alunos da terceira ou quarta série do ensino médio de escolas particulares que aderiram ao Saeb 2017. E será mantida a avaliação de uma amostra de escolas privadas com pelo menos dez alunos matriculados em turmas regulares do quinto e nono anos do ensino fundamental e da terceira ou quarta série do ensino médio, mesmo que não tenham aderido à avaliação. A manutenção dessa amostra visa preservar a série histórica do sistema de avaliação e permitir resultados comparáveis por estado.

    Não serão avaliadas turmas multisseriadas, de correção de fluxo, de educação especial exclusiva, de educação de jovens e adultos, de ensino médio normal ou magistério e as escolas indígenas que não ensinam a língua portuguesa.

    Particulares – As escolas privadas com turmas de ensino médio tiveram a oportunidade de aderir ao Saeb pela primeira vez. A possibilidade aberta pelo Inep é uma consequência da ampliação da população-alvo do Saeb. A possibilidade de adesão das escolas privadas também está relacionada ao encerramento do Boletim por Escola do Enem. A participação das escolas privadas foi atrelada ao pagamento de uma taxa proporcional ao número de alunos matriculados no último ano do ensino médio.

    Para aferir o desempenho dos estudantes, as condições de trabalho do corpo docente e a estrutura da escola, o Saeb coleta dados cognitivos e contextuais. Ao contextualizar os resultados dos estudantes na realidade da escola, o Saeb permite uma avaliação mais adequada da instituição de ensino. “Pela primeira vez elas terão um olhar externo, e gabaritado, como medida da qualidade do ensino que oferecem. Útil para a reflexão de professores e coordenadores pedagógicos, o Saeb é ainda um bom instrumento de gestão”, defende Maria Inês.

    Saeb – As provas aplicadas pelo Saeb 2017 são denominadas Prova Brasil e seus resultados, acompanhados dos dados de fluxo escolar em cada escola, apurados pelo Censo Escolar, compõem o cálculo do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb), divulgado a cada dois anos. Ao unir o desempenho dos alunos no Saeb aos dados de fluxo escolar do Censo Escolar, o Ideb fornece informações sobre a qualidade do ensino oferecido nas escolas brasileiras. Com as evidências trazidas por ele, as escolas e os sistemas poderão formular ou reformular suas políticas educacionais em busca constante pela melhoria da qualidade, equidade e eficiência do ensino.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

     

  • Aprovação do PNE impedirá indicação política para escola

    Um gestor dedicado, eficiente e técnico é fator relevante para a qualidade do ensino, afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ao comentar matéria divulgada na imprensa sobre o perfil de diretores de escolas públicas. Segundo levantamento realizado a partir de respostas dos próprios diretores a questionário do mais recente Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), de 2011, um em cada cinco diretores de escolas públicas no país é alçado ao cargo por políticos.

     

    “As escolas que têm um diretor dedicado, eficiente e técnico costumam ter desempenho superior a escolas de mesmo nível, mas com diretor com outro perfil”, disse Mercadante, em coletiva à imprensa, nesta segunda-feira, 7, em Brasília.

     

    A proporção de gestores indicados por políticos equivale a 21,8% do total: de 56.911 diretores das redes estaduais e municipais, 12.413 foram definidos por indicação política, prática condenada por especialistas em educação.

     

    Para Mercadante, a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que tramita no Congresso Nacional, “seguramente será um grande impulso para melhorar a qualidade da gestão das escolas”.

     

    Conforme o ministro, o critério será objetivo, técnico e de mérito. “Nós esperamos superar definitivamente esta questão com a aprovação do PNE”, afirmou, ao citar duas estratégias que tratam especificamente do gestor da escola pública. O item 19.1 propõe priorizar o repasse de transferências voluntárias da União para os entes federados que tenham aprovado legislação específica que regulamente a matéria na área de sua abrangência, “que considere, conjuntamente, para a nomeação dos diretores e diretoras de escola, critérios técnicos de mérito e desempenho, bem como a participação da comunidade escolar”. Já o item 19.8 propõe “desenvolver programas de formação de diretores e gestores escolares, bem como aplicar prova nacional específica, a fim de subsidiar a definição de critérios objetivos para o provimento dos cargos”.

     

    Sandro Santos

  • Audiência colhe contribuições sobre sistema de avaliação

    A ampliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) em 2017 – que passa a avaliar o ensino médio de forma censitária e não mais por amostragem – foi discutida em audiência pública na manhã desta sexta-feira, 17, na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Além de diretores e servidores da autarquia, o evento reuniu representantes do Ministério da Educação, do Tribunal de Contas da União (TCU), da Controladoria-Geral da União (CGU) e das principais instituições aplicadoras do país.

    O TCU e a CGU ressaltaram a importância de priorizar a licitação na modalidade técnica e preço para a aplicação das avaliações do Saeb. Desde 2009, a contratação de entidades para executar esses serviços especializados era feita por dispensa ou inexigibilidade de licitação junto a instituições com notório saber. A audiência pública atende recomendações do TCU para que haja licitação nesse caso e no de outras avaliações.

    Este ano, serão realizadas duas das três avaliações do Saeb: a Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) e a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc). Mais conhecida como Prova Brasil, essa última fornece parte dos dados para cálculo do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb).

    A edição de 2017 será a maior da história do sistema, já que haverá ampliação nas escolas de ensino médio. Agora, não só as escolas públicas de ensino fundamental, mas também as de ensino médio, tanto públicas como privadas, terão notas individuais no Ideb.

    Com a mudança, é prevista a participação este ano de mais de 7 milhões de estudantes no Saeb. Desses, 4,7 milhões são dos quinto e nono anos do ensino fundamental público e 2,3 milhões do terceiro ano do ensino médio público e privado. A abertura da licitação está prevista para a segunda quinzena de maio. As avaliações serão aplicadas no segundo semestre.

    Diagnóstico – O Sistema de Avaliação da Educação Básica, instituído em 1990, é composto por três avaliações externas em larga escala. Tem como objetivo fazer um diagnóstico da educação básica brasileira e de fatores que possam interferir no desempenho do estudante, ao fornecer um indicativo sobre a qualidade do ensino ofertado. O levantamento produz informações que subsidiam a formulação, reformulação e o monitoramento das políticas públicas nas esferas municipal, estadual e federal, visando contribuir para a melhoria da qualidade, equidade e eficiência do ensino.

    Em 2005, o Saeb foi reestruturado e passou a ser composto pela Aneb, que manteve as características, objetivos e procedimentos de avaliação efetuados até aquele momento, e a Anresc (Prova Brasil), criada com o intuito de medir a qualidade do ensino ministrado na rede pública. Em 2013, a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) foi incorporada ao sistema, para aferir os níveis de alfabetização e letramento em língua portuguesa (leitura e escrita) e matemática.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Avaliação começa nesta segunda nas escolas de todo o país

    Começa nesta segunda-feira, 7, em todo o Brasil, e vai até o dia 18 próximo, a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), de acordo com a data especificada para cada escola. Cerca de 6,2 milhões de estudantes de 71 mil unidades de ensino públicas e particulares participam da avaliação, em 5.538 municípios. Os resultados serão divulgados em julho do próximo ano.  

    Realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o exame é composto pela Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), nacionalmente conhecida como Prova Brasil, e pela Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb). O objetivo das provas é aferir a real situação do sistema educacional brasileiro a partir da avaliação de desempenho dos estudantes e fazer o levantamento de informações sobre escolas, professores e diretores.

    A Prova Brasil é aplicada em escolas públicas urbanas e rurais que tenham no mínimo 20 estudantes matriculados no quinto e no nono anos (quarta e oitava séries) do ensino fundamental. A Aneb avalia as redes pública e particular de ensino e abrange o terceiro ano do ensino médio. Nesta edição do Saeb cerca de 1,9 mil escolas particulares participam da avaliação.


    Atendimento, por etapa

    Etapa

    Escolas

    Turmas

    Alunos

    5º ano (4ª série)

    48.884

    114.517

    3.092.502

    9º ano (8ª série)

    38.225

    96.510

    2.960.950

    3ª série do ensino médio

    2.141

    3.062

    123.403

    Total

    70.140

    214.090

    6.176.855



    Especial— O Inep realizará também, no mesmo período, a edição especial da Prova Brasil direcionada aos municípios que reúnem pelo menos dez matrículas no quinto ano, mesmo que os estudantes estejam distribuídos em várias escolas. Dessa forma, o Inep atende pedido da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). A edição especial permitirá a inclusão de maior número de municípios no índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb), criado em 2007 para aferir a qualidade do ensino oferecido e usado em várias políticas públicas do Ministério da Educação.

    A adesão à edição especial é firmada por meio de assinatura de termo de compromisso. Com o apoio da Undime, mais de 250 municípios já fizeram a adesão.

    A participação no exame dispensa inscrição. A partir dos dados coletados por meio do Censo Escolar, o Inep seleciona automaticamente as escolas. No dia das provas, estudantes, professores e gestores respondem a questionários socioeconômicos.

    Provas
    — Cada prova do Saeb é constituída por dois blocos de língua portuguesa e dois de matemática. Os estudantes do quinto ano respondem a 22 questões de língua portuguesa e 22 de matemática. Os do nono ano, a 26 de cada disciplina. Esse número de questões é aplicado também aos estudantes do terceiro ano do ensino médio.

    As escolas participantes recebem boletim de desempenho com os resultados das séries avaliadas. Os resultados de cada unidade escolar são liberados para consulta pela internet, na página eletrônica do Inep. Como o alvo da avaliação é a unidade de ensino, não são divulgados resultados ou emitidos certificados de desempenho individual dos estudantes. As escolas que participam da Aneb não recebem resultados por unidade de ensino, mas as notas contribuem para gerar os resultados agregados por dependência, município, estado e Brasil.

    Assessoria de Imprensa do Inep
  • Avaliações serão realizadas entre 11 e 21 de novembro

    Estudantes de escolas da rede pública de todo o país com turmas do 5º ano do ensino fundamental serão submetidos em novembro a avalições previstas no Saeb (foto: Tereza Sobreira/MEC – 3/9/10)As provas da edição de 2013 do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) serão aplicadas entre os dias 11e 21de novembro próximo, em todas as unidades da Federação. O Saeb é composto pela Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb), pela Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), conhecida como Prova Brasil, e pela Avaliação Nacional de Alfabetização (Ana).

    O resultado da Ana está previsto para 31de maio de 2014. Em 31de julho do próximo ano serão conhecidos os da Anresc e da Aneb.

    Compõem a Aneb provas de leitura, matemática e questionários aplicados a um grupo (amostra) de estudantes do quinto e do nono anos do ensino fundamental regular e do terceiro ano do ensino médio das redes pública e particular. Da Anresc, participam todas as escolas com pelo menos 20 estudantes do quinto e do nono anos do ensino fundamental regular, matriculados em escolas públicas de zonas urbanas e rurais. Serão aplicadas provas de leitura, matemática e questionários.

    Portaria do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), publicada nesta terça-feira, 25, estabelece a inclusão, em caráter experimental, do teste de ciências a alunos do nono ano do ensino fundamental da Anresc e do nono ano do ensino fundamental e do terceiro do ensino médio da Aneb. A aplicação implica dois dias de provas.

    A Ana contará com provas de leitura e escrita e de matemática. Serão avaliados estudantes matriculados no terceiro ano do ensino fundamental de escolas públicas das áreas urbana e rural organizadas no regime de nove anos.

    A Portaria do Inep nº 304, de 21 de junho de 2013, com as normas e o cronograma das avaliações, foi publicada no Diário Oficialda União desta terça-feira, 25, seção 1, página 33.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Cartilha orienta a avaliação de 8 milhões de estudantes

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) lançou nesta sexta–feira, 27, em Salvador, a cartilha on-line com instruções para a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) este ano. Serão avaliados mais de 7,9 milhões de estudantes entre 11e 21de novembro próximo, em todas as unidades da Federação.

     

    O documento, que será distribuído nas escolas, destaca os objetivos das aferições que compõem o sistema, além de apresentar dados e indicadores para compreensão dos fatores que influenciam o desempenho dos estudantes.

     

    A cartilha foi lançada durante o encontro de capacitação dos coordenadores estaduais da avaliação. Durante o encontro, que vai até domingo e reúne cerca de 200 participantes na capital baiana, são abordados temas como histórico e logística de aplicação das provas do sistema. “Estamos avaliando quase oito milhões de estudantes e, a partir dos resultados, poderemos dialogar com as redes na busca pela melhoria constante da qualidade do ensino brasileiro”, destacou o presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa.

     

    O Saeb é composto por três exames que aferem qualidade, equidade e eficiência da educação brasileira. A Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) e a Prova Brasil, também conhecida como Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), são realizadas a cada dois anos. Já a recém-criada Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) terá aplicação anual.

     

    Na Aneb, são aplicadas provas de leitura e matemática e questionários a uma amostra de estudantes do quinto e do nono anos (quarta e oitava séries) do ensino fundamental regular e do terceiro ano do ensino médio das redes pública e particular.

     

    Da Prova Brasil participam todas as escolas com pelo menos 20 estudantes de turmas do quinto e do nono anos (quarta e oitava séries) do ensino fundamental regular, matriculados em escolas públicas das zonas urbana e rural. Serão aplicadas provas de leitura e matemática e questionários.

     

    Ainda este ano, em caráter experimental, haverá provas de ciências para estudantes do nono ano do ensino fundamental e do terceiro ano do ensino médio.

     

    A ANA contará com provas de leitura e escrita e de matemática. Serão avaliados estudantes matriculados no terceiro ano do ensino fundamental em escolas públicas das zonas urbana e rural que estejam organizadas no regime de nove anos.


    Assessoria de Comunicação Social do Inep

     

    Confira a cartilha Instruções para a Aplicação do Saeb

  • Cerca de 5 milhões de estudantes passam por exames de avaliação em escolas de todo o país

    A Prova Brasil deste ano envolve mais de 4,8 milhões de estudantes de escolas públicas, do quinto e do nono anos, em 5.460 municípios (foto: Mariana Leal/MEC – 13/8/15)Aproximadamente 5 milhões de estudantes do ensino fundamental e médio começam nesta terça-feira, 3, em todo o país, a fazer as provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). A aferição, sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), abrange, este ano, a Prova Brasil e a Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb). Ambas contemplam testes de leitura e de matemática e devem ser encerradas até o dia 13 próximo.

    Os resultados do Saeb oferecem subsídios para formulação, reformulação e monitoramento das políticas públicas de educação básica.

    A Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), mais conhecida como Prova Brasil, é censitária. Nesta edição, envolve mais de 4,8 milhões de estudantes do quinto e do nono anos (quarta e oitava séries), matriculados em escolas públicas municipais, estaduais e federais. A aplicação ocorre em 5.460 municípios e envolve unidades de ensino com no mínimo 20 estudantes nas séries (anos) avaliadas.

    De caráter amostral, a Aneb afere, em 1.415 municípios, mais de 180 mil estudantes de 3,8 mil escolas, matriculados em instituições públicas e particulares no quinto e no nono anos (quarta e oitava séries) do ensino fundamental e na terceira (ou quarta) série do ensino médio regular.

    Estudantes, professores, diretores e aplicadores também respondem a questionários contextuais, que servem como instrumentos de coleta de informações sobre aspectos da vida escolar, nível socioeconômico e cultural, formação profissional, práticas pedagógicas e formas de gestão.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

    Confira a Cartilha do Saeb de 2015

  • Como melhorar seu Ideb

    Em 2007, foi criado o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb ). O indicador, que mede a qualidade da educação, foi pensado para facilitar o entendimento de todos e estabelecido numa escala que vai de zero a dez. A partir deste instrumento, o Ministério da Educação traçou metas de desempenho bianuais para cada escola e cada rede até 2022. O novo indicador utilizou na primeira medição dados que foram levantados em 2005. Dois anos mais tarde, em 2007, ficou provado que unir o país em torno da educação pode trazer resultados efetivos.
    A média nacional do Ideb em 2005 foi 3,8 nos primeiros anos do ensino fundamental. Em 2007, essa nota subiu para 4,2, ultrapassando as projeções, que indicavam um crescimento para 3,9 nesse período. O indicador já alcançou a meta para 2009. Se o ritmo for mantido, o Brasil chegará a uma média superior a 6,0 em 2022. É o mesmo que dizer que teremos uma educação compatível com países de primeiro mundo antes do previsto.


    Com o Ideb, os sistemas municipais, estaduais e federal de ensino têm metas de qualidade para atingir. O índice, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep /MEC), mostra as condições de ensino no Brasil. A fixação da média seis a ser alcançada considerou o resultado obtido pelos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), quando se aplica a metodologia do Ideb em seus resultados educacionais. Seis foi a nota obtida pelos países desenvolvidos que ficaram entre os 20 mais bem colocados do mundo.


    A partir da análise dos indicadores do Ideb, o MEC ofereceu apoio técnico ou financeiro aos municípios com índices insuficientes de qualidade de ensino. O aporte de recursos se deu a partir da adesão ao Compromisso Todos pela Educação e da elaboração do Plano de Ações Articuladas (PAR).
    Em 2008, todos os 5.563 municípios brasileiros aderiram ao compromisso. O ministro da Educação, Fernando Haddad, telefonou pessoalmente para os 15 últimos prefeitos que ainda não haviam assinado o termo de adesão. No dia 30 de julho deste ano, foi completada a inscrição de 100% dos municípios brasileiros. Assim, todos os municípios e estados do Brasil se comprometeram a atingir metas como a alfabetização de todas as crianças até, no máximo, oito anos de idade.
    O MEC dispõe de recursos adicionais aos do Fundo da Educação Básica (Fundeb) para investir nas ações de melhoria do Ideb. O Compromisso Todos pela Educação propõe diretrizes e estabelece metas para o Ideb das escolas e das redes municipais e estaduais de ensino.
  • Coordenadores estaduais do Saeb participam de capacitação

    Teve início nesta segunda-feira, 25, a capacitação voltada aos coordenadores estaduais do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2017. O curso, oferecido pelo consórcio contratado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vai até esta terça-feira, 26, no Rio de Janeiro.

    O Saeb foi ampliado este ano, com a inclusão dos alunos do terceiro ano do ensino médio da rede pública, de forma censitária, e das escolas particulares por adesão. Assim, os instrumentos de diagnóstico serão aplicados para um universo de 7,5 milhões de estudantes, de 115 mil escolas, entre 23 de outubro e 3 de novembro.

    A presidente do Inep, Maria Inês Fini, participou da abertura da capacitação por meio de videoconferência. “O Saeb ganha uma condição especial em 2017. Abrimos a possibilidade de a avaliação ser feita de forma mais abrangente. E, em uma ação apoiada pelas equipes técnicas do Inep, conseguimos passar do Exame Nacional do Ensino Médio [Enem], para o Saeb, a perspectiva do boletim da escola. O Saeb tem instrumentos mais adequados para a avaliação da qualidade da educação ofertada nos sistemas de educação e nas escolas brasileiras”, destacou.

    Durante a abertura da capacitação, o Inep lançou a Cartilha da Escola, com instruções para aplicação dos instrumentos do Saeb. O documento visa informar os diretores sobre as características do exame. Por meio de um passo a passo, a intenção é orientar sobre todas as etapas previstas: agendamento, chegada do aplicador na escola, aplicação dos instrumentos da avaliação e a pós-aplicação.

    Além da capacitação presencial, os coordenadores estaduais do Saeb precisam fazer uma a distância. O módulo ficará disponível de 25 de setembro a 8 de outubro. Subcoordenadores, coordenadores de polo e apoio logístico devem fazer o mesmo treinamento. Já para os aplicadores do Saeb, o módulo de capacitação a distância estará aberto de 2 a 22 de outubro.

    Avaliação – Composto por três avaliações externas aplicadas em larga escala, o principal objetivo do Saeb é diagnosticar a educação básica do Brasil. O resultado dessas avaliações é usado para calcular o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado a cada dois anos. Ao unir o desempenho dos alunos no Saeb aos dados de fluxo do Censo Escolar, o Ideb fornece indícios sobre a qualidade de ensino oferecido nas escolas de todo o país.

    A partir de 2017, todas as escolas que participarem da aplicação censitária do Saeb e que cumprirem critérios determinados terão seu Ideb calculado. A ampliação do público avaliado pelo Saeb, associada ao encerramento da divulgação do Enem por Escola, permitirão uma avaliação mais ajustada das instituições de ensino brasileiras. Com base nesse índice educacional e nas evidências trazidas por ele, as escolas e os sistemas poderão formular ou reformular suas políticas educacionais em uma busca constante pela melhoria da qualidade, equidade e eficiência do ensino.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

     

  • Diretores e secretários de educação iniciam avaliação do Saeb 2019

    Gestores e secretários estaduais e municipais de educação de todo o Brasil são os responsáveis por dar o pontapé inicial no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2019. A partir desta segunda-feira, 16 de setembro, eles começam a responder um longo e detalhado questionário.

    O Saeb é a maior e mais antiga ferramenta utilizada para avaliar a qualidade da educação básica brasileira. Ao todo, são 73 mil diretores de escolas públicas, 27 secretários estaduais de educação e mais de 1.500 secretários municipais.

    Esse primeiro passo com gestores tem o objetivo de coletar informações sobre aspectos da vida escolar, do nível socioeconômico e cultural, formação profissional, práticas pedagógicas, formas de gestão, recursos disponíveis, infraestrutura, dentre outros.

    O questionário é desenvolvido e aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Os diretores serão orientados a solicitar que os professores dessas escolas também o respondam.

    Pela primeira vez em formato eletrônico, as questões podem ser respondidas até 21 de outubro, quando inicia a aplicação dos exames com os alunos. O Inep já enviou o link que permitirá o acesso aos questionários para os diretores de escolas de educação básica dos 5.570 municípios brasileiros.

    Uma amostra de diretores de escolas da educação infantil, que será avaliada pela primeira vez na edição de 2019, também receberá o acesso para responder aos questionários, ainda como estudo-piloto.

    Provas – Os testes direcionados aos alunos começarão a ser aplicados nas escolas, no dia 21 de outubro. As avaliações de português e matemática serão para todos os estudantes de 5º e 9º anos do ensino fundamental e da 3ª série do ensino médio. Para preservar a comparabilidade e a série histórica do Saeb, o conteúdo será baseado na matriz vigente.

    Uma amostra de estudantes do 9º ano de escolas públicas e privadas fará os testes de ciências da natureza e ciências humanas com referência na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aprovada em 2017. A BNCC também será a referência para a avaliação dos alunos do 2º ano do ensino fundamental, que também participarão do Saeb pela primeira vez.

    Saeb – Com o Saeb é possível fazer um retrato da educação básica nacional. A aplicação dos exames, realizada a cada dois anos, teve início em 1990. A edição de 2019 será a maior da história e a previsão, segundo o Inep, é de que haja a participação de mais de 7 milhões de estudantes.

    Vale lembrar que o resultado do Saeb, combinado aos dados do Censo Escolar, permite o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Além disso, as informações ajudam a subsidiar a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas públicas em educação baseadas em evidências.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Escolas devem confirmar participação até 10 de junho

    Giulliano Fernandes, do Portal MEC

    As 7.735 escolas de ensinos fundamental e médio sorteadas para compor amostra do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2019 devem confirmar participação até 10 de junho.

    As instituições receberam um e-mail com todas as orientações e o link para o Saeb, onde podem confirmar a participação das turmas até a data limite. A avaliação será realizada entre 21 de outubro e 1º de novembro.

    As escolas da amostra não terão resultados divulgados individualmente. Elas contribuem para que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) faça um diagnóstico da educação brasileira, com divulgação de resultados das redes de ensino por unidade da Federação, regiões e do país.

    As escolas selecionadas que tiverem dúvidas podem acessar o Guia de Orientações do Sistema ou entrar em contato com o Inep pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. É necessário informar o código da escola no Censo Escolar.

    População-alvo – O Saeb 2019 terá aplicações censitárias e amostrais. A aplicação será censitária em todas as escolas públicas localizadas em zonas urbanas e rurais que tenham dez ou mais estudantes matriculados no 5º e no 9º ano do ensino fundamental, e na 3ª e 4ª série do ensino médio (tradicional e integrado).

    No recorte amostral do Saeb, serão avaliadas escolas privadas que tenham dez ou mais estudantes matriculados em turmas de 5º e 9º ano do ensino fundamental e de 3ª e 4ª série do ensino médio (tradicional e integrado).

    Também haverá amostra de escolas públicas e privadas que tenham dez ou mais estudantes matriculados em turmas do 9º ano do ensino fundamental para aplicação dos testes de Ciências da Natureza e Ciências Humanas; e de escolas públicas e privadas que tenham dez ou mais estudantes matriculados em turmas de 2º ano do ensino fundamental para aplicação dos testes de Língua Portuguesa e Matemática.

    Uma amostra de instituições públicas ou conveniadas com o setor público que tenham turmas de creche ou pré-escola da etapa da educação infantil participará ainda da aplicação de questionários.

    Cronograma

    • 21/10 a 1º/11 – Aplicação
    • Maio de 2020 – Divulgação de resultado preliminar
    • Agosto de 2020 – Divulgação dos resultados finais
    • Dezembro de 2020 – Divulgação dos microdados

    Confira a portaria nº 366, de 29 de abril de 2019
    Leia o Guia de Orientações do Sistema Saeb 
    Acesse o Sistema Saeb 
    Saiba mais sobre o Saeb.

  • Escolas participantes do Saeb devem informar dados até dia 31

    Todas as escolas que fazem parte do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2017 devem informar os dados da matrícula inicial do Censo Escolar 2017 até 31 de julho. Essa é uma das condições para que as instituições sejam avaliadas. A participação é obrigatória para a rede pública e facultativa para a rede privada, que teve até 14 de julho para aderir.

    Nessa etapa do Censo Escolar são coletados dados individualizados de escolas, turmas, alunos e profissionais em sala de aula, de todos os estabelecimentos públicos e privados do país. É por meio dos dados preliminares do censo que o Inep planeja a aplicação da edição 2017 do Saeb, entre 23 de outubro a 3 de novembro. As médias de desempenho dos estudantes nas provas junto às taxas de aprovação irão compor o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2017, a ser divulgado no próximo ano.

    As escolas que ainda não informaram os dados do Censo Escolar 2017 devem acessar o Sistema Educacenso e fazer a declaração das informações até o dia 31. As instituições e os gestores das redes de ensino devem conferir os dados por meio dos relatórios disponíveis no próprio sistema.

    Avaliação – No Saeb 2017 serão avaliadas as escolas públicas com dez ou mais alunos matriculados em turmas regulares do quinto e nono anos do ensino fundamental e do terceiro ano do ensino médio; uma amostra de escolas privadas, que tenham pelo menos dez alunos matriculados em turmas regulares das mesmas etapas; e as escolas privadas com pelo menos dez alunos matriculados no terceiro ano do ensino médio, que realizaram a adesão ao Saeb até 14 de julho.

    Não fazem parte do público-alvo do Saeb 2017 as turmas multisseriadas, de correção de fluxo, de educação especial exclusiva, de educação de jovens e adultos, de ensino médio normal/magistério, bem como as escolas indígenas que não ministrem o ensino em língua portuguesa.

    Mais informações sobre o Censo Escolar e sobre o Saeb estão disponíveis no portal do Inep.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Escolas particulares poderão aderir a sistema de avaliação

    Em recente reunião com representantes da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) e do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinepe) de vários estados, Maria Inês Fini e Luana Bergmann – presidente e diretora de Avaliação da Educação Básica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – falaram sobre a adesão das escolas particulares ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saaeb) 2017. Mediado pela professora Amábile Passos, ex-presidente da Fenep, o encontro foi realizado nesta quinta, 6, por meio de videoconferência.

    O Saeb 2017 ampliou sua população-alvo, passando a ser censitário para as escolas públicas que oferecem a última série do ensino médio. Pela primeira vez, as escolas particulares poderão aderir à avaliação para aferir o desempenho dos seus estudantes, a carreira dos seus professores e a estrutura da escola em si, dentre outras variáveis. Outra inovação é que as instituições particulares participantes que cumprirem os critérios terão seu Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) calculado.

    Adesão – A participação no Saeb é obrigatória para as escolas públicas e facultativa para as instituições privadas. Para avaliar melhor sua realidade, as instituições de ensino precisam, além de dez alunos matriculados na terceira ou quarta série do ensino médio, ter preenchido o Censo Escolar 2016 e participar do Censo Escolar 2017, que coleta os dados da Matrícula Inicial até 31 de julho.

    No caso das escolas particulares, é preciso, ainda, acessar o sistema de adesão no portal do Inep, preencher as informações solicitadas e gerar a Guia de Recolhimento da União (GRU). A taxa de adesão é fixada em valores de R$ 400, para escolas com dez a 50 alunos matriculados na terceira ou quarta série do ensino médio), R$ 2 mil (51 a 99 alunos matriculados) e R$ 4 mil (a partir de 100 alunos matriculados). O período de adesão das escolas privadas termina na próxima sexta-feira, 14.

    Saeb – O Sistema Avaliação Educação Básica, por meio da coleta de dados nos sistemas de ensino e escolas brasileiras, avalia a qualidade da educação nacional, oferecendo subsídios para a formulação, reformulação e monitoramento das políticas educacionais. Os instrumentos do Saeb 2017, a serem aplicados entre 23 de outubro e 3 de novembro, compreendem testes de língua portuguesa e matemática, além de questionários de estudante, professor, diretor e escola. A aplicação dura um dia em cada escola e é feita durante o período letivo.

     Escolas interessadas em fazer a adesão podem acessar a página do Inep.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Estudantes concluem exames de avaliação nesta quinta-feira

    Termina nesta quinta-feira, 21 a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Desde 11 de novembro, cerca de 7,6 milhões de estudantes do ensino fundamental e médio de todas as unidades da Federação participam das avaliações.

     

    Sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, o Saeb é composto por três aferições externas em larga escala. A Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) e a Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (Anresc), também conhecida como Prova Brasil, são realizadas a cada dois anos. Já a Avaliação Nacional de Alfabetização (Ana), aplicada pela primeira vez, será realizada anualmente. Os resultados oferecem subsídios para formulação, reformulação e monitoramento das políticas públicas de educação básica.

     

    Nas três provas são avaliados conhecimentos nas áreas de português e matemática. Este ano, também ocorre a aplicação, em caráter experimental, a uma amostra de 84,7 mil estudantes, de provas de ciências para validar as matrizes da área no Saeb. Do total de alunos que participam, 56,7 mil estão em turmas do nono ano do ensino fundamental e fazem o exame como parte da Prova Brasil. Outros 28 mil estão no terceiro ano do ensino médio e fazem a prova como parte da Aneb.

     

    Na Aneb e na Prova Brasil, estudantes, professores, diretores e aplicadores respondem a questionários contextuais, que servem como instrumento de coleta de informações sobre aspectos da vida escolar, do nível socioeconômico e cultural, formação profissional, práticas pedagógicas e formas de gestão, dentre outros. Na Ana, os questionários contextuais são respondidos apenas por professores e gestores.


    Assessoria de Comunicação Social do Inep

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