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  • O Programa Universidade para Todos (ProUni) do Ministério da Educação registrou 192.019 inscritos até as 8 horas desta segunda-feira, 24. O número de inscrições on-line chegou a 369.063 — cada estudante pode fazer até duas opções de curso. Os candidatos a bolsas de estudos em instituições particulares de educação superior têm até esta terça-feira, 25 para fazer a inscrição.

     

    No processo seletivo deste segundo semestre, o programa oferece 90.045 bolsas — 55.693 integrais. Para se candidatar, o estudante deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e obter no mínimo 450 pontos na média das notas e tirar nota na redação que não tenha sido zero.

     

    O processo prevê duas chamadas. O resultado da primeira será divulgado na sexta-feira, 28, pela internet. Desse dia, até 5 de julho, o estudante pré-selecionado deve comparecer à respectiva instituição de ensino para aferição das informações prestadas no momento da inscrição, providenciar a matrícula e, se for o caso, participar de seleção própria da instituição.

     

    O resultado da segunda chamada está previsto para 13 de julho. O estudante terá de 15 a 19 do mesmo mês para comprovar as informações e providenciar a matrícula.

     

    Caso pretenda integrar a lista de espera, o candidato terá de fazer a adesão, também on-line, de 26 a 29 de julho. A lista estará disponível no Sistema Informatizado do ProUni (Sisprouni) para consulta pelas instituições em 1º de agosto. No dia seguinte, será feita a primeira convocação. O candidato selecionado terá até o dia 7 do mesmo mês para a comprovação dos documentos e matrícula. Em 12 de agosto, será feita a segunda convocação. O prazo para aferição dos documentos e matrícula vai até o dia 15.

     

    Criado em 2005, o ProUni oferece bolsas de estudos em instituições particulares de educação superior a estudantes egressos do ensino médio da rede pública. Também são atendidos bolsistas integrais oriundos da rede particular. Para a bolsa integral, o candidato precisa comprovar renda bruta familiar, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para a bolsa parcial, de até três salários mínimos.

     

    Os candidatos a bolsas devem fazer a inscrição on-line e consultar número de vagas por instituição na página do ProUni na internet. O Edital nº 6, de 17 de junho de 2013, da Secretaria de Educação Superior (Sesu), sobre o processo seletivo do ProUni para este segundo semestre, foi publicado no Diário Oficial da União do dia 18 último, seção 3, página 59. Na mesma edição, seção 1, páginas 4 a 7, foi publicada a Portaria Normativa do MEC nº 11, de 17 de junho de 2013, que regulamenta o processo.


    Assessoria de Comunicação Social

  • O Programa Universidade para Todos (ProUni) do Ministério da Educação registrou, até as 18 horas desta quinta-feira, 16, 1.002.115 candidatos a bolsas de estudos em instituições particulares de educação superior. O número de inscrições neste quarto dia chegou a 1.912.431 — cada candidato pode fazer até duas opções de instituição e curso. O prazo de inscrições vai até sexta-feira, 17, às 23h59 (horário de Brasília).

    Nesta primeira edição do ano, o programa oferece 131.636 bolsas integrais e 59.989 parciais, em 25,9 mil cursos. Isso significa crescimento de 18% na oferta em relação à primeira edição do ano passado.

    Estão programadas duas chamadas on-line de candidatos. O resultado da primeira será divulgado no dia 20 deste mês; o da segunda, em 3 de fevereiro, ambos na página do programa na internet.

    Para fazer a inscrição na primeira edição de 2014 do ProUni, o candidato deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. Não pode ter tirado nota zero na redação. No momento da inscrição, será necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem e o Cadastro de Pessoa Física (CPF). O candidato não pode ter diploma de curso superior.

    Para concorrer à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

    Estão dispensados dos requisitos de renda os professores da rede pública em efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Eles concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura.

    Espera— Este ano, há mudança quanto aos procedimentos da lista de espera. Agora, o estudante que não for pré-selecionado nas duas chamadas regulares e quiser participar da lista terá de manifestar interesse pela internet e, em seguida, nas datas previstas em edital, levar a documentação à instituição de ensino na qual pretende estudar. Após esse processo, a instituição terá prazo para avaliar os documentos. O estudante selecionado receberá o resultado por meio do boletim do candidato, disponível on-line na página do ProUni. Nas edições anteriores, o candidato tinha de manifestar interesse na lista de espera e aguardar a convocação da instituição.

    Criado pelo governo federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, o ProUni oferece a estudantes brasileiros de baixa renda bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que ofereçam cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Podem fazer a inscrição os egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular, estes na condição de bolsistas integrais da própria escola.

    Financiamento — Para os concorrentes à bolsa parcial, há ainda os benefícios do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O candidato pode custear os outros 50% da mensalidade, sem a necessidade de apresentação de fiador. Para isso, é necessário que a instituição para a qual foi selecionado tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

    As inscrições no ProUni devem ser feitas na página do programana internet.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Os inscritos no Programa Universidade para Todos (ProUni) chegaram a 542.049, de acordo com os registros efetuados on-line até o meio-dia desta terça-feira, 14. As inscrições somavam 1.026.103, uma vez que cada candidato pode fazer até duas opções de instituição, curso. O prazo de inscrições vai até sexta-feira, 17, às 23h59 (horário de Brasília).

    Nesta primeira edição do ano, o programa oferece 131.636 bolsas integrais e 59.989 parciais, em 25,9 mil cursos. Isso significa crescimento de 18% na oferta em relação à primeira edição do ano passado. Estão programadas duas chamadas on-line de candidatos. O resultado da primeira será divulgado no dia 20 deste mês; o da segunda, em 3 de fevereiro, ambos na página do programa na internet.

    Para fazer a inscrição na primeira edição de 2014 do ProUni, o candidato deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. Não pode ter tirado nota zero na redação. No momento da inscrição, será necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem e o Cadastro de Pessoa Física (CPF). O candidato não pode ter diploma de curso superior.

    Para concorrer à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

    Estão dispensados dos requisitos de renda os professores da rede pública em efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Eles concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura.

    Espera — Este ano, há mudança quanto aos procedimentos da lista de espera. Agora, o estudante que não for pré-selecionado nas duas chamadas regulares e quiser participar da lista terá de manifestar interesse pela internet e, em seguida, nas datas previstas em edital, levar a documentação à instituição de ensino na qual pretende estudar. Após esse processo, a instituição terá prazo para avaliar os documentos. O estudante selecionado receberá o resultado por meio do boletim do candidato, disponível on-line na página do ProUni. Nas edições anteriores, o candidato tinha de manifestar interesse na lista de espera e aguardar a convocação da instituição.

    Criado pelo governo federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, o ProUni oferece a estudantes brasileiros de baixa renda bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que ofereçam cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Podem fazer a inscrição os egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular, estes na condição de bolsistas integrais da própria escola.

    Financiamento — Para os concorrentes à bolsa parcial, há ainda os benefícios do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O candidato pode custear os outros 50% da mensalidade, sem a necessidade de apresentação de fiador. Para isso, é necessário que a instituição para a qual foi selecionado tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

    As inscrições devem ser feitas na página do ProUni na internet.

    Assessoria de Comunicação Social

  • O Programa Universidade para Todos (ProUni) do Ministério da Educação registrou, até as 12 horas desta quinta-feira, 16, 965.285 candidatos a bolsas de estudos em instituições particulares de educação superior. O número de inscrições neste quarto dia chegou a 1.840.627 — cada candidato pode fazer até duas opções de instituição e curso. O prazo de inscrições vai até sexta-feira, 17, às 23h59 (horário de Brasília).

    Nesta primeira edição do ano, o programa oferece 131.636 bolsas integrais e 59.989 parciais, em 25,9 mil cursos. Isso significa crescimento de 18% na oferta em relação à primeira edição do ano passado.

    Estão programadas duas chamadas on-line de candidatos. O resultado da primeira será divulgado no dia 20 deste mês; o da segunda, em 3 de fevereiro, ambos na página do programa na internet.

    Para fazer a inscrição na primeira edição de 2014 do ProUni, o candidato deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. Não pode ter tirado nota zero na redação. No momento da inscrição, será necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem e o Cadastro de Pessoa Física (CPF). O candidato não pode ter diploma de curso superior.

    Para concorrer à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

    Estão dispensados dos requisitos de renda os professores da rede pública em efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Eles concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura.

    Espera— Este ano, há mudança quanto aos procedimentos da lista de espera. Agora, o estudante que não for pré-selecionado nas duas chamadas regulares e quiser participar da lista terá de manifestar interesse pela internet e, em seguida, nas datas previstas em edital, levar a documentação à instituição de ensino na qual pretende estudar. Após esse processo, a instituição terá prazo para avaliar os documentos. O estudante selecionado receberá o resultado por meio do boletim do candidato, disponível on-line na página do ProUni. Nas edições anteriores, o candidato tinha de manifestar interesse na lista de espera e aguardar a convocação da instituição.

    Criado pelo governo federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, o ProUni oferece a estudantes brasileiros de baixa renda bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que ofereçam cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Podem fazer a inscrição os egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular, estes na condição de bolsistas integrais da própria escola.

    Financiamento — Para os concorrentes à bolsa parcial, há ainda os benefícios do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O candidato pode custear os outros 50% da mensalidade, sem a necessidade de apresentação de fiador. Para isso, é necessário que a instituição para a qual foi selecionado tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

    As inscrições no ProUni devem ser feitas na página do programana internet.

    Assessoria de Comunicação Social

  • O segundo processo seletivo de 2014 do Programa Universidade para Todos (ProUni) chegou a 509.832 inscritos às 11 horas desta quarta-feira, 11, último dia de inscrições. O número é superior ao total registrado na mesma edição de 2013, quando 436.941 candidatos fizeram a inscrição.

    Das 115.101 bolsas disponíveis, 73.601 são integrais e 41,5 mil parciais. Esta edição do programa conta com 943 instituições participantes, que oferecem 22.139 cursos. Os de maior oferta são administração (13.168 vagas), engenharias (12.362), direito (7.887), pedagogia (7.725) e ciências contábeis (6.865).

    O ProUni oferece bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que oferecem cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Criado em 2004 pelo governo federal, o programa é dirigido a estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular, na condição de bolsistas integrais. O estudante precisa comprovar renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio para a bolsa integral; para a parcial, renda familiar, por pessoa, de até três salários mínimos.

    Estão dispensados de comprovar renda os professores dos quadros permanentes das redes públicas estaduais e municipais, em efetivo exercício do magistério, que concorram a bolsas em cursos de licenciatura, pedagogia ou normal superior.

    Para se inscrever na segunda edição de 2014 do programa, o candidato deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado nota zero na redação. No momento da inscrição, será necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem.

    A consulta a cursos e instituições, além da inscrição, deve ser feita na página do ProUni na internet.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Até as 18h25 desta quinta-feira, 27, último dia de inscrições, o Programa Universidade para Todos (ProUni) tinha registrado 422.864 candidatos a bolsas. O número de inscrições chegou a 816.556 — cada estudante pode fazer até duas opções de curso. O prazo termina às 23h59.

    No processo seletivo deste segundo semestre, o programa oferece 90.045 bolsas — 55.693 integrais — em instituições particulares de educação superior. Para se candidatar, o estudante deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), obtido no mínimo 450 pontos na média das notas e alcançado nota acima de zero na redação.

     

    O processo prevê duas chamadas. O resultado da primeira será divulgado no domingo, 30, pela internet. De a 8 de julho, o estudante selecionado deve comparecer à respectiva instituição de ensino para comprovação das informações prestadas no momento da inscrição, providenciar a matrícula e, se for o caso, participar de seleção própria da instituição.

     

    O resultado da segunda chamada está previsto para 16de julho. O estudante terá de 16a 22do mesmo mês para comprovar as informações e providenciar a matrícula.

     

    Caso fique fora das duas chamadas e pretenda integrar a lista de espera, o candidato terá de fazer a adesão, também on-line, de 26a 29de julho. A lista estará disponível no Sistema Informatizado do ProUni (Sisprouni) para consulta pelas instituições em 1º de agosto. No dia seguinte, será feita a primeira convocação. O candidato selecionado terá até o dia 7 do mesmo mês para a comprovação dos documentos e matrícula. Em 12de agosto, será feita a segunda convocação. O prazo para aferição dos documentos e matrícula vai até o dia 15.

     

    Criado em 2005, o ProUni oferece bolsas de estudos em instituições particulares a estudantes egressos do ensino médio da rede pública. Também são atendidos bolsistas integrais oriundos da rede particular. Para a bolsa integral, o candidato precisa comprovar renda bruta familiar, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para a bolsa parcial, de até três salários mínimos.

     

    Os candidatos a bolsas devem fazer a inscrição on-line até as 23h59 desta quinta-feira e consultar número de vagas por instituição na página do ProUni na internet.

     

    Assessoria de Comunicação Social


    Confira o número de bolsas por unidade da Federação

    Confira o número de bolsas por município

     

  • A segunda edição de 2014 do Programa Universidade para Todos (ProUni) registrou 653.992 inscritos, 50% a mais do que na mesma edição de 2013, quando 436.941 candidatos habilitaram-se às bolsas de estudos em instituições particulares de educação superior. Como cada estudante pôde fazer até duas opções de curso, foram contabilizadas 1.269.084 inscrições.

    Nesta edição do ProUni, as mulheres foram maioria, com 384.063 candidatas (59% do total). O programa atraiu os jovens: 392.329 (60%) dos inscritos têm entre 18 e 24 anos; 98.828 (15%) têm idade de 25 a 30 anos e 71.952 (11%), menos de 17 anos. Passaram dos 40 anos 4% dos candidatos (26.102).

    O programa registrou 409.527 inscritos que se declararam pretos ou pardos (62,6% do total). Os brancos representam 34,9%; amarelos, 2,4%; 0,1% (853 candidatos) se declararam indígenas.

    Entre os cursos preferidos estão as engenharias, com 166.807 inscrições. Administração recebeu 137.515, seguida por direito (119.447), ciências contábeis (61.169) e pedagogia (56.250).

    Chamadas— O processo seletivo prevê duas chamadas. O resultado da primeira será divulgado no domingo, 15, pela internet. De 16 a 24 de junho, o estudante selecionado deve comparecer à respectiva instituição de ensino para comprovação das informações prestadas no momento da inscrição e fazer a matrícula. O resultado da segunda chamada está previsto para 4 de julho. O estudante terá de 4 a 11 do mesmo mês para comprovar as informações e providenciar a matrícula.

    O ProUni oferece bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que tenham cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Criado em 2004 pelo governo federal, o programa é dirigido a egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular, estes na condição de bolsistas integrais. O estudante precisa comprovar renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio para a bolsa integral; para a parcial, renda familiar, por pessoa, de até três salários mínimos.

    Estão dispensados de comprovar renda os professores dos quadros permanentes das redes públicas estaduais e municipais, em efetivo exercício do magistério, que concorram a bolsas em cursos de licenciatura, pedagogia ou normal superior.

    Esta edição do programa ofertou 115.101 bolsas — 73.601 integrais e 41,5 mil parciais. No total, 943 instituições participantes abriram vagas em 22.139 cursos. Mais informações na página do ProUni na internet.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Mercadante salientou que o ProUni dá ao estudante de baixa renda o acesso à educação superior: “O ProUni é uma nova possibilidade” (foto: Letícia Verdi/MEC)Neste primeiro semestre de 2013, o Programa Universidade para Todos (ProUni) do Ministério da Educação oferece 99.223 bolsas integrais e 45.416 parciais. Os candidatos podem conferir as vagas disponíveis pela internet. As inscrições serão abertas na quinta-feira, 17, e vão até as 23h59 do dia 21, pelo horário de Brasília.

    Ao anunciar, nesta segunda-feira, 14, em Brasília, que os estudantes já podem conferir quais instituições oferecem bolsas e os cursos disponíveis, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou o ProUni como uma forma de o estudante de baixa renda ter acesso à educação superior — o setor privado é responsável por 73% das vagas. “É enorme o interesse de entrar em uma universidade e fazer um curso superior, e o ProUni é uma nova possibilidade”, lembrou Mercadante. “Com o programa, os estudantes de baixa renda podem estudar de graça em uma universidade particular.”

    Criado pelo governo federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, o ProUni oferece a estudantes brasileiros de baixa renda bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que ofereçam cursos de graduação e sequenciais de formação específica.

    A oferta de bolsas de estudos está disponível na página do ProUni na internet. Na mesma página, o candidato fará as inscrições, a partir de quinta-feira, 17.

    Assessoria de Comunicação Social

    Sobre os critérios para concorrer a bolsas do ProUni, leia também:

    Candidatos às bolsas podem conferir as vagas disponíveis

    Ouça o ministro Aloizio Mercadante sobre as bolsas do ProUni
  • Estudantes brasileiros têm cada vez mais oportunidades para complementar seus estudos no exterior. Já são 14.676 as bolsas do programa Ciência sem Fronteiras, disponíveis para vários países, parte delas ainda em processo seletivo.

    Desse total, o programa, lançado em julho do ano passado, já distribuiu 3.697 bolsas para estudantes que já estão no exterior. Outros começam suas aulas no segundo semestre, quando a maior parte das universidades estrangeiras inicia o período letivo. Alemanha, Estados Unidos, França, Itália, Reino Unido e Canadá já começaram a receber os alunos.

    O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, lembrou nesta quarta-feira, 4, que ainda está aberto o prazo de inscrição para graduação sanduíche, referente ao terceiro edital do programa. Os países envolvidos na atual seleção são Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Holanda e Portugal. As inscrições vão até 30 de abril.

    Para concorrer, o candidato deve seguir os seguintes critérios: estar matriculado em curso de nível superior nas áreas e temas do programa; ter nacionalidade brasileira; ter cursado no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo previsto para seu curso, e se comprometer a permanecer no Brasil pelo dobro de tempo que ficar no exterior para a realização da graduação sanduíche. É importante também observar os testes de proficiência exigidos em cada país.

    Segundo o ministro, a proficiência em inglês e outras línguas é um dos maiores desafios enfrentados pelos estudantes. Para resolver o problema, Mercadante informou que pretende mobilizar universidades e institutos de ensino de línguas para aumentar a oferta de cursos. “Todos que querem pleitear uma bolsa do programa precisam se empenhar no estudo de línguas estrangeiras. Queremos que os estudantes estejam garantidos nos testes de proficiência”.

    Assessoria de Comunicação Social
  • O programa Ciência sem Fronteiras começa a oferecer bolsas de estudo no exterior para cursos de mestrado profissional, com duração de dois anos e formação específica, voltada para o mercado de trabalho. A novidade foi anunciada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, nesta segunda-feira, 2, no programa semanal de rádio Café com a Presidenta.


    As primeiras bolsas serão oferecidas nas principais universidades dos Estados Unidos, como Harvard, Columbia, Illinois, Stanford, Carnegie Mellon, Yale e Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). As bolsas de mestrado profissional atendem as áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras, como engenharias; ciências exatas (matemática, química, física, biologia e ciências médicas); ciências da computação; ciências da área de energia e ciências da natureza. “Tenho certeza que essa nova modalidade de bolsas vai ajudar a dar um salto na formação profissional e tecnológica dos trabalhadores nas nossas empresas”, disse a presidenta.

    Dilma falou também sobre outras modalidades de bolsas do programa, ao destacar que em dois anos o governo federal já concedeu 60 mil bolsas. Dessas, 48 mil a estudantes da graduação. Segundo a presidenta, 14,6 mil estudantes já terminaram os estudos no exterior e voltaram ao Brasil para continuar o curso superior. “Os jovens do Ciência sem Fronteiras estão voltando com novas ideias, buscando melhorar o processo de ensino da sua própria universidade”, disse. “Eles têm acesso às últimas novidades em suas áreas de conhecimento e preparam-se para um mercado de trabalho cada vez mais competitivo.”

    Inscrições— O Ciência sem Fronteiras mantém seleção aberta para graduação-sanduíche em 20 países — Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Estados Unidos, China, Coréia do Sul, Japão, Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Noruega, Reino Unido e Suécia. As inscrições terminam na sexta-feira, 6.

    Para participar do programa, o estudante precisa ter feito pelo menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e comprovar bom desempenho no curso de graduação no Brasil. O governo federal garante todos os custos da viagem, a mensalidade da universidade no exterior, alojamento, alimentação e também um curso para quem precisa melhorar o domínio sobre o idioma do país de destino.

    A meta do programa é oferecer 101 mil bolsas até o fim de 2014 — 75 mil oferecidas pelo governo federal e 26 mil, por empresas. Além da nova modalidade, a oferta de bolsas prevê graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação — doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.

    Pelo programa, estudantes de graduação e de pós-graduação podem fazer estágio no exterior para manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, o Ciência sem Fronteiras tenta atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar, por tempo determinado, no Brasil.

    Ouça o programa Café com a Presidenta

    Assessoria de Comunicação Social

  • As inscrições para a primeira edição de 2014 do Programa Universidade para Todos (ProUni), abertas nesta segunda-feira, 13, devem ser feitas até as 23h59 do dia 17 próximo. A oferta é de 131.636 bolsas integrais e 59.989 parciais, em 25,9 mil cursos. Isso significa crescimento de 18% na oferta em relação à primeira edição programa no ano passado.

    Os cursos com o maior número de bolsas ofertadas são os de administração (21.252), pedagogia (14.773) e direito (13.794). Mais da metade das bolsas disponíveis está em São Paulo. Este ano, serão 1.116 instituições participantes em 991 municípios.

    O programa terá duas chamadas on-line. O resultado da primeira será divulgado no dia 20 deste mês; o da segunda, em 3 de fevereiro, ambos na página do programa na internet.

    Para fazer a inscrição na primeira edição de 2014 do ProUni, o candidato deve ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. Não pode ter tirado nota zero na redação. No momento da inscrição, será necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem e o Cadastro de Pessoa Física (CPF). O candidato não pode ter diploma de curso superior.

    Espera — Este ano, há mudança quanto aos procedimentos da lista de espera. Agora, o estudante que não for pré-selecionado nas duas chamadas regulares e quiser participar da lista terá de manifestar interesse pela internet e, em seguida, nas datas previstas em edital, levar a documentação à instituição de ensino na qual pretende estudar. Após esse processo, a instituição terá prazo para avaliar os documentos. O estudante selecionado receberá o resultado por meio do boletim do candidato, disponível on-line na página do ProUni. Nas edições anteriores, o candidato tinha de manifestar interesse na lista de espera e aguardar a convocação da instituição.

    Criado pelo governo federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, o ProUni oferece a estudantes brasileiros de baixa renda bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que ofereçam cursos de graduação e sequenciais de formação específica. Podem fazer a inscrição os egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular, estes na condição de bolsistas integrais da própria escola.

    Renda — Para concorrer à bolsa integral, o candidato deve comprovar renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

    Estão dispensados dos requisitos de renda os professores da rede pública em efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Eles concorrem exclusivamente a bolsas para cursos de licenciatura.

    Financiamento — Para os concorrentes à bolsa parcial, há ainda os benefícios do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O candidato pode custear os outros 50% da mensalidade, sem a necessidade de apresentação de fiador. Para isso, é necessário que a instituição para a qual foi selecionado tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

    O cronograma e demais procedimentos relativos ao processo seletivo deste primeiro semestre constam do Edital nº 1/2014 da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação, publicado no Diário Oficial da União do dia 7 último. O processo seletivo do ProUni para este primeiro semestre foi regulamentado pela Portaria nº 2/2014 do MEC, publicada na mesma edição do DOU.

    As inscrições devem ser feitas na página do ProUni na internet.

    Confira apresentação feita pelo ministro Aloizio Mercadante.

    Confira o áudio da coletiva.

    Assessoria de Comunicação Social

  • A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) lançou nesta quarta-feira, 15, edital que permite que instituições privadas de ensino superior do sistema estadual migrem para o sistema federal. A migração é uma condição para aderir ao Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento das Instituições de Educação Superior (ProIes). O prazo para adesão vai até 30 de setembro de 2012.

    O edital 01/2012 da Seres, de 14 de agosto, foi elaborado com o objetivo de disciplinar os procedimentos para a migração entre os sistemas. O processo de migração se dará pelo Sistema Eletrônico de Fluxo de Processos (eMEC), do Ministério da Educação. “O ProIes busca reestruturar a saúde financeira das mantenedoras das instituições de ensino superior e garantir a qualidade acadêmica das instituições privadas”, explicou o secretário da Seres, Jorge Messias.

    Podem participar da migração instituições de educação superior mantidas ou geridas pela iniciativa privada que se encontravam sob o poder regulatório dos sistemas estaduais de ensino. Com a migração, essas instituições passam a regulação e supervisão do MEC.

    O Proies foi criado pela Lei nº 12.688/2012 e estabelece critérios para que as instituições particulares renegociem suas dívidas tributárias com o governo federal. Elas poderão converter até 90% das dívidas em oferta de bolsas de estudo, ao longo de 15 anos, e assim reduzir o pagamento em espécie a 10% do total devido. A medida visa a ampliar a oferta de educação superior e, ao mesmo tempo, a recuperação de créditos tributários.

    Assessoria de Comunicação Social

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  • Durante a abertura oficial da 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SPBC), realizada em São Carlos (SP), neste domingo, 12, o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, anunciou que a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) vai lançar dois editais para dar incentivo à pesquisa histórica: um sobre biografias de personagens e outro sobre conflitos históricos.

    O edital sobre biografias contemplará pesquisas sobre pessoas ou grupos significativos para a compreensão da História do Brasil republicano, em todas as áreas do conhecimento. Não serão contempladas propostas de biografias individuais de pessoas vivas.

    Poderão apresentar projetos pesquisadores de instituições de ensino superior e de institutos de pesquisa brasileiros que possuam programas de pós-graduação recomendados pela Capes. As propostas poderão ser individuais ou de grupos de pesquisa. O projeto deverá atender características que contemplem a diversidade regional, de gênero e étnico-racial; apresentar cronograma de execução, e ter como objetivo final a publicação de livros e eventuais materiais complementares previstos no projeto.

    Conflitos – O segundo edital anunciado tem como objetivo a promoção e o fomento de pesquisas científicas que resultem em livros que enfoquem revoltas, rebeliões populares, lutas armadas, manifestações populares, entre outros conflitos que, ao longo do período republicano da história brasileira, ajudem o entendimento da construção do Estado e da sociedade brasileira. O edital abrangerá grupos de pesquisa das áreas de ciências humanas e sociais, como antropologia, artes, ciências políticas, ciências sociais aplicadas, educação, história, literatura e linguística e sociologia.

    Os grupos de pesquisa que desejarem apresentar um projeto deverão envolver mais de uma instituição de diferentes regiões brasileiras e estar vinculado a um programa de pós-graduação recomendado pela Capes. Os projetos deverão ter caráter multinstitucional e interdisciplinar, e ter como objetivo final a publicação de livros e eventuais materiais complementares previstos no projeto.

    Em ambos os casos os projetos selecionados poderão financiar, com recursos da Capes, bolsas de iniciação científica, mestrado e pós doutorado no país, passagens aéreas e diárias para missões de pesquisa no Brasil, despesas com material bibliográfico, entre outras.

    Assessoria de Comunicação Social

  • A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informa que a Portaria nº 87, de 20 de junho de 2016, que trata do Regulamento para Bolsas no Exterior,não traz qualquer prejuízo aos beneficiários de bolsas vigentes. Todos os bolsistas da Capes têm garantia de terminar seus estudos, desde que possuam mérito e estejam cumprindo com as obrigações previstas, conforme termo de compromisso assinado no ato da aceitação da bolsa.

    O novo regulamento tem como objetivo unificar e sistematizar normas previstas em outros instrumentos normativos (regulamentos, portarias, editais e manuais) das diversas modalidades de bolsa de estudo. Trata-se de processo contínuo de revisão e de aperfeiçoamento dos procedimentos para concessão de bolsas, que visa melhor divulgar e dar transparência às regras e requisitos, além de garantir a qualidade da formação no exterior e a boa aplicação dos recursos públicos.

    A Capes esclarece, ainda, que a referida portaria não faz qualquer referência a interrupção de bolsa de estudos em andamento por corte orçamentário. O Art. 10, que trata da concessão do benefício, prevê, em eventuais situações de cortes orçamentários, a possibilidade de cancelamento da Carta de Concessão (documento disponível ao então candidato anteriormente à implementação da bolsa), quando o aluno ainda encontra-se no Brasil. Apesar de prevista no regulamento, trata de situação sem histórico nesta instituição.

    A Capes e o Ministério da Educação mantêm seu compromisso de pagamento de todas as bolsas ativas no Brasil e no exterior.

    Contato –Aos bolsistas, a Capes reforça a importância sobre a utilização do Linha Direta e do contato com o setor técnico de acompanhamento da bolsa como canais oficiais para sanar dúvidas e obter esclarecimentos sobre o benefício.

    Renovação e prorrogação ­–Na última terça-feira, 28, a Capes divulgou nota oficial com informações sobre as questões de renovação e de prorrogação de bolsa de Doutorado Pleno no Exterior. Acesse aqui.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Em portaria publicada nesta-segunda-feira, 24, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) regulamenta as diretrizes de concessão e pagamento de bolsas no âmbito do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). A iniciativa da Capes, órgão vinculado ao Ministério da Educação, visa a atender às metas do Plano Nacional de Educação (PNE) de formação inicial e continuada de professores.

    A portaria determina os valores das bolsas para as 13 categorias de professores e profissionais de educação dos cursos e programas da UAB, que variam de R$ 765 a R$ 1,5 mil, e estabelece as obrigações dos bolsistas. Entre elas, a de tornar disponíveis, a qualquer tempo e a pedido da Capes, os recursos educacionais usados durante os cursos, como vídeos, jogos, objetos didáticos, dados, processos, metodologias e sistemas.

    De acordo com o texto normativo, as bolsas do sistema UAB não podem ser acumuladas com outras cujo pagamento tenha por base a Lei nº 11.273, de 6 de fevereiro de 2006, e com outras concedidas pela Capes, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ou pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

    Em caso de não cumprimento dos requisitos de concessão da bolsa, ela pode ser suspensa. O cancelamento acarretará ao bolsista a restituição à Capes do investimento feito. A portaria também determina que prestar informações falsas no cadastramento implicará o desligamento do bolsista e o impedimento de sua participação em qualquer outro programa de bolsas executado pelo órgão pelo prazo de cinco anos.

    A Diretoria de Educação a Distância (DED) da Capes fará publicar, em até 180 dias, instrução normativa relativa aos demais procedimentos e parâmetros para a concessão dessas bolsas no âmbito da UAB.

    Cursos — Na sexta-feira, 21, a Capes divulgou os resultados das propostas de cursos novos (APCN), acadêmicos e profissionais, apresentadas durante a 166ª Reunião do Conselho Técnico-Científico (CTC) da Educação Superior, realizada em setembro último, em Brasília. A seleção está na fase de recursos. Finalizado o prazo para envio dos pedidos de reconsideração, que termina em 21 de novembro próximo, as propostas serão encaminhadas ao Conselho Nacional de Educação (CNE) para que os conselheiros deliberem sobre a autorização e o reconhecimento do programa de pós-graduação. Só depois desta fase o curso será homologado pelo ministro da Educação.

    A Portaria da Capes nº 183/2016, que regulamenta as diretrizes para concessão e pagamento de bolsas no âmbito da UAB, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 24.

    Assessoria de Comunicação Social

    Confira:
    Lei nº 11.273, de 6 de fevereiro de 2006

  • Os institutos federais de educação, ciência e tecnologia devem revisar ou instituir regulamento interno para a concessão de bolsas destinadas ao financiamento de atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. A orientação foi publicada na Portaria nº 58/2014, da Secretária de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação. Publicada em 21 de novembro deste ano, a portaria passa a regulamentar a concessão de bolsas para atividades de pesquisa, desenvolvimento, inovação e intercâmbio no âmbito de atuação dos Institutos Federais.

    A oferta de bolsas para o fomento às atividades já ocorre entre estudantes e professores com vínculo institucional. Agora, com a publicação da portaria, os institutos federais podem estender a concessão dessa modalidade de financiamento aos pesquisadores de instituições de ensino e pesquisa externos ou de empresas públicas ou privadas nacionais ou estrangeiras.

    Outra novidade é que as bolsas passam a ter nomenclatura padronizada para todos os institutos, sendo classificadas de acordo com o nível de envolvimento e atividade desenvolvida pelo beneficiário. Os valores praticados terão como referência os estabelecidos pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio de uma tabela de equivalência.

    “Pretendemos, a partir da portaria, criar mais uma ferramenta para aperfeiçoar a atuação dos institutos federais nas atividades de pesquisa aplicada e extensão tecnológica em articulação com os arranjos produtivos. Afinal, são instituições que têm importante missão no processo de desenvolvimento socioeconômico local e regional”, destaca o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Aléssio Trindade de Barros.

    A portaria orienta ainda que os institutos federais promovam a seleção dos beneficiários por meio de edital ou chamada pública. Os critérios do processo de seleção dos bolsistas, projetos, valores das bolsas e as regras do programa de concessão interno devem ter acesso público e permanente, cita a portaria. As bolsas somente poderão ser concedidas após o cadastro dos projetos e bolsistas no Sistema de Gestão e Controle de Projetos e Bolsas da Setec.

    Podem ser beneficiários das bolsas:

    • Servidores públicos federais, estaduais, distritais ou municipais ativos ou inativos, civis ou militares, pertencentes ao quadro de pessoal da administração direta, autárquica ou fundacional;
    • Empregados ou funcionários ativos vinculados a empresas públicas ou particulares nacionais ou internacionais que tenham cooperação com instituto federal;
    • Estudantes matriculados em cursos de formação inicial e continuada, cursos técnicos, de graduação ou de pós-graduação;
    • Profissionais autônomos ou aposentados de comprovada capacidade técnica relativa ao objetivo do projeto ou programa.

    Assessoria de imprensa da Setec

    Acesse a Portaria nº 58/2014

  • A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lançou dois editais para os Programas de Licenciaturas Internacionais (PLI). As convocações são para cursos em Portugal e na França e as inscrições para ambos os países podem ser feitas até 8 de maio.

    O programa tem como objetivo selecionar projetos de parceria universitária entre cursos de licenciatura brasileiros e universidades parceiras, visando a realização de graduação sanduíche, com dupla diplomação, de estudantes brasileiros. As bolsas são para licenciaturas nas áreas de química, física, matemática, biologia, letras, artes e educação física.

    Para a edição portuguesa do programa a Capes apoiará até 40 projetos, e cada projeto contemplará no mínimo cinco e no máximo sete licenciandos, totalizando até 280 bolsistas. Os cursos serão na modalidade graduação sanduíche, com dupla diplomação. Podem ser selecionados estudantes de cursos de licenciaturas de universidades brasileiras, que deverão permanecer até 24 meses no exterior.

    Na França serão 30 projetos, com até cinco licenciandos em cada, totalizando até 150 bolsistas de graduação sanduíche, também por até 24 meses. As licenciaturas em letras e artes serão oferecidas na Universidade Paris-Sorbonne, e física, química, biologia e matemática serão na Universidade Pierre et Marie Curie.

    Diego Rocha

    Acesse as informações do PLI em Portugal
    Acesse as informações do PLI na França
    http://www.capes.gov.br/editais/abertos/6159-pli-franca
  • Estudantes de graduação brasileiros que pretendem fazer parte dos estudos em instituições norte-americanas têm prazo de inscrição até a próxima quinta-feira, 20. A chamada pública, aberta pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), na internet, oferece bolsas de estudos na modalidade graduação-sanduíche, que permite ao selecionado estudar por até um ano nos Estados Unidos.

    Para se inscrever, os candidatos devem ser de nacionalidade brasileira e, entre outros requisitos, apresentar bom rendimento acadêmico, além de ter concluído no mínimo 40% e no máximo 80% do currículo previsto para o curso de graduação no momento de início da viagem de estudos. Por fim, comprovar nota mínima de 79 pontos no exame Toefl-Ibet Test.

    Os participantes terão auxílio financeiro pelo período de 12 meses, pagamento das taxas escolares norte-americanas, nos casos em que couber, além de passagens aéreas para o percurso entre o Brasil e os Estados Unidos, de ida e volta.

    A primeira chamada pública da Capes permitirá a instituições de ensino superior nacionais selecionar estudantes brasileiros de graduação, em áreas de interesse para o país, para cursos ou estágio em instituições norte-americanas. O documento determina que as instituições brasileiras firmem acordo de adesão com a Capes, por meio do qual se habilitarão a selecionar e a indicar os alunos.

    Individual— Outra forma de pleitear a vaga é individual. Nesse caso, é necessário observar alguns requisitos, como estar matriculado em curso de bacharelado em áreas consideradas prioritárias pelo programa. É preciso ainda que o candidato tenha ingressado na instituição de ensino por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni) ou do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) superior a 600 pontos. Outra opção é ter sido premiado em categorias dos prêmios Jovem Cientista e Iniciação Científica e em olimpíadas de matemática ou de ciências. O candidato pode comprovar ainda ser detentor de premiações de mérito acadêmico ou estar usufruindo de benefício do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ou do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) da Capes.

    Mais informações na coordenação da graduação da instituição na qual o estudante estiver matriculado e nas páginas eletrônicas da chamada pública e da Capes. Os primeiros atendidos embarcarão em janeiro de 2012.

    Internacionalização — Lançado em 26 de julho de 2011, o Ciência sem Fronteiras é um programa do governo federal destinado a consolidar, expandir e promover a internacionalização da ciência e da tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio de alunos de graduação e de pós-graduação e da mobilidade internacional. O projeto prevê a concessão de até 75 mil bolsas em quatro anos. A iniciativa é dos ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia


    Assessoria de Comunicação Social
  • Os estudantes que não foram pré-selecionados nas duas chamadas do Programa Universidade para Todos (ProUni) têm prazo somente até esta segunda-feira, 25, para aderir à lista de espera. A primeira convocação de integrantes da lista está prevista para quinta-feira, 28.


    Criado pelo governo federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005, o ProUni oferece a estudantes brasileiros de baixa renda bolsas de estudos integrais e parciais (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que ofereçam cursos de graduação e sequenciais de formação específica.

     

    Mais informações na página do ProUni na internet.


    Assessoria de Comunicação Social

     

     

     

     

  • Edital trata do processo seletivo do primeiro semestre de 2020


    Giulliano Fernandes, do Portal MEC

    Começou nesta quinta-feira, 7 de novembro, e vai até o dia 25 o período para adesão das instituições de ensino superior ao processo seletivo do Programa Universidade Para Todos (ProUni) referente ao primeiro semestre de 2020. Também teve início hoje — e se encerra na próxima quinta, 14 — o prazo para as que ainda não participam do programa manifestem interesse em aderir.

    O edital, que torna público o cronograma e os procedimentos para as emissões de termo de adesão e termo aditivo ao processo seletivo do ProUni do primeiro semestre de 2020, está publicado na edição desta quarta, 6, do Diário Oficial da União (DOU).

    A edição também informa que o período para emissão de termos aditivos ao ProUni é de 7 a 25 de novembro. Aditivo é o documento que deve ser providenciado por parte das mantenedoras de instituições que possuam vigente termo de adesão ao programa. O período para retificação dos termos de adesão e aditivos será de 2 a 6 de dezembro.

    O secretário de Educação Superior, Arnaldo Lima, ressalta a importância de se observar rigorosamente as datas constantes no edital, que pode ser consultado, na íntegra, na página do ProUni na internet. Ele lembra que o processo seletivo ocorre em fases sucessivas, sendo importante observar os prazos para cada procedimento.

    De acordo com o coordenador-geral de Políticas de Educação Superior, Thiago Leitão, “essa é uma ótima oportunidade para adesão ao Prouni daquelas mantenedoras de instituições de educação superior que ainda não participam do programa. Além disso, pelo edital publicado, fica estabelecido o prazo de 19 dias para emissão dos termos aditivos, suficiente para que as instituições procedam suas atividades com bastante tranquilidade”.

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