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Diversidade

Prêmio Viva Leitura será entregue hoje

  • Quarta-feira, 12 de novembro de 2008, 15h32
  • Última atualização em Quarta-feira, 12 de novembro de 2008, 16h20

Apesar de estar lendo mais, o brasileiro ainda não pode ser considerado um povo que tenha o hábito da leitura. A recente pesquisa Retratos da Literatura no Brasil revelou que os brasileiros lêem, em média, 4,7 livros por ano. Desses, 3,4 são didáticos ou foram indicados pela escola. Os números deixam evidente a necessidade de fomentar políticas e ações que despertem o gosto pela leitura. Com esse objetivo foi criado o prêmio Viva Leitura, desenvolvido em parceria pelos ministérios da Educação e da Cultura e também pela Organização Estados Interamericanos para a educação, a ciência e a cultura (OEI).

Nesta quarta-feira, 12, às 19h, ocorre a premiação da terceira edição do Prêmio Viva Leitura, que elegeu iniciativas capazes de incentivar a leitura em todo país. Participaram do concurso bibliotecas públicas, privadas e comunitárias, escolas públicas e privadas, além de ONGs, pessoas físicas, universidades/faculdades e instituições sociais que desenvolvem trabalhos na área de leitura. Serão três projetos escolhidos nas três categorias que compõem o prêmio: bibliotecas, escolas e experiências desenvolvidas por pessoas físicas, ONGs, universidades/faculdades e instituições.

Os vencedores receberão, no Museu de Arte de São Paulo (Masp), R$ 30 mil cada. “A nossa intenção é identificar e divulgar iniciativas que promovam a leitura no Brasil”, explicou André Lázaro, secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (Secad). O incentivo à leitura é uma das metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e é considerado por especialistas como fator fundamental para superar os baixos índices educacionais brasileiros.

Avanços – Pesquisas como o Retratos da Leitura no Brasil, divulgada em maio deste ano, revelam mudanças. A primeira edição foi realizada em 2000. Passados sete anos, foi constatado que ações como a ampliação do acesso ao livro didático a milhões de estudantes do ensino médio e a elevação do número de estudantes de nível superior surtiram efeito. Na primeira edição, a parcela da população considerada leitora era de 49%. A segunda revelou crescimento desse índice para 55% da população.

A pesquisa foi encomendada pelo Instituto Pró-Livro e executada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), sob coordenação do Observatório do Livro e da Leitura (OLL).

Ana Guimarães

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