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Educação profissional e tecnológica

Acordo com Sistema S cria oportunidades para jovens desde o ensino médio

  • Quinta-feira, 26 de março de 2009, 12h36
  • Última atualização em Quinta-feira, 26 de março de 2009, 13h54
Preparar o jovem brasileiro para o futuro, com escolaridade e formação, é o grande desafio para governos e entidades empresariais. Esta foi a tônica dos pronunciamentos feitos na quarta-feira à noite, 25, na abertura do seminário Perspectivas para a Educação Profissional no Brasil.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, defende pacto para mudar o quadro do ensino médio brasileiro. (Foto: Divulgação/Setec)O encontro prossegue nesta quinta-feira, 26, com debates entre dirigentes da rede federal de educação profissional, representantes das entidades do Sistema S, das centrais sindicais, dos estudantes e de governos estaduais. Ao final do evento, será assinada a Carta de Brasília, documento que propõe, entre outras ações, a criação da Câmara Brasileira de Educação Profissional e Tecnológica.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, defendeu um pacto para mudar o quadro do ensino médio brasileiro. Segundo ele, é preciso oferecer alternativas aos 70% dos jovens que não chegam à universidade. “Se houver união, conseguiremos mudar esta situação rapidamente”, disse. Haddad destacou a evolução do orçamento da educação nos últimos seis anos, passando de R$ 18 bilhões para os atuais R$ 42 bilhões. O ministro ainda citou algumas ações em andamento que estão colocando a educação profissional em um novo patamar: acordo com o Sistema S, programa Brasil Profissionalizado e criação de 214 escolas técnicas federais.

Acordo – O presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Antonio Oliveira Santos, celebrou o acordo firmado no final do ano passado entre governo e entidades do Sistema S que beneficiará milhares de pessoas já a partir deste ano.

Os decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que alteram o regimento de entidades do chamado Sistema S, aumentam as vagas gratuitas na educação profissional. Para o secretário de educação profissional do MEC, Eliezer Pacheco, o seminário marca o início da segunda etapa nas relações entre governos e entidades. “É o momento de dotarmos nosso país de uma rede de educação profissional e tecnológica capaz de dar conta dos desafios que o mundo exige”, afirmou.

Veja os decretos do Senac, Sesi, Senai e Sesc.

Felipe De Angelis
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