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Educação básica

Ministro abre debate sobre currículo do ensino básico

  • Quarta-feira, 08 de novembro de 2006, 09h27
  • Última atualização em Terça-feira, 22 de maio de 2007, 11h15

Foto: Wanderley PessoaFinanciamento, avaliação e formação de professores. Nesse tripé está a síntese da transformação da educação básica do País que está em andamento, segundo o ministro da Educação Fernando Haddad. Ao abrir o seminário Currículo em Debate, na manhã desta quarta-feira, 8, em Brasília, Haddad disse que a o financiamento está sendo equacionado com a aprovação do Fundeb e com o aumento da arrecadação do Salário-Educação. Já a avaliação está em novo patamar com a realização da Prova Brasil, que vai avaliar escola por escola do País. “A formação de professores passa pelo sistema Universidade Aberta do Brasil e pela nova Capes, que passa a cuidar também da formação de professores para a educação básica”, disse Haddad. Segundo ele, a UAB será o grande instrumento de transformação do magistério no País, já que em três ou quatro anos todos os dois milhões de professores do ensino básico estarão ligados a um pólo da UAB. “Qualquer política que não esteja focada na qualificação do professor não terá resultado”, ressaltou.

O ministro destacou a importância de que as modificações em curso estejam sendo executadas com diálogo entre todos os responsáveis pela educação no País – secretários municipais, estaduais, profissionais em educação, estudantes. “Sem diálogo, as melhores idéias não repercutem no chão da escola, que é o objetivo de todos nós”, afirmou Haddad, dirigindo-se aos participantes do seminário, que debatem até sexta, 10, os currículos dos ensinos infantil e fundamental.

O secretário de Educação Básica do MEC, Francisco das Chagas Fernandes, disse que entre os temas mais presentes no seminário deve estar o debate sobre as séries iniciais, a partir da aprovação dos nove anos para o ensino fundamental. Segundo Chagas há diferenças de aplicação em cada sistema de ensino: alguns trabalham em ciclos de três anos; outros com dois anos para o letramento e a alfabetização. “O papel do MEC não é impor nenhum modelo, mas fomentar o debate para que cada sistema de ensino encontre a melhor forma de aplicação”, concluiu Chagas.

Evento – O seminário ocorre no Bay Park, na Vila Planalto, em Brasília, e se estende até sexta-feira, 10. No evento, o MEC tem a parceria da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed). Nesta primeira edição, reúnem-se secretários estaduais e municipais de educação do Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins. O programa do seminário está na página eletrônica da SEB. A segunda edição ocorre entre 22 e 24 de novembro.

Rodrigo Dindo

Assunto(s): mec , notícias , jonalismo , matérias
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