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Educação superior

Comitê do novo Enem contará com instituições estaduais

  • Terça-feira, 28 de abril de 2009, 19h37
  • Última atualização em Quinta-feira, 14 de maio de 2009, 19h06

A Associação Brasileira de Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem) participará do comitê de governança do novo Enem. A decisão foi tomada durante reunião nesta terça-feira, 28, em Brasília, entre membros da entidade, o ministro da Educação, Fernando Haddad, e o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Reynaldo Fernandes.


Com isso, o comitê reunirá reitores de todas as instituições de educação superior públicas – federais, estaduais e municipais – além de secretários de educação. O órgão terá, entre suas responsabilidades, discutir e acompanhar a elaboração do novo Enem e seu impacto no currículo do ensino médio.


Os reitores de instituições estaduais e municipais vieram ao Ministério da Educação conhecer o novo modelo. Todos concordaram com os princípios da proposta do ministério, que prevê um processo de seleção capaz de orientar o currículo do ensino médio, a partir de um exame que tem como objetivo avaliar a capacidade de compreensão e de resolução de problemas pelo aluno e o uso criativo do conhecimento.


Para o ministro, mais importante que definir a maneira de utilização do novo exame e o prazo para isso é criar um círculo virtuoso de discussão, que torne a passagem da educação básica para a educação superior menos traumática e estressante para o aluno, além de privilegiar a capacidade analítica do estudante. “A participação de todas as instituições públicas nesse processo daria um padrão de referência à educação básica muito significativo”, avaliou Haddad.


O ministro sugeriu um prazo de três anos para que as instituições implementem a medida de maneira “tranqüila, segura e com objetivos comuns”. “Se a nota do novo Enem for considerada para o ingresso sob qualquer das formas propostas, será um grande salto de qualidade”, afirmou.


As instituições podem optar entre quatro alternativas, ou ainda usá-las de forma combinada. O novo Enem poderá ser usado como única fase; como primeira fase; como parcela da nota do vestibular; ou para preencher as vagas remanescentes do vestibular.


A maioria dos reitores demonstrou interesse em adotar uma das formas já neste ano. Na reunião, ficou definido também que as instituições discutirão a proposta com suas comunidades acadêmicas e que a Abruem escolherá os seus membros de composição do comitê de governança nos próximos 30 dias. A Abruem representa 32 instituições estaduais e municipais de educação superior. 

Maria Clara Machado

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Assunto(s): Abruem , Novo Enem
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