Cooperação internacional
“É importante que o governo do Burundi oficialize essa solicitação para que possamos desenvolver projetos em conjunto, de acordo com as necessidades e interesses do país”, disse o presidente do FNDE, Daniel Balaban. Segundo o presidente da autarquia, o primeiro passo é conhecer a realidade da nação africana, como o número de alunos, estrutura das escolas, agricultura e economia, para então, traçar um programa adequado à realidade local.
A cooperação técnica envolve a criação de uma legislação para o programa, a formação de agentes envolvidos na sua execução e a capacitação de agricultores locais.
Cooperação – O Programa Nacional de Alimentação Escolar do Ministério da educação atende a treze nações: Cabo Verde, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissao, Timor Leste, Suriname, Palestina, Bolívia, Colômbia, Haiti, Nicarágua, Guatemala e El Salvador. O programa brasileiro tem sido apontado por organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e o Programa Mundial de Alimentos, como exemplo a ser seguido por outros países.
Assessoria de Comunicação Social do FNDE
Brasil deve apoiar programa de alimentação escolar no Burundi
“É importante que o governo do Burundi oficialize essa solicitação para que possamos desenvolver projetos em conjunto, de acordo com as necessidades e interesses do país”, disse o presidente do FNDE, Daniel Balaban. Segundo o presidente da autarquia, o primeiro passo é conhecer a realidade da nação africana, como o número de alunos, estrutura das escolas, agricultura e economia, para então, traçar um programa adequado à realidade local.
A cooperação técnica envolve a criação de uma legislação para o programa, a formação de agentes envolvidos na sua execução e a capacitação de agricultores locais.
Cooperação – O Programa Nacional de Alimentação Escolar do Ministério da educação atende a treze nações: Cabo Verde, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissao, Timor Leste, Suriname, Palestina, Bolívia, Colômbia, Haiti, Nicarágua, Guatemala e El Salvador. O programa brasileiro tem sido apontado por organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e o Programa Mundial de Alimentos, como exemplo a ser seguido por outros países.
Assessoria de Comunicação Social do FNDE
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