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Trilhas da Educação

Em Brasília, classe hospitalar garante rotina de estudos para crianças internadas

  • Sexta-feira, 19 de julho de 2019, 16h08
  • Última atualização em Sexta-feira, 19 de julho de 2019, 18h37

Há quatro anos, a professora Mauricéia Lopes Nascimento de Sousa faz do Hospital Regional de Ceilândia, no Distrito Federal, a sala de aula de crianças e adolescentes impedidos de frequentar a escola em razão de tratamentos de saúde. Ela é responsável por assistir os pacientes na classe hospitalar da unidade — um direito assegurado não só pela Constituição Federal, como também pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

 “A gente procura ter o contato com a escola de origem, pedir as atividades, para que eles possam ir desenvolvendo o que eles estariam fazendo na escola o mais próximo possível. Então, essa é a lógica, essa é a metodologia e o principal objetivo”, explica a docente.

No Distrito Federal, a classe hospitalar é garantida por meio de uma portaria conjunta entre Secretaria de Educação e Secretaria de Saúde. Os estudantes cuja condição clínica ou cujas exigências de cuidado em saúde interferem na permanência e frequência escolar têm as suas capacidades e necessidades educacionais respeitadas, como esclarece a professora.

“Em função do quadro deles, de recuperação, de tratamento, é um atendimento diferenciado, que a gente busca levar com dinamismo, com atividades que tenham, além do conteúdo, tenham essa motivação para que eles possam se sentir motivados a desenvolver essas atividades”, diz.

Mauricéia Lopes Nascimento de Sousa segue, na classe hospitalar, o mesmo período letivo do calendário local, da secretaria de educação do DF. Quando começam as aulas nas escolas da rede pública, começam também no hospital. Podem ser aulas individuais, podem ser aulas em grupo.

Gislene Rodrigues é mãe de um dos pacientes do Hospital Regional de Ceilândia que passou pela classe hospitalar. Ela conta a experiência que teve com o filho que precisou ficar por meses na unidade de saúde após uma cirurgia. 

“Meu filho se chama Samuel. Ele tem 9 anos, caiu machucou o joelho e teve que ser internado, fazer cirurgia, teve que ficar muito tempo afastado da escola. A professora foi até o leito do quartinho dele e se disponibilizou de nos ajudar”, relata.

Saiba mais – A história da professora Mauricéia Sousa é o tema da edição desta sexta-feira, 19 de julho, do programa Trilhas da Educação, da Rádio do MEC.

Assessoria de Comunicação Social

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