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Página inicial > Todas as notícias > MEC lança Novos Caminhos para impulsionar a educação profissional e tecnológica
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  • Acordo prevê vaga para professor-visitante na Universidade Harvard

    Boston (EUA)— O Brasil tem, a partir de agora, vaga permanente garantida na Universidade Harvard para um professor-visitante por ano. O acordo que institui a medida foi assinado por representante da instituição norte-americana e pelo presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, nesta terça-feira, 10, no campus da universidade, em Cambridge, Estados Unidos. A seleção dos professores caberá à Capes.

    “Queremos construir um Brasil do futuro, e uma parte dele pode passar por Harvard”, afirmou a presidenta da República, Dilma Rousseff, que participou da cerimônia de assinatura do acordo. Para ela, as relações no campo da educação, ciência e tecnologia não podem ter fronteiras.

    Para Drew Faust, presidente (reitora) da Universidade Harvard, este é um momento de grandes possibilidades para a educação superior nos dois países. “Trabalharemos para sustentar o progresso da educação”, disse.

    Na oportunidade, a Capes firmou novo convênio com a universidade norte-americana e com a Fundação Lemann para a ampliação do programa Ciência sem Fronteiras do Ministério da Educação brasileiro. Os acordos têm o propósito de estabelecer projetos conjuntos de pesquisa, parcerias universitárias, intercâmbio de pesquisadores, professores-visitantes e estudantes de graduação e pós-graduação, programas de treinamento de professores e formação em tecnologias educacionais.

    Após a assinatura dos acordos, Dilma proferiu palestra na Harvard Kennedy School of Government, na qual abordou temas referentes à educação em todos os níveis. “Com nossos esforços para reduzir a desigualdade na educação, o Brasil seguirá na trajetória para estar à altura dos desafios que se apresentam”, afirmou.

    Letícia Tancredi

    Republicada com correções
  • Acordo com Alemanha fortalece educação profissional do Brasil

    Mercadante, ao firmar os acordos com Annette Schavan, destacou que o Brasil pretende aprofundar as questões de ciência tecnologia e inovação com a Alemanha (foto: João Neto/MEC)O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assinou nesta sexta-feira, 5, dois memorandos de parceria com a ministra da Educação e Pesquisa da Alemanha, Annette Schavan. Os acordos preveem novas possibilidades de cooperação e intercâmbio no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras para fortalecer a educação profissional e tecnológica brasileira.

    Um dos convênios assinados estabelece que o Ministério da Educação enviará, até 2014, dois mil professores de institutos federais de educação, ciência e tecnologia e de escolas técnicas do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para estágios na Alemanha, em parceria com o Instituto Fraunhofer. Os professores que forem selecionados serão capacitados com base no sistema dual, tradicionalmente usado na Alemanha, que alia a teoria da sala de aula à prática em estágios em empresas e indústrias.

    A mesma experiência será replicada no Brasil com estudantes do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Eles dedicarão parte do tempo às aulas e outra parte a estágios em empresas alemãs no Brasil. “Temos um grande desafio, que é aumentar a competividade da economia brasileira, e o melhor caminho é investir na formação dos trabalhadores”, pontuou o ministro.

    De acordo com Mercadante, a Alemanha destaca-se por concentrar as melhores tecnologias no ramo industrial e pela capacidade de inovação. “Temos um interesse muito grande no aprimoramento das nossas parcerias. O Brasil quer aprofundar as questões de ciência tecnologia e inovação com a Alemanha”, salientou. O ministro ressaltou também que os dois países mantêm há 40 anos uma estreita cooperação no domínio da ciência e educação.

    Mercadante anunciou ainda o investimento de US$ 1 bilhão na ampliação de centros técnico-profissionais, em parceria com o Senai, com o auxílio do Instituto Fraunhofer.

    Paula Filizola

    Ouça o ministro Aloizio Mercadante

    1º DESTAQUE

    (atual passa para 4º)

    Cooperação internacional

    Ministro firma acordo
    com Alemanha na área
    da educação profissional

    Brasília, 5/10/2012 — O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assinou nesta sexta-feira, 5, dois memorandos de parceria com aministra da Educação e Pesquisa da Alemanha, Annette Schavan. Os acordos preveemnovas possibilidades de cooperação e intercâmbio no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras para fortalecer a educação profissional e tecnológica brasileira.

    Um dos convênios assinados estabelece que o Ministério da Educação enviará, até 2014, dois mil professores de institutos federais de educação, ciência e tecnologia e de escolas técnicas do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para estágios na Alemanha, em parceria com o Instituto Fraunhofer. Os professores que forem selecionados serão capacitados com base no sistema dual, tradicionalmente usado na Alemanha, que alia a teoria da sala de aula à prática em estágios em empresas e indústrias.

    A mesma experiência será replicada no Brasil com estudantes do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Eles dedicarão parte do tempo às aulas e outra parte a estágios em empresas alemãs no Brasil. “Temos um grande desafio, que é aumentar a competividade da economia brasileira, e o melhor caminho é investir na formação dos trabalhadores”, pontuou o ministro.

    De acordo com Mercadante, a Alemanha destaca-se por concentrar as melhores tecnologias no ramo industrial e pela capacidade de inovação. “Temos um interesse muito grande no aprimoramento das nossas parcerias. O Brasil quer aprofundar as questões de ciência tecnologia e inovação com a Alemanha”, salientou.O ministro ressaltou também que os dois países mantêm há 40 anos uma estreita cooperação no domínio da ciência e educação.

    Mercadante anunciou ainda o investimento de US$ 1 bilhão na ampliação de centros técnico-profissionais, em parceria com o Senai, com o auxílio do Instituto Fraunhofer. (Paula Filizola)

    Ouça o ministro Aloizio Mercadante

    Palavras-chave: cooperação internacional, educação profissional, Ciência sem Fronteiras

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  • Acordo com China abrirá 5 mil vagas a estudantes brasileiros

    Brasil e China assinaram nesta quinta-feira, 21, no Rio de Janeiro, acordo para intercâmbio de estudantes no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras, com a participação do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e do presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães. O documento, que envolve a Capes e o China Scholarship Council, beneficiará até 5 mil estudantes brasileiros de 2012 a 2015.

    A parte chinesa oferecerá, anualmente, 250 bolsas de estudos. O governo chinês isentará mensalidade e taxa de matrícula de 600 vagas. Essas ações compõem parceria estratégica mais ampla, articulada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e pelo primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, em encontro bilateral entre os dois chefes de Estado na tarde desta quinta-feira.

    Pelo acordo, serão oferecidas bolsas de estudos nas áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras – como engenharias, ciências da natureza e energia renováveis – para cursos de graduação, graduação-sanduíche e pós-graduação. As vagas estarão disponíveis em instituições que ofereçam aulas em inglês.

    Os dois países também firmaram parceria para a criação de um centro de cultura brasileira na China e um centro de cultura chinesa no Brasil – o primeiro na América Latina. “Com isso, pretendemos estimular a difusão tanto da cultura dos dois países, quanto da língua”, ressaltou Mercadante. Além disso, outro acordo garante o desenvolvimento da pesquisa nas áreas de nanotecnologia, biotecnologia, telecomunicações, oceanografia e proteção ambiental. Também está previsto, no âmbito da ciência, tecnologia e inovação, acordo no setor aeroespacial para lançamento de dois satélites até o ano que vem.

    Assessoria de Comunicação Social

    Leiaum resumo do acordo (em inglês)
    Leia o texto do acordo (em inglês)
  • Acordo com França prevê oferta de 2 mil bolsas de pós-graduação

    O programa Ciência sem Fronteiras do Ministério da Educação vai ampliar a oferta de bolsas para brasileiros interessados em estudar na França. Agora, serão aceitos alunos de pós-graduação, além daqueles de graduação. Parceiros de longa data, os dois países assinam em Paris nesta terça-feira, 11, às 15h30, de Brasília (18h30 na capital francesa), memorando de entendimento entre os ministérios brasileiros da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação com o Ministério do Ensino Superior e da Pesquisa da República da França. O acordo será firmado durante a viagem oficial da presidenta da República, Dilma Rousseff, acompanhada, entre outros, do ministro da Educação, Aloizio Mercante.

    O documento propõe que nos próximos três anos a França receba dois mil bolsistas brasileiros, de doutorado e pós-doutorado, nas modalidades doutorado-sanduíche, doutorado pleno e estágio pós-doutoral. As condições de envio e recepção dos bolsistas serão formuladas pelas agências de cooperação dos respectivos países.  

    O objetivo desse novo acordo é fortalecer as relações bilaterais no contexto de pesquisa científica, considerada a reconhecida excelência das universidades francesas, particularmente nas áreas de ciências básicas e engenharias.

    Parceria– Os governos brasileiro e francês vêm tecendo um trabalho de cooperação forte e positivo ao longo das últimas décadas. A parceria mais antiga da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do MEC com a França data da década de 70. Atualmente, a Capes mantém oito programas de cooperação internacional com a França.

    Em 2011, os ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil já tinham firmado com o Ministério das Relações Exteriores da França acordo relativo à recepção de bolsistas brasileiros naquele país, na área de graduação. Ao lado dos Estados Unidos, a França é o país com maior número de bolsistas brasileiros.

    Assessoria de Comunicação Social
  • Acordo com iniciativa privada prevê a oferta de 9 mil bolsas

    São Paulo — O programa Ciência sem Fronteiras tem dois novos parceiros. Nesta sexta-feira, 21, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assinou em São Paulo termo de cooperação com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que prevê a doação, pela entidade e suas associadas, de 6,5 mil bolsas de estudo à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, no valor de aproximadamente US$ 180 milhões. O acordo envolve também o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. Um outro acordo foi firmado com a Eletrobras. Por meio de memorando de entendimento, a estatal do setor elétrico compromete-se a financiar 2,5 mil bolsas do Ciência sem Fronteiras. Serão 1.250 pela Capes e 1.250 pelo CNPq.

    Ao falar sobre a crise econômica global, o ministro afirmou que o país tem as ferramentas para a geração de emprego e o fortalecimento do mercado interno. Segundo ele, o governo brasileiro aposta na sustentabilidade do eixo educação, ciência e tecnologia para tornar o país mais competitivo. “É o jeito Dilma de ser Keynes.”

    O presidente da Capes, Jorge Guimarães, presente à solenidade, reiterou a importância da parceria do governo com o setor privado. Ele lembrou o impacto positivo que os investimentos em recursos humanos têm no desenvolvimento da economia. “Estados que reúnem jovens com maior nível de formação atraem naturalmente maior número de empresas estrangeiras e de investimentos e fortalecem o progresso”, afirmou.

    Meta— Lançado em dezembro de 2011, o programa Ciência sem Fronteiras já concedeu 16.788 bolsas de estudos — 8.762 da Capes e 8.036 do CNPq. A meta do programa é oferecer 101 mil bolsas até 2015. Serão 75 mil por parte do governo federal e o restante com ajuda da iniciativa privada. A expectativa até o fim deste ano é chegar a 20 mil bolsas, com investimento aproximado de R$ 1,12 bilhão. Os editais lançados até o momento selecionaram bolsistas para intercâmbio nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Bélgica, Holanda, Espanha, Portugal, Austrália e Coréia do Sul.

    O programa promove a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio e da mobilidade internacionais de estudantes, professores e pesquisadores. A oferta de bolsas prevê as modalidades graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação — doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.

    Pelo programa, estudantes de graduação e de pós-graduação podem fazer estágio no exterior para manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, o Ciência sem Fronteiras tenta atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar, por tempo determinado, no Brasil.

    Assessoria de Comunicação Social

    Republicada com correção de informações
  • Acordo permitirá a brasileiros estudar em instituições indianas

    Brasil e Índia vão desenvolver projetos previstos no programa Ciência sem Fronteiras. Esta semana, representantes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação e do Educational Consultants India Limited (EdCIL) da Índia assinaram carta de intenções para levar estudantes brasileiros a universidades e demais instituições de ensino daquele país do centro-sul asiático.

    O documento, elaborado com base em reunião realizada na sede da Capes, em Brasília, também esta semana, foi assinado pelo coordenador do grupo de trabalho do Ciência sem Fronteiras na Capes, Geraldo Nunes, e pela presidente e diretora do EdCIL, Anju Banerjee. Nunes ressaltou a importância do acordo. “Não seria possível enviar milhares de alunos ao exterior sem essa cooperação”, disse.

    Intercâmbio – O Ciência sem Fronteiras, lançado em julho do ano passado, é um programa do governo federal destinado a consolidar, expandir e promover a internacionalização da ciência e da tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação e da mobilidade internacional. Está prevista a concessão de até 75 mil bolsas até 2014.

    Assessoria de Imprensa da Capes
  • Acordo prevê intercâmbio educacional e científico com instituições belgas

    A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação firmou na segunda-feira, 13, memorando de entendimento com o Conseil Interuniversitaire de la Communauté Française (Ciuf), da Bélgica, para intercâmbio educacional e científico de estudantes previsto no programa Ciência sem Fronteiras, do governo brasileiro. O Ciuf é formado por seis universidades belgas.

    O memorando prevê como mecanismos para a cooperação, além do intercâmbio de estudantes, o de pesquisadores e a organização de seminários, workshops, simpósios e eventos em ciência e tecnologia, a troca de informações sobre políticas e estratégias conjuntas em pesquisa e desenvolvimento e o acesso a instalações e recursos.

    Ao assinar o acordo, o presidente da Capes, Jorge Guimarães, propôs a inclusão de institutos tecnológicos e de empresas belgas no rol de instituições participantes da cooperação. Segundo ele, inclusões semelhantes ocorreram com Itália e Reino Unido. Também firmaram o acordo o embaixador belga no Brasil, Claude Misson, e o diretor de relações internacionais da Capes, Márcio de Castro.

    Participam do intercâmbio a Université de Liége (ULE), Université Libre de Bruxelles (ULB), Université Catholique de Louvain (UCL), Université de Mons (Umons), Facultés Universitaires Saint-Louis (FUSL) e as Facultés Universitaires Notre-Dame de Paix (Fundp).

    O Ciência sem Fronteiras foi criado pelo governo federal para promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e da tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio de estudantes de graduação e de pós-graduação e da mobilidade internacional. O programa prevê a concessão de mais de 100 mil bolsas de estudos no exterior em quatro anos.

    Assessoria de Imprensa da Capes

  • Aluno de baixa renda passa a ter a atenção do Ciência sem Fronteiras

    Ciência sem FronteirasA respeito do programa Ciência sem Fronteiras, voltado ao intercâmbio de estudantes, professores e pesquisadores, o Ministério da Educação informa que:

    • As concessões de bolsas foram finalizadas em 2014, conforme previsão inicial. Esse fato ocorreu no governo passado, quando foram lançados os últimos editais de seleção de estudantes, que ainda estão fazendo os cursos no exterior e devem concluir as atividades até o início de 2017.
    • A atual gestão já encontrou a primeira fase do programa finalizada, sem recursos novos ou orçamento para sua continuação. A primeira e imediata providência foi garantir recursos financeiros para honrar os compromissos assumidos com os bolsistas no exterior, a fim de não prejudicá-los. Nesta gestão, o Ministério da Educação incrementou em 20,9% o orçamento do Ciência sem Fronteiras, a partir de crédito suplementar, passando de R$ 1,4 bilhão para R$ 1,8 bilhão, o que garante a continuidade do pagamento dessas bolsas.
    • Diante disso, foi determinada à equipe técnica uma análise minuciosa do programa no que se refere à participação do MEC – é importante lembrar que o programa foi executado em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Análise preliminar identifica a necessidade de aperfeiçoamento do programa, em especial na graduação. As instituições participantes não foram chamadas para desempenhar um papel ativo no processo de mobilidade acadêmica; exemplo disso é a questão da aceitação de equivalência das disciplinas cursadas em outros países. Outro ponto considerado foi o custo elevado para a graduação sanduíche, cerca de R$ 3,248 bilhões para atender 35 mil bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em 2015, valor igual ao investido em alimentação escolar para atender 39 milhões de alunos.
    • Por decisão do ministro, o programa será retomado com novo enfoque. A Capes planeja a retomada do Ciência sem Fronteiras com foco no ensino de idiomas, no país e no exterior, estruturado de forma a incluir jovens pobres do ensino médio matriculados em escolas públicas. Haverá ênfase em bolsas de pós-graduação para mobilidade de estudantes, professores e pesquisadores, com participação mais ativa das instituições de ensino superior nos processos de internacionalização.
    • A mudança de foco proposta é exclusiva para intercâmbio de graduação. As bolsas de pós-graduação (doutorado e pós-doutorado, atração de jovens cientistas) permanecem e, dentro do limite financeiro disponível, poderão até ser ampliadas.
    • Desde que assumiu o MEC, a atual gestão já liberou recursos financeiros no montante de mais de R$ 1 bilhão para pagamento de bolsas e manutenção de estudantes no exterior.
    • O governo reitera a importância da iniciativa e vê como necessária a reformulação do programa, para contribuir com o processo de internacionalização do ensino superior e da ciência, tecnologia e inovação no Brasil.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Alunos de institutos federais disputam 500 bolsas no Canadá

    A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica tem até o dia 17 de fevereiro para instruir os 500 estudantes que receberão bolsa e terão oportunidade de cursar disciplinas e estagiar em instituições canadenses.

    Os estudantes selecionados até agora pelos institutos federais de educação profissional, no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras, deverão realizar sua inscrição e enviar a documentação necessária para o endereço eletrônico do programa. Os institutos que ainda não selecionaram candidatos têm o mesmo prazo para fazê-lo.

    As candidaturas são para alunos de cursos superiores de tecnologia nas seguintes áreas temáticas: controle e processos industriais, informação e comunicação, produção industrial, infraestrutura, tecnologia de defesa, produção alimentícia, design de produto, recursos naturais, tecnologia de segurança pública e saúde. E o candidato deve atender ao edital, o que inclui proficiências em língua inglesa ou francesa, nível intermediário.

    A estadia do aluno será custeada pelo programa Ciência sem Fronteiras, que também arcará com taxas escolares, seguro saúde, alojamento e refeições. Os auxílios são mensais e para despesas pessoais (US$ 300,00), ou auxílio deslocamento ou passagem aérea (Brasil/Canadá/Brasil). Caso a instituição receptora não ofereça alojamento e refeições, a bolsa pagará as taxas escolares e ainda mais US$ 870 mensais. Se desistir do curso, o estudante deverá ressarcir o governo brasileiro.

    O intercâmbio será realizado pelo período de 12 meses, sendo três meses para aperfeiçoamento no idioma (inglês ou francês), seis meses dedicados aos estudos em tempo integral e até três meses para estágio de pesquisa ou inovação tecnológica em indústria, centro de pesquisa ou laboratório da própria instituição de ensino.

    Inscrições– As inscrições serão realizadas no período de 10 de janeiro a 17 de fevereiro. De acordo com o edital, o candidato deverá realizar a inscrição na página do programa Ciência sem Fronteiras na internet e enviar a documentação necessária somente depois de pré-selecionado pela instituição da rede. O resultado será divulgado no dia 17 de abril.

    Assessoria de Imprensa da Setec, com informações do Conif

    Acesse o programa Ciência sem Fronteiras


  • Ampliado acordo com britânicos sobre oferta de bolsas de estudos

    Dilma com David Cameron, no Planalto: “Eu agradeço a disposição do primeiro-ministro Cameron em acolher 10 mil bolsistas brasileiros até 2014” (foto Roberto Stuckert Filho/PR)O governo federal firmou nesta sexta-feira, 28, em solenidade no Palácio do Planalto, termos de cooperação internacional com o governo britânico para ampliar significativamente o acordo que prevê a concessão de bolsas de estudos a brasileiros, por meio do programa Ciência sem Fronteiras, em universidades do Reino Unido. A presidenta da República, Dilma Rousseff, e o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, assinaram termo aditivo ao acordo original do programa que prevê a capacitação de brasileiros em cursos de língua inglesa. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, participou da cerimônia.

    Os cursos terão duração de três a seis meses, com custeio de despesas de pesquisa de até 5 mil libras esterlinas [R$ 16,4 mil, nesta sexta-feira, 28] ao ano para estudantes de pós-graduação das áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Também está prevista a criação de um comitê de revisão anual do progresso do programa.

     

    Também foram assinados acordos de cooperação para pesquisas entre o governo britânico, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade de Brasília (UnB).

     

    A presidenta Dilma Rousseff destacou que os temas centrais dos encontros entre Brasil e Reino Unido foram ciência, tecnologia e inovação. Segundo ela, essenciais para aumentar os níveis de competitividade nos dois países. Dilma ainda enalteceu a participação do Reino Unido no Ciência sem Fronteiras. “Eu agradeço a disposição do primeiro-ministro Cameron em acolher 10 mil bolsistas brasileiros até 2014”, pontuou a presidenta em seu discurso.


    Paula Filizola

     

    Leia também:Brasil e Reino Unido reafirmam parceria na área da educação

     

  • Bolsas de mestrado nos EUA têm inscrições até o dia 31

    Profissionais com graduação na área de biologia, ciências biomédicas e da saúde fazem parte do público-alvo do programa de mestrado profissional nos EUA (foto: imagens.usp.br)Profissionais que pretendem obter bolsas de mestrado profissional nos Estados Unidos têm prazo até o dia 31 deste mês para fazer a inscrição. Para concorrer, é necessário ser graduado em 17 áreas do conhecimento, entre as quais engenharias, biotecnologia, energias renováveis e produção agrícola sustentável. Estão previstas mil bolsas de estudos para 21 meses de atividades acadêmicas em tempo integral, com início das aulas em agosto e setembro deste ano.

    Ao fazer a inscrição, o candidato pode indicar até três cursos de mestrado profissional de seu interesse em instituições de ensino norte-americanas, sem ordem de preferência. Para facilitar a escolha, a Chamada Pública nº 1/2013, do programa Ciência sem Fronteiras, relaciona os programas de mestrado oferecidos por 52 instituições.

    Os profissionais que forem selecionados receberão bolsa de US$ 1.150 [R$ 2.733,8] durante 21 meses, terão custeadas as taxas escolares e benefícios como:

    • Auxílio-deslocamento, de US$ 1.604 [R$ 3.813], ou passagem aérea de ida e volta, em classe econômica promocional de acordo com as normas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)
    • Auxílio-instalação de US$ 1,3 mil [R$ 3.090], em cota única
    • Auxílio adicional mensal de manutenção de US$ 400 [R$ 950] para estada em cidades de alto custo
    • Seguro-saúde, a ser pago diretamente à instituição de destino do bolsista, que providenciará a aquisição do benefício


    Todos os pagamentos serão feitos pela Capes.


    Áreas— O candidato precisa ser brasileiro, ter concluído a graduação depois de 1998 ou ter previsão de terminar o curso antes de agosto próximo, apresentar teste de proficiência em língua inglesa, com a pontuação mínima indicada e relacionada na chamada pública. Devem ter ainda graduação em uma das áreas:

    • Engenharias e demais áreas tecnológicas
    • Ciências exatas e da terra
    • Biologia, ciências biomédicas e da saúde
    • Computação e tecnologias da informação
    • Tecnologia aeroespacial
    • Fármacos
    • Produção agrícola sustentável
    • Petróleo, gás e carvão mineral
    • Energias renováveis
    • Tecnologia mineral
    • Biotecnologia
    • Nanotecnologia e novos materiais
    • Tecnologias de prevenção e mitigação de desastres naturais
    • Biodiversidade e bioprospecção
    • Ciências do mar
    • Indústria criativa, com ênfase em produtos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação
    • Novas tecnologias de engenharia criativa.

    O programa de mestrado profissional nos Estados Unidos integra o Ciência sem Fronteiras, programa do Ministério da Educação, criado há três anos, que concede bolsas de estudos para períodos da graduação e pós-graduação no exterior. Até o final de 2013 foram concedidas 60 mil bolsas, das quais 48 mil para cursos de graduação em instituições de educação superior de 40 países de todos os continentes. A meta do Ciência sem Fronteiras é fechar 2014 com 101 mil bolsas. Serão 75 mil garantidas pelo governo federal e 26 mil por empresas particulares.

    Ionice Lorenzoni
  • Bolsas serão distribuídas para graduação-sanduíche nos EUA e na Europa

    O programa Ciência sem Fronteiras recebeu 36.172 inscrições de candidatos que desejam estudar em instituições de ensino superior dos Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Alemanha ou França. A seleção de estudantes é para cursos de graduação-sanduíche que começam no segundo semestre deste ano. Eles concorrem a cerca de 10 mil bolsas.

    Os dados são da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do Ministério da Educação que coordena as chamadas públicas do programa, em conjunto com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

    O governo federal lançou cinco editais em dezembro de 2011 e as inscrições foram encerradas em 31 de janeiro. Entre os países objeto dessas chamadas públicas, os mais procurados pelos estudantes brasileiros foram os Estados Unidos, com 9.440 inscrições, e Reino Unido, com 4.928 concorrentes.

    De acordo com o diretor de relações internacionais da Capes, Márcio de Castro Silva Filho, os selecionados vão ingressar nos cursos em setembro. Neste momento, explica, a Coordenação analisa as fichas de inscrição para verificar se os candidatos prestaram todas as informações solicitadas. Assim que concluir esse trabalho, a Capes envia as relações de estudantes para cada instituição de ensino superior brasileira que participou das chamadas públicas de dezembro do ano passado.

    Márcio de Castro informa que será responsabilidade do comitê do programa Ciência sem Fronteiras da instituição, seja pública ou privada, conferir as informações prestadas no cadastro e verificar itens, como o histórico escolar, se o estudante está dentro do período do curso exigido e, em especial, se tem proficiência no idioma do país onde pretende estudar. As inscrições homologadas na instituição serão devolvidas à Capes e ao CNPq.

    Na sequência, a Capes e o CNPq encaminham a relação de candidatos selecionados para as agências internacionais em cada país. Serão as agências internacionais que vão definir em que instituição cada bolsista vai estudar.

    Viagem– Os candidatos que ganharem bolsas de estudos do governo brasileiro para estudar na França, Itália, Alemanha, Estados Unidos ou Reino Unido seguem para os países em três momentos. Segundo o coordenador de relações internacionais da Capes, os estudantes com domínio intermediário da língua do país de destino, embarcam em junho ou julho para curso intensivo no idioma. Na Alemanha, por exemplo, o curso preparatório será de três meses (embarque em junho), e na França, dois meses (embarque em julho). As aulas de reforço no idioma também serão custeadas pelo Brasil.

    Já aqueles candidatos com atestado de proficiência no idioma viajam no início de setembro, que é quando começam as aulas nos países do hemisfério norte.

    Oportunidade– Como o programa Ciência sem Fronteiras tem duração de quatro anos, com seleções até 2014, Marcio de Castro recomenda aos brasileiros que estudem idiomas e que se esforcem para aproveitar as oportunidades que serão oferecidas nos próximos editais. Ter uma experiência no exterior durante a graduação, diz o diretor, tem impacto favorável na vida pessoal e profissional. “Não percam essa oportunidade”, recomenda.

    A previsão da Capes é lançar novos editais ainda neste semestre para Portugal, Bélgica, Espanha, Coréia e Canadá.

    Intercâmbio– O Ciência sem Fronteiras, lançado em 26 de julho de 2011, é um programa do governo federal destinado a consolidar, expandir e a promover a internacionalização da ciência e da tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação e da mobilidade internacional. Está prevista a concessão de até 75 mil bolsas em quatro anos, de 2011 a 2014.

    Ionice Lorenzoni

    Conheça o programa Ciência sem Fronteiras.
  • Bolsista brasileiro nos EUA descobre possível supernova

    Bolsista de graduação-sanduíche nos Estados Unidos pelo programa Ciência sem Fronteiras (CsF), o estudante brasileiro Luís Felipe Longo Micchi fez uma importante descoberta a partir dos trabalhos realizados na Catholic University of America, em Washington. Com a ajuda do telescópio Hubble, ele encontrou uma estrela candidata a supernova perto da galáxia MRK-477.

    Supernovas são corpos celestes surgidos após as explosões de estrelas que tenham mais de dez massas solares. São objetos extremamente brilhantes, cuja luz declina até que eles se tornem invisíveis, em semanas ou meses. Em apenas alguns dias, o brilho pode intensificar-se em um bilhão de vezes, a partir do estado original, e ser comparado ao de uma galáxia.

    Estudante de física na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Luís Felipe conta que a descoberta surgiu a partir do envolvimento em uma pesquisa sobre quasares, tipos mais luminosos de galáxia. “Eu estava procurando descobrir mais sobre a morfologia desses objetos, trabalhando com imagens do satélite Hubble”, diz. “Em uma das imagens, a da galáxia MRK-477, apareceu algo diferente de todas as demais, um ponto muito luminoso, tanto quanto a própria galáxia inteira.”

    Ao tratar a imagem, o bolsista chegou à conclusão de que o ponto era algo extra, que não deveria estar ali. “Para provar essa hipótese, peguei uma imagem mais antiga, de 2013, e verifiquei que o objeto realmente não estava lá”, destaca. “Já tendo trabalhado com supernovas, percebi tratar-se de uma. Ou seja, eu estava olhando em primeira mão para uma estrela em explosão.”

    Luís Felipe espera que a descoberta funcione como um incentivo ao desenvolvimento da área no Brasil. “Acredito que o fato de ter mais brasileiros em pesquisas de grupos internacionais traga reconhecimento à ciência brasileira em geral”, afirma. “Essa e outras descobertas, espero, devem incentivar ainda mais pessoas que gostam da área a procurá-la e, com isso, aumentar a produção científica no Brasil.”

    Intercâmbio — Sobre as perspectivas com o Ciência sem Fronteiras, o bolsista afirma que a experiência no exterior traz crescimento pessoal, que acontece naturalmente. “Conheci pessoas do mundo todo, tive contato com culturas diferentes”, diz. “Isso serviu para expandir a perspectiva de vida, é uma coisa que avalio como mudança muito positiva em minha vida.”

    A graduação-sanduíche também possibilitou o aprimoramento de conhecimentos e habilidades. “Uma primeira e mais básica mudança em minha carreira possibilitada pelo Ciência sem Fronteiras foi a proficiência em inglês”, salienta. “Agora, posso dizer com certeza que sou fluente, algo importante em todas as áreas hoje em dia.”

    O intercâmbio também permitiu a Luís Felipe o contato com uma rede de cientistas. “Conhecer diferentes profissionais na mesma área do conhecimento, ver as maneiras que eles têm de entender e pensar a ciência é de vital importância”, afirma. “Isso ficou visível nessa experiência no exterior. Agora, sei que posso ter informações de pesquisadores que antigamente não teria e talvez realizar colaborações futuras.”

    Lançado em 2011, o Ciência sem Fronteiras promove a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. O programa busca também atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

    Mais informações no Painel de Controle do Ciência sem Fronteiras.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações da Capes

  • Bolsistas do Ciência sem Fronteiras farão estágios em empresas dos EUA

    Ao participar da abertura do 8º Encontro Nacional da Indústria (Enai 2013), promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a presidenta da República, Dilma Rousseff, citou os avanços alcançados pelo país nas últimas décadas e destacou as parcerias bem-sucedidas com o setor privado, entre elas o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). O evento foi aberto nesta quarta-feira, 11, em Brasília.

    Neste ano, o Pronatec alcançou mais de 5,4 milhões de matrículas. “Trabalhador mais produtivo e com maior capacidade de inovar tem mais condições de melhorar sua vida e de sua família”, afirmou Dilma, citando também o programa Ciência sem Fronteiras, que concede bolsas para complementação de cursos no exterior.

    Os bolsistas do Ciência sem Fronteiras farão estágios em multinacionais norte-americanas, segundo um memorando de entendimentos assinado pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o presidente da CNI, Robson Andrade, e o presidente da US Chamber, a câmara de comércio norte-americana, Tom Donohue. Andrade apontou a educação como principal fator de mudança da realidade brasileira.

    A partir da assinatura do documento, CNI e US Chamber vão criar um banco de dados com as empresas interessadas em receber estagiários brasileiros e o MEC dará um selo de qualidade para os melhores programas de estágio durante 2014. Os Estados Unidos concentram a maior parte dos bolsistas do Ciência Sem Fronteiras no mundo, com 5.368 mil estudantes de graduação e pós-graduação.

    Assessoria de Comunicação Social


  • Bolsistas elaboram processo inovador em vinícola canadense

    Os estudantes destacam o crescimento acadêmico e pessoal obtido com a experiência internacional (foto: Arquivo pessoal)Os estudantes brasileiros Douglas Chesini, Jean Mário Moreira de Lima e Marco Aurélio Lage Duarte criaram um processo de engarrafamento único, capaz de revolucionar a forma de fabricação de vinho espumante. Desenvolvido para uma adega canadense, como parte do curso de automação industrial do North Island College (NIC), do Canadá, o projeto foi apresentado à instituição no fim do primeiro semestre de aulas deste ano. Os estudantes são bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras.

    Um dos professores do curso, Brad Harsell, foi procurado pelo proprietário de uma empresa de vinhos e espumantes, que relatou um problema na produção. O professor apresentou aos bolsistas brasileiros o desafio de encontrar solução para as superfinas bolhas de vinho espumante. A vinícola precisava de um processo de engarrafamento automatizado para encher garrafas sem agitá-las. “A vinícola estava desenvolvendo um tipo de vinho espumante, chamado de Magic Bubbles, e qualquer vibração ou distúrbio durante o processo de engarrafamento mudava o gosto do produto”, revelou Marco Aurélio.

    A empresa canadense, de acordo com os estudantes brasileiros, conta com método próprio de produção, o bubble technology, que consiste na adição de milhões de minúsculas bolhas. Ele melhora significativamente o gosto e a qualidade dos espumantes, mas exige total ausência de turbulência no processo de engarrafamento.

    Depois de tentar diferentes métodos de enchimento, os bolsistas desenvolveram um processo que resulta em pequenas bolhas estáveis. “O projeto foi desenvolvido em três semanas e meia, nas quais planejamos, desenvolvemos e fabricamos uma máquina única, que se adaptou ao tanque usado na produção” disse Marco Aurélio. “A máquina engarrafa em 53 segundos e pode ser acompanhada a distância por meio de câmeras e de um sistema supervisor, que fornece todas as informações sobre a produção.”

    O processo elimina o chamado bottle shock, subproduto dos métodos tradicionais de engarrafamento que provoca odores indesejáveis e requer tempo para o vinho se recuperar.

    Experiência — Sobre a experiência no exterior, Marco Aurélio enumera uma série de benefícios. “Melhorei meu inglês, estudei e me graduei como técnico na mesma área na qual pretendo me formar como engenheiro, o que une teoria e prática”, destacou. “Conheci novos lugares e culturas, voltei muito mais confiante e com vontade de produzir e aprender mais e aprendi a conviver e respeitar diferentes culturas e pessoas.”

    Douglas destacou o papel do programa Ciência sem Fronteiras nesse processo. “O crescimento profissional, educacional e pessoal, bem como a nova visão de mundo adquiridos com o intercâmbio, faz do programa Ciência sem Fronteiras uma oportunidade maravilhosa para qualquer estudante brasileiro”, afirmou. “O enriquecimento trazido por todos os fatores encontrados é fundamental para que nós, estudantes, possamos perceber o quanto nosso conhecimento é valioso e que a arte de aprender jamais terá limites.”

    Lançado em 2011, o Ciência sem Fronteiras promove a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional. O programa busca também atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no programa, bem como criar oportunidade para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

    Mais informações no Painel de Controle do Ciência sem Fronteiras.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações da Capes

  • Brasil assina acordo de parceria com o Museu da Ciência inglês

    Presidenta Dilma Rousseff, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o  ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp e Jorge Guimarães, presidente da CAPES com estudantes do Programa Ciência sem Fronteira durante visita ao Museu da Ciência, em Londres.Londres– O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assinou na tarde desta quinta-feira, 26, no Museu da Ciência de Londres carta de intenções entre os governos do Brasil, Reino Unido e o Museu da Ciência. O acordo pretende fortalecer as relações políticas, educacionais, científicas e culturais entre as partes envolvidas. Mercadante integra a comitiva presidencial que faz visita aquele país e após a cerimônia de assinatura retorna ao Brasil.

    O documento estabelece parceria entre o governo brasileiro e o museu inglês para o desenvolvimento do Museu Brasileiro da Ciência. A parceria aposta no desenvolvimento de trabalhos conjuntos em diversas áreas, entre elas, educação científica e tecnológica; capacitação e aperfeiçoamento de professores de ciências, e desenvolvimento de material de apoio para o ensino da ciência.

    Criado em 1857, como parte do Museu de South Kensington, o Museu da Ciência de Londres conta com uma coleção de mais de 300 mil itens. Independente desde 1909, o museu é reconhecido internacionalmente por suas coleções históricas e exibições da vanguarda da ciência. A instituição também desenvolve pesquisas nas áreas de museologia e conservação de peças, além de manter uma biblioteca com mais de 500 mil volumes com arquivos e originais de obras que ajudaram a compreender o mundo de Isaac Newton a Albert Einstein.

    Além de estimular a colaboração e o contato entre funcionários de instituições do Brasil e do Reino Unido, o acordo também permite que profissionais dos principais museus brasileiros sejam treinados em instituições daquele país e nas áreas de curadoria e gerenciamento, que incluem conservação e o pesquisa. Ainda no segundo semestre de 2012, uma delegação técnica brasileira será recebida pelo Museu de Ciência do Reino Unido, para produzir uma proposta de trabalho conjunta.

    Durante a visita da comitiva brasileira ao museu, a presidenta Dilma Rousseff e o ministro Aloizio Mercadante receberam cerca de 30 bolsistas do programa Ciência Sem Fronteiras.

    Assessoria de Comunicação Social

    Reino Unido deve receber mais de 10 mil bolsistas

  • Brasil e Áustria assinam acordo na área de educação e ciência

    O secretário executivo do MEC, José Henrique Paim (no centro, ao fundo), participa de cerimônia que celebrou acordos educacionais entre o Brasil e a Áustria (Foto: João Neto) Foi assinado nesta segunda-feira, 11, em Brasília, o Acordo-Quadro de Cooperação nos Domínios da Educação e da Educação Superior entre Brasil e Áustria. O acordo intensifica a interação entre os dois países nas áreas de educação e ciência. Estiveram presentes o secretário-executivo do Ministério da Educação, José Henrique Paim, e o ministro federal da Ciência e Pesquisa da Áustria, Karlheinz Töchterle, além de representantes brasileiros e austríacos das agências de fomento a pesquisa e de universidades.

    Com o acordo, Brasil e Áustria vão estimular a cooperação direta entre universidades e instituições científicas, que inclui intercâmbios de estudantes e pesquisadores e programas de mobilidade, como o Ciência sem Fronteiras. Também serão incentivadas a cooperação no âmbito da educação, educação profissional e de adultos.

    Paim lembrou que as universidades austríacas têm forte tradição em receber estudantes e professores. “O Ciência sem Fronteiras é o programa que vai fazer o Brasil avançar na internacionalização de suas universidades”, disse.

    Durante a solenidade, também foram assinados acordos entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Agência Austríaca de Cooperação Internacional em Educação e Pesquisa (ÖAD). Os documentos tratam da cooperação acadêmica entre as duas agências, a concessão de 650 bolsas de graduação sanduíche na Áustria por meio do Ciência sem Fronteiras nos próximos 3 anos e o termo de adesão de instituições austríacas para alocação de estudantes de pós-graduação.

    Diego Rocha


    Ouça discurso do secretário executivo José Henrique Paim


  • Brasil e França assinam acordos para aprimorar intercâmbio de bolsistas

    François Hollande e Mercadante: “cooperação extraordinária” (Foto: Diego Rocha/MEC) Durante visita do presidente francês, François Hollande, a Brasília nesta quinta-feira, 12, foram firmados diversos acordos na área de educação entre Brasil e França. Pela manhã, em cerimônia no Palácio do Planalto, foram assinados memorandos de entendimento. Hollande ainda participou, na parte da tarde, do evento Diálogo de Alto Nível Brasil-França em Educação, com objetivo de realizar um balanço da tradicional cooperação educacional entre Brasil e França, além de formalizar importantes parcerias na área educacional entre os dois países.

    Uma delas se refere ao envio de 500 estudantes brasileiros para a França em 2014 para cursar mestrado profissional, no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras. A outra é voltada para a promoção do aprendizado da língua francesa dos estudantes do Ciência sem Fronteiras. Entre as ações nesse sentido, está a criação do curso online Français sans Frontières, para bolsistas com destino à França. Para ampliar a oferta presencial, a intenção é trazer mais de 20 professores franceses para dar aulas do idioma nas universidades federais, que ainda não têm oferta de francês.

    Durante o evento no Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff lembrou que a França é hoje o terceiro principal destino dos bolsistas brasileiros do Ciência sem Fronteiras e já recebeu 4,8 mil bolsistas, dos quais 2.226 ainda se encontram naquele país. A maioria é da área de engenharia. “Merece destaque o esforço expressado no acordo entre os dois governos para que nossos alunos complementem sua formação com estágios técnicos em empresas francesas”, ressaltou a presidenta.

    Foram firmados ainda acordos para fortalecer a parceria dos dois países no Ciência sem Fronteiras. Um deles define os termos para que as empresas francesas recebam bolsistas do programa em seus estágios. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, explicou que as empresas francesas precisam fazer adesão ao programa. “O balanço da parceria com a França é extraordinário. Nossa cooperação na área de educação é extraordinária”, ressaltou Mercadante.

    O governo brasileiro também assinou o memorando de entendimento para estabelecer um programa de intercâmbio para cientistas e professores altamente experientes, na nova cátedra brasileira em Sorbonne. “Temos muita tradição nessa relação, que hoje estamos ampliando”, pontuou o ministro da Educação.

    Intercâmbio – Na cerimônia do Diálogo de Alto Nível Brasil-França em Educação, quatro estudantes bolsistas fizeram depoimentos sobre suas experiências. A engenheira química Renata de Souza, formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), cursou o segundo e terceiro ano de graduação na Escola Nacional Superior de Química de Paris, com bolsa Capes/Brafitec. ”Essa oportunidade me abriu várias portas. O tempo na França foi fundamental para o meu atual emprego”, observou Renata.

    Assessoria de Comunicação Social



  • Brasil e Reino Unido reafirmam parceria na área da educação

    Mercadante disse a Willetts que o Brasil está interessado em aprofundar as relações com o Reino Unido, para avançar ainda mais nas áreas da educação, ciência, tecnologia e inovação (foto: João Neto/MEC)O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reuniu-se nesta sexta-feira, 28, com o ministro da Educação e da Ciência do Reino Unido, David Willets, para discutir novas possibilidades de parceria entre os dois países na área educacional. Entre os assuntos abordados estão o programa Ciência sem Fronteiras, a implantação de um museu de ciências no Brasil e a criação de uma universidade olímpica.

    “Estamos interessados em aprofundar as relações com o Reino Unido, para avançar ainda mais nas áreas da educação, ciência, tecnologia e inovação”, disse Mercadante. Segundo ele, um dos pontos da parceria com o Reino Unido é o intercâmbio de doutores por meio do Ciência sem Fronteiras — o Reino Unido é o segundo maior parceiro do Brasil em ciência e tecnologia. Pesquisadores colaboram nas áreas de espaço, mudanças climáticas, bioenergia e agricultura.

    Hoje, 1.101 bolsistas brasileiros estão naquele país — 691 para graduação-sanduíche, 166 para doutorado-sanduíche, 75 para doutorado pleno e 169 para pós-doutorado. Mercadante lembrou que o MEC prepara o programa Inglês sem Fronteiras para capacitar em língua inglesa os candidatos a bolsas do Ciência sem Fronteiras. “Esse é, de fato, um programa visionário”, afirmou Willets.

    O Ministério da Educação e o Conselho Britânico anunciaram, em maio, parceria para dar a estudantes de baixa renda a chance de fazer exame de proficiência em língua inglesa, gratuitamente. A organização vai aplicar mais de 2 mil testes Ielts [International English Language Testing System] e 40 mil de nivelamento de inglês, além de doar livros preparatórios para bibliotecas de universidades brasileiras, oferecer palestras de treinamento e liberar gratuitamente, pela internet, materiais preparatórios para o exame.

    Museu— No encontro, os representantes dos dois países também discutiram a implantação do Museu Brasileiro da Ciência, nos moldes do Science Museum, em Londres. Em julho deste ano, o governo brasileiro e o museu inglês firmaram parceria nas áreas de educação científica e tecnológica, capacitação e aperfeiçoamento de professores de ciências e desenvolvimento de material de apoio para o ensino da ciência.

    Mercadante também citou, durante a reunião, a intenção de criar uma universidade olímpica, que pode aproveitar a infraestrutura dos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Para o ministro, o Reino Unido também pode ser parceiro do Brasil na troca de experiências quanto ao uso pedagógico e de pesquisa da aparelhagem das olimpíadas. A ideia, segundo Mercadante, é que a universidade ofereça cursos nas áreas de ciências da saúde voltadas para o esporte e permita melhorar a preparação dos atletas brasileiros, bem como as pesquisas no setor.

    Assessoria de Comunicação Social
  • Brasil faz parceria com a Irlanda para concessão de bolsas no exterior

    A Irlanda é a mais nova parceira do programa Ciência sem Fronteiras. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assinou nesta terça-feira, 9, acordos de cooperação internacional com o presidente da República daquele país, Michael Higgins. A previsão para os próximos anos é de concessão de 2 mil bolsas de estudos a alunos brasileiros de graduação em instituições irlandesas.

    “O Brasil tem todo interesse em se aproximar de um país como a Irlanda, que é referência em educação”, declarou o ministro Mercadante. “Esperamos, através do Ciência sem Fronteiras, estreitar relações e aproximar nossas universidades e população“, salientou.

     

    As instituições irlandesas também firmaram convênios de cooperação acadêmica com a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), a Universidade de Brasília (UnB) e o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).

     

    Em sua fala, o presidente da Irlanda congratulou o governo federal pela criação do Ciência sem Fronteiras e afirmou que nunca viu programas dessa escala. “Essa iniciativa é um plano incrível para aumentar a capacidade científica do Brasil. É uma oportunidade para dividirmos experiências educacionais”, destacou Higgins.

     

    A solenidade, realizada no Ministério da Educação, também contou com a presença do presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães, e do ministro do Comércio Exterior e Desenvolvimento da Irlanda, Joe Costello.

     

    Ouça o ministro Mercadante

     

    Assessoria de Comunicação Social

     

     

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