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Residência médica em debate

O papel da residência médica – pós-graduação lato sensu destinada à especialização dos recém-formados em medicina – e as melhorias neste nível de ensino precisam ser mais debatidas por docentes, profissionais, conselhos e, principalmente, pelo governo. A conexão entre a graduação, a residência e a pós-graduação stricto sensu deve estar clara para os estudantes e profissionais da medicina. As palavras são do ministro da Educação, Fernando Haddad.

O ministro participou nesta terça-feira, 25, da abertura da sessão plenária da Comissão Nacional de Residência Médica. A sessão foi presidida pela secretária de Educação Superior do MEC, Maria Paula Dallari.

“Temos avançado no debate sobre a área da medicina. O maior rigor na supervisão dos cursos mostra isso”, afirmou Haddad. Para ele, instrumentos de autorização e supervisão mais rígidos garantem que a expansão dos cursos de medicina – que saltaram de 80, em 1994, para 175, em 2008 –  tenha qualidade compatível com as funções exercidas pelos profissionais.

Haddad acredita que a interlocução entre governo e representantes de classes profissionais é uma medida eficaz na melhoria dos cursos de graduação, em todas as áreas. No caso da medicina, por exemplo, o professor e ex-ministro da Saúde Adib Jatene preside uma comissão que auxilia o MEC na supervisão dos cursos.

Este ano, 17 cursos de medicina com conceitos 1 ou 2, simultaneamente, no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e no Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD) estão sendo supervisionados pelo MEC. Foram avaliados 103 cursos em instituições públicas e privadas. 

Assessoria de Comunicação Social

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