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Educação ambiental

Camboriú avalia questão ambiental no ensino técnico agrícola

  • Quarta-feira, 29 de novembro de 2006, 15h09
  • Última atualização em Quarta-feira, 23 de maio de 2007, 09h14

O Colégio Agrícola de Camboriú, ligado à Universidade Federal de Santa Catarina, está consolidando um núcleo de estudos na área de saúde e segurança ambiental. Uma síntese sobre as principais conclusões deste estudo foi apresentada recentemente à Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC).

Segundo o professor da instituição agrícola, Luiz Alberto Ferreira, a criação do núcleo surgiu da necessidade de trazer para dentro da escola questões ligadas às áreas de sustentabilidade e socioambiental. O núcleo é composto por professores das áreas ambiental e de segurança pública. A idéia é incrementar o já existente curso técnico em meio ambiente e criar, graças a uma parceria com um grupo de bombeiros voluntários, um curso de socorristas.

Diagnóstico — O núcleo de estudos surgiu depois que o professor Luiz Alberto realizou, em sua tese de doutorado, uma radiografia sobre as políticas de profissionalização no ensino técnico agrícola de Santa Catarina. Em uma avaliação local, realizada em 12 escolas agrícolas do estado – que mantém o sistema Escola Fazenda – Luiz Alberto constatou que há, no conjunto das escolas, uma preocupação em melhorar o seu desempenho socioambiental.

Segundo o pesquisador, isso já permite o compartilhamento de experiências e tecnologias que apresentam relação proativa com a questão da sustentabilidade, entre as quais se incluem a produção agroecológica, o funcionamento das cooperativas-escola, as atividades culturais, as ações comunitárias, as parcerias, as gestões democráticas, os melhoramentos em saúde e segurança no trabalho, nos padrões sanitários das agroindústrias, na agregação de valor à produção, na coleta e destinação do lixo e dos resíduos orgânicos.

O Colégio Agrícola também participa do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Camboriú. Uma de suas frentes é combater a exclusão social. Para isto, são realizadas oficinas. Uma delas ensina jovens a criar hortas em espaços urbanos. Contam para isso com kits completos, para que sejam cultivadas hortaliças e plantas para condimentos, como a cebolinha. Outra proposta é criar prateleiras ou hortas suspensas.

Ana Júlia Silva de Souza

Assunto(s): mec , notícias , jonalismo , matérias
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