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Educação superior

Federal do Pará, 50 anos: riqueza regional

  • Segunda-feira, 02 de julho de 2007, 19h09
  • Última atualização em Quarta-feira, 25 de julho de 2007, 09h27

Belém — O jubileu de ouro da Universidade Federal do Pará (UFPA) foi comemorado na noite desta segunda-feira, 2, no Teatro da Paz, em Belém — mesmo local onde há 50 anos o presidente Juscelino Kubistchek de Oliveira havia sancionado o decreto-lei que criava a instituição. Até hoje, mais de cem mil profissionais já se formaram na UFPA.

Com a presença do ministro da Educação, Fernando Haddad, representando o presidente da República, a governadora Ana Júlia Carepa e o reitor Alex Fiúza de Mello, o evento foi aberto pela Orquestra Sinfônica da UFPA, que tocou o Hino Nacional. Durante a cerimônia, Haddad, Ana Julia, Mello e todos os ex-reitores da UFPA receberam medalhas alusivas ao aniversário. As medalhas foram especialmente produzidas com alumínio e cerâmica, material extraído no próprio estado do Pará, de forma a simbolizar a riqueza regional.

A Universidade Federal do Pará é a principal rede de pós graduação e de pesquisa de toda a região Norte do país. É também a universidade mais interiorizada do Brasil, com mais de 14 mil estudantes matriculados nos nove campi do interior do Pará, além dos 22 mil estudantes da capital. Cerca de 800 doutores e 700 mestres compõem 85 por cento do quadro permanente de professores da UFPA.

Em sua fala, o reitor chamou a atenção para o fato de que a construção de uma universidade no Norte do país não é um fato trivial. “É uma façanha, é um sinal de esperança”, afirmou Alex Fiúza de Mello. Orgulhoso, ele relembrou que a UFPA foi a primeira universidade pública da Amazônia. Não por coincidência, o reitor entregou ao ministro da Educação o projeto da primeira universidade pública do interior da Amazônia, cuja reitoria deve ser instalada numa cidade do oeste paraense.

Emocionada, a governadora Ana Júlia Carepa disse que o governo paraense tem encontrado na universidade uma grande parceira. “Nosso objetivo é  o mesmo: a construção de uma Amazônia economicamente viável e socialmente justa.” No final, o ministro Fernando Haddad adiantou que o projeto da universidade pública no interior do Pará vai ser mais um passo na interiorização do ensino e no resgate dos direitos dos que moram na região.  O ministro afirmou ainda que “quando comemoramos os 50 anos da UFPA, é natural que façamos referência ao papel da universidade no desenvolvimento do estado. Mas também temos que pensar o quanto a UFPA contribui para o Brasil”.

Letícia Tancredi

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