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  • O Ministério da Educação liberou, nesta terça-feira, 5, R$ 333 milhões para estados e municípios por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Esses recursos, que têm caráter suplementar, beneficiarão 39.334.484 alunos em 151.696 escolas de todo o país.

    Implantado na década de 1950, o Pnae é executado por estados, municípios e pelo Distrito Federal em todas as etapas da educação básica, desde a creche ao ensino médio, em escolas públicas, comunitárias e filantrópicas conveniadas com o poder público. O programa tem como objetivo a oferta de alimentação escolar saudável aos estudantes, acompanhada por ações de educação alimentar e nutricional.

    Além disso, o MEC liberou R$ 58,55 milhões para o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate), beneficiando 4.073.832 alunos, em 80.260 escolas localizadas em 4.099 municípios brasileiros. Também de caráter suplementar, os recursos são utilizados por estados e municípios na manutenção de veículos, compra de combustível ou terceirização do serviço de transporte escolar.

    O Pnate atende estudantes da educação básica pública, residentes em área rural e que constam no censo escolar do ano anterior.

    Assessoria de Comunicação Social

     



  • Os recursos da nona parcela do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) serão liberados até o fim da próxima semana para estados, municípios e Distrito Federal. No total, são R$ 415 milhões, que devem ser investidos na merenda de estudantes da educação básica de todo o país. Também serão repassados R$ 59,50 milhões para o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate). Os repasses são feitos por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.

    Os recursos do Pnae são repassados anualmente em dez parcelas, de forma a cobrir os 200 dias do ano letivo. As secretarias da educação, responsáveis pelas redes de ensino, recebem os valores e operam a alimentação escolar. São atendidos pelo programa estudantes da rede de educação básica – educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos – matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias conveniadas com o poder público.

    A coordenadora-geral do Pnae, Karine Santos, lembra que o programa atende a quase 42 milhões de estudantes com 54 milhões de refeições por dia. “O objetivo é garantir o fornecimento de alimentação que contribua para suprir as carências nutricionais dos estudantes durante o seu período de permanência na escola”, destaca.

    O programa garante o fornecimento de alimentação balanceada, capaz de suprir as carências nutricionais dos alunos (Foto: Mariana Leal/MEC)

    Pelas regras do programa, o mínimo de 30% da verba transferida deve ser utilizado na compra de produtos da agricultura familiar, de maneira a movimentar as economias locais. Apenas neste ano, o FNDE repassou R$ 3 bilhões voltados à alimentação escolar.

    Transporte – Já o Pnate atende os estudantes da educação básica da rede pública de ensino que residem em área rural e que constam no censo escolar do ano anterior. Os recursos, de caráter suplementar, são utilizados por estados e municípios na manutenção de veículos, compra de combustível ou terceirização do serviço de transporte escolar.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Plano Nacional de Alimentação Escolar é o tema principal da delegação brasileira




    Reunião do Comitê de Segurança Alimentar da FAO (Foto: Maria Fernanda Bittencourt/MEC)


    O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é o tema principal da delegação brasileira no Comitê de Segurança Alimentar da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, nesta semana. O evento começou nesta segunda-feira, 14 de outubro, e vai até sexta, 18.

    As ferramentas digitais de monitoramento do PNAE, recentemente implementadas no Brasil, serão o foco da fala das representantes do Ministério da Educação (MEC) — Maria Fernanda Bittencourt, secretária-executiva adjunta — e do Fundo Nacional de Desenvolvimento de Educação (FNDE) — Karine Santos, diretora de Ações Educacionais —, vinculado ao MEC e executor do programa. A participação será na quinta-feira, 17.

    As decisões tomadas no Comitê de Segurança Alimentar Mundial da FAO formam a base das recomendações oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU), que devem orientar as políticas públicas do tema em todas as nações signatárias.

    O PNAE é reconhecido pelo Comitê como modelo de política pública a ser seguida por outros países. É por essa razão, segundo Maria Fernanda, que o Brasil tem uma posição estratégica nele. “O plenário do Comitê é a instância maior de difusão dos dados mais recentes sobre nutrição e alimentação no mundo. Por isso, estamos aqui”, disse.

    Karine Santos explicou que sempre é grande a expectativa a participação do MEC e do FNDE por conta da posição de liderança do PNAE na cooperação internacional com outros países. “É dentro desse cenário que vamos apresentar as ferramentas inovadoras do monitoramento da alimentação escolar, o que deve ser recebido com muito interesse pela FAO e todas as nações que estão por aqui”, afirmou.

    Também integra a delegação brasileira o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Na abertura do evento, nesta segunda-feira, Mandetta declarou que o Brasil não está mais no Mapa da Fome, mas o governo monitora a situação constantemente.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do FNDE


    15/10/2019 - MEC e FNDE participam do Comitê de Segurança Alimentar Mundial da FAO - Fotos: Maria Fernanda Bittencourt/MEC

  • A sexta parcela de 2017 do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) será creditada até este sábado, 5, nas contas-correntes de estados e municípios. Os repasses totalizam R$ 394.454.478,00 e serão feitos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.

    Somente este ano, o FNDE já repassou R$ 2,2 bilhões para alimentação escolar. Os recursos do Pnae são liberados em dez parcelas, de forma a cobrir os 200 dias do ano letivo da educação básica. As secretarias da educação, responsáveis pelas redes de ensino, recebem os valores e operam a alimentação escolar.

    São atendidos pelo Pnae os alunos de toda a educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos) matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público). Um mínimo de 30% dos recursos transferidos deve ser utilizado na compra de produtos da agricultura familiar.

    “O Pnae é um programa extremamente importante, pois garante a alimentação de 40 milhões de estudantes por dia, o que representa 50 milhões de refeições diárias”, reforça o diretor de ações educacionais do FNDE, José Fernando Uchoa.

    Assessoria de Comunicação Social

  • O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, Mercadante, o ministro interino da Controladoria-Geral da União, Carlos Higino Ribeiro de Alencar, e o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, formalizam no MEC a criação da força tarefa (Foto: Isabelle Araújo)

    O ministro Aloizio Mercadante, anunciou nesta quarta-feira, 27, a criação de uma força-tarefa do Ministério da Educação com a Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério da Justiça e a Polícia Federal para intensificar o controle dos recursos destinados à educação. A mobilização, criada por meio de portaria ministerial, visa a sanar os problemas decorrentes de má-gestão, desperdício ou corrupção, especialmente envolvendo o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate).

    “Vamos intensificar a auditoria, a investigação de qualquer tipo de desvio e, ao mesmo, tempo elaborar uma política mais eficiente de controle”, destacou Mercadante. Este ano, o MEC vai investir R$ 3,9 bilhões em merenda escolar e R$ 600 milhões no custeio do transporte escolar. “As auditorias (da CGU) demonstraram que essas são as duas áreas onde há mais vulnerabilidade.”

    Dados apresentados pela CGU mostram que desde 2003 foram deflagradas 200 operações em conjunto. “Nos últimos anos, temos trabalhado intensamente com a Polícia Federal nesses desvios”, disse o ministro interino da CGU, Carlos Higino.

    De acordo com a CGU, nos municípios onde foram constatadas fraudes em programas de educação entre 2003 e 2015, a média do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é de 3,55. O índice é menor que a média nacional (5,2). “Ou seja, a corrupção e o desvio de recurso público afetam negativamente o desempenho da educação no município”, ressaltou Higino.

    Para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a força-tarefa proporcionará um salto de qualidade no trabalho que já vinha sendo feito. Segundo Cardoso, os novos mecanismos de controle e de transparência significam mais políticas preventivas para que não ocorram desvios, além de reforço na repressão e na punição ao desrespeito à lei. “O Ministério da Justiça e a Polícia Federal, junto com a CGU, somarão seus esforços ao MEC para que nenhuma situação de desvio de recursos públicos de merenda e transporte escolares fique impune”, afirmou.

    Anticorrupção – A portaria alinha-se aos avanços realizados pelo governo federal sobre o tema nos últimos anos, como a aprovação da Lei Anticorrupção, a nova legislação sobre a lavagem de dinheiro, a Lei de Acesso à Informação, a Lei de Combate ao Crime Organizado, além da criação da Controladoria-Geral da União (CGU) e a articulação e parceria entre diversas instituições públicas no combate à corrupção.

    Assessoria de Comunicação Social

  • O Ministério da Educação, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, garante a transferência de recursos financeiros para subsidiar a alimentação escolar de todos os alunos da educação básica de escolas públicas e filantrópicas. O repasse é feito diretamente aos estados e municípios, com base no censo escolar realizado no ano anterior ao do atendimento.

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  • A proposta do concurso é valorizar o papel das merendeiras e incentivar a prática de hábitos alimentares saudáveis no ambiente escolar (arte: ACS/MEC)Camadas alternadas de arroz com cenoura, molho bolonhesa e purê de batatas fazem parte do preparo do combinado dois sabores. Gratinado no forno, o prato é uma verdadeira mistura de cores e paladares. É assim que a merendeira Lucineide Araújo, 49 anos, define sua receita, selecionada entre as 15 finalistas do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar. Criatividade e valorização de hábitos locais foram os critérios para se chegar à fase final do concurso.

    Filha de agricultores, a pernambucana se dedica à alimentação escolar desde 1996. Em Salvador, está completando oito anos na Escola Municipal Batista de São Caetano. “Tem muito tempo que trabalho com crianças e gosto do que faço. A escola é minha segunda casa, me identifico muito e só me vejo trabalhando com isso”, afirma Lucineide.

    Agradar os estudantes com pratos nutritivos e saborosos nunca foi um grande desafio para Lucineide. Além do combinado dois sabores, a merendeira tem a receita de um macarrão ao molho incluída no cardápio oferecido nas escolas de Salvador. “Sempre busco um jeitinho para atrair as crianças, e desta vez a mistura de cores e sabores foi o maior sucesso.”

    Além de ser bastante saudável, o prato alimenta, garante Lucineide. Em novembro uma degustação foi realizada na escola. E foi o maior sucesso. Os alunos adoraram e até brincaram de identificar os ingredientes da receita.

    Todos os dias, Lucineide e as outras merendeiras da Escola Municipal Batista de São Caetano capricham para oferecer uma alimentação completa e equilibrada para cerca de 240 alunos do ensino infantil e fundamental. A receita é feita pela manhã e repetida à tarde, mas Lucineide alerta que nada é aproveitado. “Não fazermos comida para sobrar. Tudo o que é feito pela manhã fazemos à tarde de novo, aprendemos isso com a nutricionista”, destaca. “Também usamos a roupa adequada, estamos de branco com touca na cabeça, não usamos nenhum acessório”, acrescenta.

    Lucineide prepara seu combinado dois sabores, que a levou à final do concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar (Foto: divulgação) Promovido pelo Ministério da Educação, em parceria com o Fundo de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o concurso celebra os 60 anos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). A etapa final será em Brasília nos dias 28 e 29 de janeiro. “Estou só esperando a prova de fogo”, comenta a merendeira.

    “Estou muito contente, já me sinto vitoriosa porque minha receita foi escolhida entre tantas. Peço a Deus para eu fique calma na apresentação. Desejo muita sorte, e que tudo dê certo comigo e com as outras concorrentes”, conclui.

    Confira a receita do combinado dois sabores

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    Assessoria de Comunicação Social

  • Merendeiras do CEF 2 da Cidade Estrutural: rede pública de ensino do DF concorrerá com cinco receitas na etapa estadual do concurso (foto: João Neto/MEC)Ao som do Batidão da Alimentação e do Rock das Frutas, em apresentação dos alunos do Centro de Ensino Fundamental 2 da Cidade Estrutural, região administrativa do Distrito Federal, foi lançado, na manhã desta quinta-feira, 10, o concurso Melhores Receitas da Alimentação Escolar. “Fico muito feliz em ver as crianças desenvolvendo atividades como esta”, disse o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro.

    No concurso, que terá as inscrições abertas nesta sexta-feira, 11, com prazo até 25 de outubro, serão selecionadas, premiadas e divulgadas receitas de profissionais que preparam a merenda nas escolas públicas do país. “Isso não é apenas um concurso qualquer”, afirmou o ministro. “Isso mostra que o Brasil valoriza as merendeiras de todo o país e sabe da importância da alimentação para o desenvolvimento da criança.”

    Acompanhado do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, o ministro Janine Ribeiro visitou a escola, localizada em área ocupada por população carente, a 13 quilômetros do Plano Piloto de Brasília. A comitiva passou por salas de aula e conheceu toda a parte de alimentação, como a cozinha e a despensa. Rollemberg apresentou ao ministro o trabalho feito por cooperativas agrícolas com alimentos orgânicos.

    O concurso das melhores receitas de merenda faz parte das comemorações de 60 anos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). “É um dos programas mais eficazes na garantia do direito à alimentação, elemento determinante no processo de aprendizagem”, disse o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Idilvan Alencar, que participou da visita. “A criação de um concurso de receitas representa também a valorização desses profissionais.”

    Janine Ribeiro, ao lado de Rollemberg, visitou o CEF 2 da Cidade Estrutural e conheceu as instalações onde é preparada a merenda escolar (foto: João Neto/MEC)Etapas — Serão realizadas quatro etapas ao longo do concurso. Da primeira, eliminatória, podem participar redes de ensino que alcancem pontuação mínima em relação a critérios relevantes na execução do Pnae, como contar com nutricionista, responsável técnico, cadastrado no FNDE e usar 30% dos alimentos oriundos da agricultura familiar, entre outros aspectos. Após a fase eliminatória, serão realizadas as etapas estaduais, nas quais serão selecionadas cinco receitas em cada estado e no Distrito Federal. Em seguida, cada região do país escolherá três receitas para a fase final, em Brasília, em 17 e 18 de dezembro próximo.

    Na etapa final, as 15 receitas classificadas serão avaliadas por comissão formada por um estudante da rede pública de educação básica, um chefe de cozinha, um nutricionista, um conselheiro de alimentação escolar e um representante de entidades públicas parceiras do Pnae. As receitas serão preparadas durante a fase final, em Brasília. A comissão julgadora apontará a melhor de cada região.

    Para concorrer, os profissionais da merenda devem inscrever a receita e mobilizar a escola em que trabalham para desenvolver pelo menos uma atividade de educação alimentar e nutricional que esteja relacionada à preparação da receita.

    As inscrições devem ser feitas na página do concurso na internet. Mais informações no regulamento do concurso.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do FNDE


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    Concurso vai premiar e valorizar profissionais que tenham as melhores receitas de merenda

     

  • Uma delegação do governo de Moçambique estará em Brasília a partir desta segunda-feira, 20, até o dia 24, para conhecer ações do Brasil no campo da segurança alimentar e nutricional. O ponto de partida da visita será o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), referência internacional na área, coordenado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

    O grupo terá acesso a detalhes da execução do Pnae, programa com 55 anos de existência e orçamento atual de R$ 3 bilhões por ano para atender 47 milhões de estudantes da educação básica pública diariamente.

    Para mostrar na prática como a merenda chega aos alunos, a equipe técnica do FNDE levará os visitantes a duas escolas do Plano Piloto de Brasília. Outra ação ligada ao programa, o cultivo de hortas escolares será apresentado em instituições de ensino do município goiano de Formosa.

    A missão moçambicana conhecerá também experiências do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

    Assessoria de Comunicação Social do FNDE

  • Uma equipe de técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) esteve na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, para instruir cerca de 40 monitores do Amazonas, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina sobre as novas regras da alimentação escolar. Os monitores devem divulgar as mudanças entre nutricionistas, conselheiros, gestores públicos municipais e merendeiras. O encontro começou nesta segunda-feira, 10, e termina na quarta-feira, 12.


    As novas regras do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) constam da Lei nº 11.947, de 16 de junho deste ano, e da Resolução do FNDE nº 38, também deste ano. As normas agora em vigor prevêem o uso de pelo menos 30% dos recursos federais na compra de produtos da agricultura familiar, estabelecem parâmetros nutricionais para a elaboração dos cardápios e definem prazos para a prestação de contas.


    A principal diretriz do programa, nesta nova fase, é assegurar a educação alimentar e nutricional como direito de todos os estudantes da educação básica pública. “A nova lei do Pnae é um marco na segurança alimentar, mas é preciso que pais, alunos e a sociedade em geral reconheçam a alimentação escolar como um direito e cobrem por isso”, disse a coordenadora técnica do FNDE, Eliene Ferreira de Sousa. Segundo ela, há diferentes canais para a população denunciar irregularidades no programa, como a ouvidoria e a auditoria do fundo, o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União e os conselhos de alimentação escolar.


    Monitores – Os monitores da alimentação escolar provêm dos centros colaboradores em alimentação e nutrição do escolar (Cecanes), uma parceria entre o FNDE e instituições federais de educação superior. Além de dar apoio técnico e operacional à gestão do Pnae nos estados e municípios, eles realizam pesquisas, promovem capacitação e desenvolvem projetos relacionados à alimentação e à nutrição dos estudantes das redes públicas. As universidades parceiras do fundo são as da Bahia (UFBA), do Paraná (UFPR), do Rio Grande do Sul (UFRGS), de São Paulo (Unifesp), de Brasília (UnB), de Ouro Preto (Ufop), de Pernambuco (UFPE), de Santa Catarina (UFSC) e de Goiás (UFG).
     

    Assessoria de Comunicação Social do FNDE

  • As coordenações de três programas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) vão promover capacitação e visitas de monitoramento, nesta semana, em cinco municípios do Estado do Rio de Janeiro: Miguel Pereira, Paty do Alferes, Engenheiro Paulo de Frontin, Vassouras e Mendes. Durante a ação, 150 participantes, entre gestores municipais e estaduais, diretores de escola e conselheiros, receberão orientações sobre os programas de merenda, de transporte escolar e Dinheiro Direto na Escola.

    Nesta terça e quarta-feira, 31 e 1º de abril, ocorrerão as visitas de monitoramento. Os técnicos do FNDE percorrerão escolas estaduais e municipais dos cinco municípios para verificar a execução dos programas, identificar possíveis falhas e orientar os gestores responsáveis.

    Na quinta-feira, 2, pela manhã e à tarde, haverá capacitação sobre o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Na manhã de sexta, 3, a palestra é sobre o Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate). À tarde, será a vez do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). A capacitação ocorrerá no Centro Cultural de Miguel Pereira (Praça João XXIII, n° 99, Centro).

    Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Os municípios que demoraram a prestar contas ou a legalizar o Conselho de Alimentação Escolar (CAE) receberam somente agora a oitava e a nona parcelas do Programa Nacional de Alimentação Escola (Pnae). Eles podem dispor, no total, de aproximadamente R$ 21,5 milhões, transferidos na quarta-feira, 18, e na quinta, 19, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A última das dez parcelas referentes a 2009 deve ser repassada até 5 de dezembro.

    Os recursos devem ser usados na aquisição e no fornecimento da alimentação dos alunos matriculados em escolas públicas de todo o país, da creche ao ensino médio e da educação de jovens e adultos. São contemplados os estudantes de escolas urbanas, rurais, de áreas remanescentes de quilombos e das aldeias indígenas.

    Os recursos transferidos estão detalhados na página eletrônica do FNDE.

    Lucy Cardoso
  • O Ministério da Educação repassou nesta semana mais R$ 390,5 milhões para prefeituras e secretarias municipais de educação em todo o país. O valor é referente à sétima parcela do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate).

    Desse total, R$ 334,95 milhões foram destinados à alimentação escolar de cerca de 40 milhões de estudantes das redes públicas, filantrópicas e comunitárias. Com o objetivo de melhorar as condições nutricionais e de aprendizagem dos estudantes, o MEC já repassou R$ 2,3 bilhões ao Pnae em 2016.

    A secretária de educação do município de Jurema (PI), Ana Paula Dias, destaca a importância do repasse para manter a alimentação de cerca de 1,2 mil estudantes da educação infantil e do ensino fundamental. “Tem muitas crianças carentes no nosso município. Tem umas que chegam à escola pela manhã e que não comeram nem um biscoito, nem tomaram um copo de leite, nada”, lamenta.

    Segundo Ana Paula, a merenda é fundamental na alimentação desses alunos. “Na escola, a responsável pela merenda é a nossa nutricionista. Ela planeja, elabora, acompanha e avalia o cardápio de acordo com a faixa etária de cada aluno”, explica.

    Transporte – O restante do repasse, R$ 55,6 milhões, foi destinado ao Pnate, para atender cerca de 4,2 milhões de estudantes da educação básica residentes em área rural. Nesse ano, o programa já recebeu outros R$ 392,6 milhões. Os recursos podem ser utilizados para despesas com manutenção de veículos escolares e para contratação de serviços terceirizados de transporte.

    Para o secretário estadual de educação do Ceará, Idilvan Alencar, é necessária a parceria entre estados e municípios para gerenciar de forma eficiente os recursos destinados ao transporte. Ele explica que os repasses consideram o número de alunos matriculados e o índice de territorialidade, que leva em conta fatores como a extensão das vias e a pavimentação das estradas, por exemplo. Portanto, a destinação da verba é avaliada de acordo com a demanda do município.

    “Nós fazemos convênios com os municípios, repassamos esses recursos e dialogamos sobre as necessidades de recursos complementares, quando for o caso”, acrescenta Alencar. “O estado está investindo em construção de escolas rurais e essa ação [do repasse ao transporte escolar] é muito forte e muito relevante. O Ceará tem o acesso a matrículas nos anos iniciais praticamente próximo de 100%; isso se dá em torno dessa facilidade.”

    Os programas de transporte e alimentação escolar são gerenciados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O cálculo do repasse é feito levando em consideração o número de estudantes registrados no censo escolar realizado pelo MEC no ano anterior ao do atendimento.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) foi um dos temas tratados no encontro que reúne técnicos e gestores dos países do Mercosul durante a semana de 8 a 13 de agosto, em Brasília, Goiânia e Pernambuco. O objetivo do evento é trocar experiências sobre compras públicas da agricultura familiar e mostrar aos parceiros as ações brasileiras na área.

    Nesta segunda-feira, 8, na abertura do encontro, em Brasília, a coordenadora de agricultura familiar do PNAE, Maria Luiza da Silva, apresentou os avanços na aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar para a merenda de alunos da rede pública. As normas do programa determinam que 30% dos recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para a alimentação escolar sejam destinados à compra direta da agricultura familiar.

    “Após quase dois anos da nova legislação, ainda não podemos fazer um balanço exato. Podemos dizer que estamos rompendo barreiras e que até o momento a nossa análise é positiva. Cerca de 54% dos municípios brasileiros já compraram da agricultura familiar”, afirma a coordenadora.

    O encontro é uma iniciativa da Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar do Mercosul (Reaf), que visa fortalecer as políticas públicas para a agricultura familiar na região e promover o comércio dessa produção.

    O evento terá mais cinco dias de atividade no país, com visitas a cooperativas de agricultores e escolas que recebem alimentos da agricultura familiar em Brasília, Goiânia e Pernambuco.

    Assessoria de Comunicação Social


    Republicada com alterações
  • Trezentas e setenta e uma escolas municipais goianas receberam, nesta sexta-feira, 23 de agosto, o cartão de crédito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Com ele, são compradas as refeições oferecidas aos estudantes nos intervalos das aulas. Em todo o Brasil, são mais de 10 bilhões de lanches distribuídos.

     Os recursos são liberados em dez parcelas, de forma a cobrir os 200 dias do ano letivo da educação básica. As secretarias de Educação, responsáveis pelas redes de ensino, recebem os valores – que dependem do perfil de cada instituição – e operam a alimentação escolar.

    “Com o cartão em mãos, os diretores efetuam os pagamentos referentes à alimentação escolar diretamente em máquinas, o que contribui para um melhor controle sobre o uso desses recursos e dá mais transparência”, explica a diretora de Ações Educacionais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável por gerir o programa, Karine Silva dos Santos.

    Todos os pagamentos trazem a identificação dos estabelecimentos comerciais onde foram comprados os alimentos e os gestores geram demonstrativos mensais.

    É a primeira vez, desde 2018, ano de criação da iniciativa, que o cartão de crédito é destinado a uma rede municipal. Antes disso, o cartão foi implementado em escolas estaduais da Bahia e de São Paulo. Segundo Karine Santos, as secretarias estaduais de Educação de Pernambuco e do Rio Grande do Sul serão as próximas contempladas.

    Programa – São atendidos pelo programa os alunos de toda a educação básica matriculados em escolas públicas, filantrópicas e em entidades comunitárias (conveniadas com o poder público), abraçando todos os 5.570 municípios brasileiros. De forma universal, são atendidos mais de 40 milhões de alunos em cerca de 150 mil escolas.

    Por meio do Pnae, são servidas mais de 50 milhões de refeições diárias, totalizando mais de 10 bilhões de refeições por ano. Os recursos federais, de caráter suplementar, devem atingir em 2019 mais de R$ 4 bilhões – e representa, em muitos casos, a principal fonte para aquisição de alimentos destinados aos escolares. Mais de 8 mil nutricionistas acompanham o Pnae. Eles são responsáveis por elaborar cardápios de acordo com os hábitos alimentares dos estudantes.

    O programa valoriza a agricultura familiar. Isso porque há a obrigatoriedade de se adquirir, pelo menos, 30% de itens de agricultores familiares. Isso garante que as escolas brasileiras sirvam cada vez mais alimentos orgânicos, melhorando a qualidade dos produtos ingeridos pelos estudantes e incrementando a produção local.

    Assessoria de comunicação social, com informações do FNDE

  • Salvador vai sediar o 5º Encontro Nacional de Alimentação Escolar, promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), de 14 a 18 de junho. Estarão reunidas cerca de 700 pessoas, entre gestores educacionais, conselheiros de alimentação escolar, nutricionistas e convidados de todo o país.

    Segundo a coordenadora técnica de alimentação e nutrição do FNDE, Eliene de Sousa, o encontro terá debates sobre a interação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) com as políticas públicas de cada município. “Teremos momentos bem definidos para mostrar de que forma o Pnae contribui para ações nas áreas da educação, saúde e agricultura familiar”, explica.

    Haverá também uma comemoração especial pelo primeiro ano de vigência da Lei nº 11.947, sancionada em 16 de junho do ano passado. A lei ampliou o atendimento do Pnae a toda a educação básica pública — cerca de 47 milhões de estudantes — ao abranger também o ensino médio e a educação de jovens e adultos. Além disso, beneficiou a agricultura familiar ao exigir que no mínimo 30% dos repasses do programa sejam usados na compra de alimentos de produtores locais, medida que deve aquecer a economia dos municípios.

    Inscrições — Representantes de 150 municípios que integram o programa Territórios da Cidadania, do governo federal, têm até a próxima sexta-feira, 21 de maio, para se inscreverem no encontro. Cada cidade pode enviar até três participantes, que terão despesas pagas pelo FNDE.

    Ofício com a ficha de inscrição foi encaminhado às prefeituras. Os demais interessados devem se inscrever a partir de segunda-feira, 24, na página eletrônica do FNDE. Nesse caso, os custos ficarão a cargo de cada prefeitura.

    Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • As secretarias de educação estaduais e municipais têm prazo até 15 de fevereiro para enviar ao Conselho de Alimentação Escolar (CAE) a prestação de contas da merenda escolar, um mês a mais do que o prazo anterior, que era 15 de janeiro. A mudança foi definida pela Resolução nº 38, que regulamenta a Lei 11.947/2009.

    De posse dos documentos, o CAE deve apreciar as contas, emitir parecer conclusivo e encaminhar tudo ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) até 31 de março, e não 28 de fevereiro, como previsto anteriormente.

    A adequação à nova resolução exige que todos os envolvidos com o Programa Nacional de Aliamentação Escolar (Pnae) fiquem atentos às alterações, observa a chefe da divisão de análise financeira de repasses automáticos do FNDE, Gislaine Nunes. “Na prestação de contas da aquisição direta da agricultura familiar, por exemplo, mesmo sem o procedimento licitatório formal, os vários princípios que regem uma compra pública, como a economia, devem ser respeitados”, afirma Gislaine.

    Ela destaca, ainda, a aplicação financeira obrigatória e imediata dos recursos do programa, regra não observada por muitos gestores: “O gestor deve providenciar com o gerente do banco uma aplicação automática, para que o dinheiro nunca fique parado na conta.”

    Monitoramento – Visitas aos municípios, motivadas por denúncias de irregularidades na execução do Pnae, são feitas pelo setor de monitoramento do programa, coordenado por Valéria Lopes. A equipe verifica diversos pontos, entre os quais a infraestrutura oferecida ao CAE, o tipo de licitação realizada, o controle de distribuição e recebimento dos alimentos para as escolas, a conferência dos itens comprados com o cardápio aprovado, a identificação de alunos com restrições alimentares e a capacitação de merendeiras.

    Valéria ressalta a importância das condições de higiene durante o transporte, a estocagem e o preparo da merenda. “Há poucos dias, recebemos a denúncia de que uma prefeitura estaria usando um caminhão de lixo também para transportar a merenda para as escolas e isso é inaceitável”, afirma.

    Assessoria de Comunicação Social do FNDE
  • Com um número recorde de inscritos, o Prêmio Gestor Eficiente da Merenda Escolar divulga nesta quarta-feira, 9, às 11h30, a relação dos 25 vencedores da sexta edição do certame, promovido pela organização não-governamental Ação Fome Zero. A entrega dos prêmios ocorrerá no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília.

    O objetivo do concurso é destacar os prefeitos que realizam gestões criativas e responsáveis do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Neste ano, 1.099 prefeituras se inscreveram. Entre os 25 prêmios, há categorias regionais e destaques nacionais, como capitais e grandes cidades e valorização profissional de merendeiras.

    A cerimônia de premiação deve contar com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da primeira-dama e presidente de honra da ONG Ação Fome Zero, Marisa Letícia, além de ministros e prefeitos de todo o país.

    Seminário– Responsável pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar, o FNDE vai aproveitar a ocasião para promover um seminário, a fim de disseminar entre os gestores municipais as novas regras do programa, instituídas pela Lei n° 11.947/09 e pela Resolução n° 38/2009 do FNDE. Entre essas regras está a obrigatoriedade da compra de produtos da agricultura familiar.

    O seminário deve reunir cerca de 100 participantes, às 9h desta quarta-feira, 9, no auditório do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul, Quadra 1, em Brasília.

    Assessoria de Comunicação Social
  • O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou o prazo para envio da prestação de contas de três programas de sua competência: Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate) e Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Municípios, estados e o Distrito Federal têm até o dia 30 de abril para encaminhar os dados referentes aos anos de 2011 e 2012, pelo Sistema de Gestão de Prestação de Contas (SIGPC).

    Quem não cumprir o prazo pode ficar sem os recursos desses três programas enquanto não regularizar a situação. “O prazo foi alterado para que nenhum ente federativo seja prejudicado, já que se trata de uma nova sistemática de apresentação das prestações de contas, por meio eletrônico”, afirmou Rafael Torino, diretor de Ações Educacionais do FNDE.

    No caso dos programas de alimentação e transporte escolar, as contas dos municípios são analisadas inicialmente por conselheiros de controle social. Eles terão até o dia 14 de junho de 2013 para enviar ao órgão seus pareceres, aprovando ou não as contas, pelo Sistema de Gestão de Conselhos (Sigecon). Já as contas do PDDE são encaminhadas diretamente ao FNDE.

    Os novos prefeitos que ainda não têm senha do SIGPC devem entrar em contato com a central de atendimento, pelo telefone 0800-616161. Também estão disponíveis no portal eletrônico do FNDE guias de orientações para auxiliar os gestores estaduais e municipais no preenchimento da prestação de contas.

    Assessoria de Comunicação Social do FNDE

    Veja a lista de entidades que não haviam enviado as prestações de contas até 10h30 do dia 11 de março:


    Acesse o portal eletrônico do FNDE

    Acesse o Sistema de Gestão de Prestação de Contas – Contas Online

  • Prefeituras que se destacaram na gestão do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) em 2011 recebem nesta quarta-feira, 5, em Brasília, o Prêmio Gestor Eficiente da Merenda Escolar. Iniciativa da organização não governamental Ação Fome Zero, o prêmio visa a identificar e dissimular as práticas de sucesso na execução do Pnae, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

    Esta é a nona edição do prêmio. Este ano,  das 929 prefeituras inscritas para participar, 29 foram selecionadas como vencedoras. A cerimônia terá início às 11 horas, no Royal Tulip Brasília Alvorada.

    História– Referência internacional na área de alimentação escolar, o Pnae atua há 57 anos, atende 45 milhões de alunos da educação básica e tem papel fundamental no desenvolvimento da agricultura familiar no país, pois 30% dos recursos repassados pelo FNDE para a merenda têm de ser investidos na compra de gêneros alimentícios desses produtores –  em torno de R$ 990 milhões em 2012.

    Assessoria de Comunicação Social
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