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  • Gestores da educação básica vão discutir coleta de dados

    De 13 a 16 de dezembro, o Encontro Nacional do Censo Escolar 2016 vai reunir os principais gestores da educação básica e atores envolvidos na coleta dos dados que subsidiam as estatísticas educacionais brasileiras. Durante a programação, diretores de escolas estaduais, coordenadores e técnicos do Censo nos estados e municípios-capitais, responsáveis pelo Censo nos municípios e nas regionais de ensino e representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) estarão reunidos para discutir estratégias para o aprimoramento da coleta de dados e esclarecer dúvidas comuns quanto à pesquisa. O encontro será realizado no Ramada Hotel Recreio, no Rio de Janeiro.

     Um dos destaques do primeiro dia de programação é o painel Alfabetização, formação de professores e ensino médio: Eixos prioritários para a educação brasileira e as medidas necessárias para impulsioná-los. A professora Maria Inês Fini, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), será a mediadora do debate.

    O Encontro Nacional do Censo Escolar 2016, realizado anualmente, tem painéis, palestras e grupos de discussão em torno dos temas pertinentes ao levantamento estatístico. Nesta edição, por exemplo, o público terá a oportunidade de conhecer melhor a importância do Censo Escolar para as Avaliações Educacionais do Inep. Haverá palestras abordando a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (Talis) e a Pesquisa de Controle de Qualidade do Censo Escolar. Na programação também estão a retrospectiva de 2016 e o planejamento para 2017 do Educacenso.

     Serão ainda abordados os seguintes temas: atualização cadastral e a qualidade dos dados declarados: erros frequentes na coleta do censo escolar; avaliação do indicador: taxa de risco; o censo escolar e as mídias digitais: meios de informação e comunicação com os usuários e atualizações previstas para o Censo Escolar 2017.

    Assessoria de Comunicação Social do Inep 

  • Indicadores educacionais estão disponíveis para consultas

    Oito indicadores educacionais derivados dos dados do Censo Escolar 2017 foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta segunda-feira, 2 de julho. São eles: Média de alunos por turma, Média de horas-aula diária, Taxa de Distorção idade-série, Percentual de docentes com curso superior, Adequação da formação docente, Regularidade do corpo docente, Esforço docente, Complexidade da gestão da escola.

    Os indicadores Taxa de Rendimento e Taxa de Transição, com informações sobre aprovação, reprovação e abandono, e promoção, repetência, evasão e migração para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) serão divulgados ainda neste segundo semestre.

    O Inep calcula e publica essa série de indicadores anualmente, já que são importantes instrumentos para o acompanhamento e o monitoramento de aspectos importantes dos sistemas educacionais, como o atraso escolar, revelado pelas taxas de distorção idade-série, e as condições de ensino, reveladas em indicadores como a média de alunos por turma e a adequação da formação docente. Esse último avalia a relação entre a formação de nível superior do docente e a disciplina que leciona.

    Outras dimensões reveladas pelos indicadores divulgados dizem respeito ao esforço e regularidade do corpo docente das escolas e a complexidade de gestão das escolas, calculados a partir dos dados referentes ao número de matrículas, número de etapas de ensino ofertada, número de turno de funcionamento da escola e outras características.

    Indicadores – Capazes de agregar valor analítico e avaliativo às estatísticas, os Indicadores Educacionais do Censo Escolar permitem conhecer não apenas o desempenho dos alunos, mas também o contexto socioeconômico e as condições de em que se dá o processo ensino-aprendizagem no qual os resultados foram obtidos. Os indicadores são úteis principalmente para o monitoramento dos sistemas educacionais, considerando o acesso, a permanência e a aprendizagem de todos os alunos. Dessa forma, contribuem para a criação e o acompanhamento de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade da educação e dos serviços oferecidos à sociedade pela escola.

    Confira os Indicadores Educacionais

    Assessoria de Comunicação Social

  • Indicadores mostram queda de reprovação e maior aprovação

    Os indicadores educacionais da Taxa de Rendimento e Taxa de Não Resposta coletadas pelo Censo Escolar 2018 mostram redução de reprovações, aumento de aprovações e abandono em queda ou estável, nos ensinos médio e fundamental.

    Os dados foram publicados nesta sexta-feira, 10, no Portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e estão disponíveis para consulta.

    A publicação cumpre o cronograma do Censo Escolar previsto em portaria e encerra o calendário do levantamento estatístico feito em 2018, com tendência de melhoras. Em 29 de maio, Dia Nacional do Censo Escolar da Educação Básica, o instituto inicia a campanha de 2019.

    As taxas de rendimento, informadas pelas escolas, revelam a situação dos alunos ao final do ano letivo.

    As taxas de rendimento são indicadores utilizados no cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que avalia o desempenho educacional divulgado a cada dois anos pelo Inep. O cálculo é feito partir da combinação das taxas de rendimento do Censo Escolar com a atuação dos estudantes no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

    Os dados estão disponíveis para consulta com recortes nacional, por regiões, por unidade da federação, por município e por escola. São filtrados de acordo com a localização (urbana ou rural), a dependência administrativa (federal, estadual, municipal ou privada), o nível de ensino (fundamental ou médio) e a série ou ano.

    Censo Escolar – É o principal instrumento de levantamento estatístico educacional brasileiro nessa área. Coordenado pelo Inep, é realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. A ação abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica e profissional: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.

    A coleta de dados é feita por meio das declarações entregues pelas escolas.

    Dados disponíveis para consulta

    Confira a Portaria n° 254, de 11 de abril de 2018

    Assessoria de Comunicação Social 

  • Inep abre período de coleta de dados do Censo Escolar de 2019

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) começou na quarta-feira, 29 de maio, Dia Nacional do Censo Escolar, o período de coleta de dados do Censo Escolar 2019. O prazo se encerra em 31 de julho.

    O registro dos dados deverá ser feito por todas as escolas, públicas e privadas, da educação básica e da educação profissional, exclusivamente pela internet, no Sistema Educacenso. 

    As instituições deverão informar os dados da matrícula inicial. Esta etapa do Censo Escolar tem foco nas informações sobre escolas, gestores, turmas, alunos e profissionais escolares em sala de aula.

    Novidades – Para aprimorar o processo de coleta, o Inep implantou algumas novidades nesta edição, como o “formulário do gestor escolar”.

    O novo protocolo coleta dados sobre a formação acadêmica do dirigente escolar, os critérios de acesso ao cargo, o tipo de vínculo com a instituição de ensino, entre outros. O formulário da escola passou por adequações, a fim de garantir uma coleta de dados mais específica e completa.

    O Censo Escolar da Educação Básica é uma pesquisa estatística realizada anualmente com a colaboração das secretarias estaduais e municipais de educação, além da participação de todas as escolas públicas e privadas do país.

    De abrangência nacional, o Censo Escolar coleta dados sobre as condições de oferta e atendimento do sistema educacional brasileiro, em duas etapas: matrícula inicial e situação do aluno.

    Os resultados da pesquisa subsidiam a operacionalização de importantes políticas públicas, programas governamentais e ações do Ministério da Educação.

  • Inep apresenta vídeos tutoriais sobre preenchimento do censo

    Responsáveis pelo preenchimento dos dados do Censo Escolar 2017 já podem contar com um passo a passo de algumas funcionalidades. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) oferece, tanto em seu portal quanto em seu perfil no YouTube, vídeos tutorias com explicações práticas. O objetivo é ajudar os diretores ou responsáveis pelas escolas, além das secretarias municipais e estaduais de educação, a repassarem os dados para o sistema Educacenso.

    Para a matrícula inicial, etapa iniciada na última quarta-feira, 31 de maio, e que fica aberta até 31 de julho, há tutoriais sobre o cadastro de usuário no Educacenso, declaração dos dados do gestor escolar, autenticação no sistema, informação de tempo integral e atualização de dados cadastrais.

    Na página do Censo Escolar no portal do Inep, na seção Matrícula Inicial, é possível conferir informações detalhadas da coleta do censo, com acesso aos documentos orientadores de preenchimento, às perguntas frequentes, à navegação guiada, aos documentos da migração e aos próprios vídeos tutoriais.

    Veja mais detalhes na página do Censo Escolar.
    O tutorial pode ser visto no YouTube.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Inep divulga dados educacionais derivados do Censo Escolar 2017

    Em 2017, a média de alunos por turma foi de 30,4 no ensino médio; de 23, no ensino fundamental; e de 16,3, na educação infantil. As turmas da rede pública são maiores que as da rede privada para todas as etapas de ensino. Os dados são do indicador educacional Média de alunos por turma, derivado do Censo Escolar 2017, um dos oito divulgados nesta semana pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao Ministério da Educação.

    A Média de alunos por turma permite avaliar o tamanho médio das turmas em diferentes etapas de ensino, redes de ensino e níveis territoriais (escolas, municípios, unidades da federação etc). Assim como os outros indicadores educacionais do Censo Escolar 2017, esses dados estão disponíveis para consulta no Portal do Inep. Ao selecionar o indicador de interesse, serão listados todos os anos em que ele foi divulgado. É possível fazer download dos dados por Brasil, regiões e unidades da federação, bem como por municípios e escolas.

    Este ano o Inep divulgará dez indicadores educacionais: Média de alunos por turma, Média de horas-aula diária, Taxa de distorção idade-série, Percentual de docentes com curso superior, Adequação da formação docente, Regularidade do corpo docente, Esforço docente, Complexidade da gestão da escola, Taxa de rendimento e Taxa de transição. Os dois últimos – com informações sobre aprovação, reprovação e abandono; e promoção, repetência, evasão e migração para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) – serão divulgados ainda neste segundo semestre.

    Indicadores – Capazes de agregar valor analítico e avaliativo às estatísticas, os indicadores educacionais do Censo Escolar permitem conhecer não apenas o desempenho dos alunos, mas também o contexto socioeconômico e as condições de em que se dá o processo ensino/aprendizagem no qual os resultados foram obtidos.

    Os indicadores são úteis principalmente para o monitoramento dos sistemas educacionais, considerando o acesso, a permanência e a aprendizagem de todos os alunos. Dessa forma, contribuem para a criação e o acompanhamento de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade da educação e dos serviços oferecidos à sociedade pela escola.

    Clique aqui para acessar os indicadores educacionais.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Inep inicia os treinamentos regionais do Censo Escolar

    Os treinamentos regionais do Censo Escolar 2018 serão realizados a partir de maio pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), por meio da Coordenação Geral do Censo da Educação Básica. Os primeiros encontros serão realizados nos dias 15 e 16, em Brasília e Curitiba, reunindo participantes das regiões Norte, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Em 22 e 23, será a vez da região Nordeste receber a capacitação, em Aracaju.

    O objetivo é capacitar os técnicos responsáveis pelas atividades de coordenação do processo censitário no âmbito das secretarias de educação dos estados e municípios capitais e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec). Durante o treinamento, os técnicos receberão instruções sobre as formas de preenchimento do Censo Escolar (on-line e migração); controle de qualidade das informações; cadastro de aluno; cadastro de profissional escolar; além de módulo de confirmação de matrícula, entre outros.

    Censo
    – Principal instrumento de coleta de informações da educação básica, o Censo Escolar é o mais importante levantamento estatístico educacional brasileiro nessa área. Coordenado pelo Inep, é realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O Censo Escolar abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica e profissional: ensino regular; educação especial; educação de jovens e adultos (EJA); educação profissional.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep 

  • Inep realiza pré-teste dos cadastros do Censo Escolar 2018

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) iniciou na segunda-feira, 5, a revisão dos formulários do Censo Escolar 2018. O objetivo é testar os novos campos e itens dos formulários que serão usados a partir do próximo ano; avaliar a compreensão do usuário quanto às alterações de conceitos e nomenclaturas; analisar se os novos itens são compreensíveis e captam a realidade escolar; verificar a existência de documentação comprobatória para a declaração de informação; e identificar as formas e possibilidades de se obter dados que não estão nos registros administrativos escolares atuais.

    Até a próxima sexta-feira, 9, o Inep vai avaliar junto às escolas os campos cadastros de aluno, profissional escolar em sala de aula, turma, escola e o novo cadastro de gestor escolar. A amostra de escolas que participam da avaliação dos novos campos dos formulários do censo escolar teve representatividade nacional, com um estado de cada região geográfica – Amazonas, Rio Grande do Norte, Espirito Santo, Goiás e Santa Catarina.

    Participam quatro escolas, entre públicas e privadas, urbanas e rurais, de cada estado. Escolas de educação técnica-profissional, indígenas e organizadas por ciclos também fazem parte do teste. No total, 20 escolas estão no processo.

    Além dessa avaliação, outras 108 escolas de todo país participarão, entre 12 e 23 de junho, do teste dos cadastros do censo escolar por meio da plataforma interativa, na qual poderão avaliar cada campo novo ou ajustado a serem utilizados a partir de 2018. O pré-teste permite avaliar a consistência dos novos itens dos formulários qualificando os dados do censo que impactam nas pesquisas educacionais brasileiras e internacionais, na definição da distribuição dos recursos do Fundeb para cada um dos 5.570 municípios no Brasil e na tomada de decisão de políticas públicas para a educação.

    A avaliação dos campos coletados pelo censo escolar começou com discussões internas e foi um dos temas debatidos no Seminário do Censo Escolar, em fevereiro deste ano. O encontro reuniu colaboradores do processo de coleta e os principais demandantes das informações, incluindo os coordenadores estaduais do censo escolar das 27 secretarias estaduais de educação do país, das secretarias do Ministério da Educação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), além de algumas universidades e instituições.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Inep realiza terceiro pré-teste para revisão dos formulários

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realiza, entre 20 de março e 5 de abril, o terceiro pré-teste do projeto de revisão dos formulários do Censo Escolar, que avalia alterações ou inclusões no instrumento de coleta de dados da pesquisa estatística. O objetivo principal é avaliar a consistência e os conceitos dos novos campos dos formulários. Cada item deve ser capaz de coletar e medir o que se espera dele, assim como avaliar. O pré-teste também avalia a existência da informação e da documentação comprobatória, e a compreensão dos fatos por parte dos informantes. O pré-teste é on-line e direcionado às secretarias de educação e escolas.

    O projeto de revisão dos formulários vem sendo realizado desde 2016. Para o ciclo de revisão 2016-2020, por exemplo, já ocorreram dois pré-testes que levaram a mudanças no formulário do Censo Escolar 2019. O terceiro pré-teste se dedica a algumas questões residuais e a novas demandas que visam atender à necessidade por informações importantes para subsidiar políticas públicas de educação.

    O terceiro pré-teste já foi realizado na modalidade presencial junto a uma amostra de secretarias estaduais de educação, entre 18 de fevereiro e 15 de março. Já o pré-teste on-line comtempla dois perfis de respondentes: secretarias de educação e escolas. A definição da amostra de secretarias de educação considerou todos os estados e municípios capitais, além de outros municípios escolhidos a partir de características específicas das escolas selecionadas no respectivo sistema de ensino, assim como um grupo de comparação que não tem características para declarar aquela informação.

    Censo – Principal instrumento de coleta de informações da educação básica e o mais importante levantamento estatístico educacional brasileiro na área, o Censo Escolar é coordenado pelo Inep e realizado em colaboração com as secretarias estaduais e municipais de educação e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país. O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica e profissional. O Censo Escolar é indispensável para acompanhamento da efetividade das políticas públicas.

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep  

     

  • Instituições devem enviar dados do Censo Escolar até 12 de agosto

    A coleta de dados do Censo Escolar da Educação Básica 2015 teve início nesta segunda-feira, 8, em todo o país. Para este ano, a principal novidade é que serão coletadas informações sobre o ensino a distância.

    O prazo para envio das informações pelas instituições de educação básica segue até 12 de agosto. A data de referência dos dados é a última quarta-feira de maio (27).

    Os formulários devem ser preenchidos por meio da plataforma do Educacenso, pelo diretor ou responsável pela escola, com apoio das secretarias municipais e estaduais de educação. Para mais informações, os gestores podem acessar a página do Censo Escolar no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

    Panorama –O Censo Escolar é um levantamento de dados estatístico-educacionais de âmbito nacional realizado todos os anos e coordenado pelo Inep. O levantamento é feito com a colaboração dos estados, Distrito Federal e municípios e tem a participação de todas as escolas públicas e privadas do país.

    A partir das informações coletadas pelo censo, é possível formular, implementar, monitorar e avaliar políticas públicas. É com base nos dados do censo que são executados programas governamentais na área da educação. Além disso, a riqueza das informações serve de subsídio para análises e estudos sobre as características da educação básica no Brasil.

    Dados de 2014 –o Censo Escolar 2014 registrou 49,8 milhões de matrículas na educação básica brasileira. O número de escolas foi de 188.673, sendo 79% públicas e 21% privadas.

    Assessoria de Comunicação do Inep

    Acesse a página do Educacenso

  • Instituições têm até esta quarta, 10, para conferir dados declarados

    Termina nesta quarta-feira, 10, o prazo para instituições de ensino conferirem e, se necessário, corrigirem os dados declarados no Censo Escolar 2018. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao MEC, estabeleceu um período de 30 dias contados a partir da publicação dos dados preliminares no Diário Oficial da União (DOU), em 11 de setembro, para que os gestores façam as retificações.

    É a última oportunidade para as escolas realizarem alterações no Educacenso. Findo o prazo, não será mais possível alterar qualquer dado declarado na matrícula inicial do Censo Escolar 2018. Além de correções, as escolas também podem complementar informações que não tenham conseguido declarar durante o período de apuração.

    Também será encerrada, nesta quarta, a coleta de informações de geolocalização das escolas por meio do aplicativo Censo Localiza. Novos dados de geolocalização somente poderão ser enviados ao Inep na próxima edição da pesquisa. Tanto quanto essas informações, os demais dados do Censo Escolar devem ser informados por todas as escolas do Brasil.

    Coleta de dados – O Sistema Educacenso ficou aberto de 30 de maio a 31 de julho para todos os estabelecimentos públicos e privados de educação básica e educação profissional brasileiros. O período foi estabelecido para os gestores registrarem a coleta de dados individualizados de escolas, turmas, alunos e profissionais escolares em sala de aula.

    A matrícula inicial corresponde à primeira etapa do levantamento. A segunda é o módulo Situação do aluno, que considera os dados sobre o movimento e rendimento escolar ao final do ano letivo e estará disponível em fevereiro de 2019.

    As matrículas e dados escolares coletados servem de base para o repasse de recursos do governo federal e para o planejamento e divulgação de dados das avaliações do Inep. Quem preenche as informações, diretamente no Sistema Educacenso, são os diretores ou responsáveis pela escola, com apoio das secretarias municipais e estaduais de educação.

    Censo – Principal instrumento de coleta de informações da educação básica, o censo escolar é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país, abrangendo as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, educação especial, educação de jovens e adultos (EJA) e educação profissional.

    Clique aqui para acessar os resultados preliminares do Censo Escolar 2018.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Matrículas de ensino médio integral em escolas públicas têm aumento de 22% no Brasil


    As matrículas em escolas de tempo integral no ensino médio subiram 22% em 2017 nas escolas públicas de todo o país. O percentual de alunos matriculados nesse regime de ensino saltou, também na rede pública, de 6,7%, em 2016, para 8,4%, no ano passado. Os dados são do Censo Escolar 2017, realizado ao longo de 2017 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao Ministério da Educação, e divulgados nesta quarta-feira, 31, em coletiva de imprensa.

    “Esses dados do censo refletem a prioridade do MEC com a política da escola em tempo integral”, comemora a ministra substituta da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro. “Isso demonstra que as mudanças realizadas pela nossa gestão já começam a dar resultado, principalmente em um modelo de ensino médio mais atrativo para os estudantes”.

    O aumento das matrículas está diretamente relacionado à Política de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. Só neste ano, o MEC liberou recursos de R$ 406 milhões para apoiar os estados na implementação dessas unidades. A liberação pretende ampliar de 516 escolas financiadas pelo MEC, em 2017, para 967 em 2018, representando um aumento de 87% de instituições atendidas em todo o país. Considerados os recursos liberados também no ano de 2017, o programa deste ano alcançará o montante de R$ 700 milhões. No total, o MEC apoiará progressivamente 500 mil matrículas nas escolas de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI). Até 2020, os investimentos podem alcançar R$ 1,5 bilhão.

    “A política foi lançada no fim de 2016 e, a partir de 2017, foi implementada junto às secretarias estaduais”, lembrou Maria Helena. “Isso significou um aporte maior de recursos, um aumento no número de escolas de ensino médio em tempo integral – e, mais do que isso, um novo modelo de gestão dessas escolas, com definição e prioridades, valorização do protagonismo juvenil”.

    Além do ensino médio, o levantamento aponta que as matrículas em tempo integral do ensino fundamental na rede pública voltaram a crescer, saltando de 10,5%, em 2016, para 16,2%, no ano passado. O percentual de alunos, contando as redes pública e privada, passou de 9,1%, em 2016, para 13,9% em 2017. “O programa Novo Mais Educação, também desta gestão, foi determinante para o aumento dessas matrículas”, reforça Maria Helena, destacando que os investimentos nesse programa, juntando os anos de 2016 e 2017, foram de R$ 900 milhões. O Novo Mais Educação tem o objetivo de melhorar a aprendizagem em língua portuguesa e em matemática por meio da ampliação da jornada escolar de crianças e adolescentes em cinco a 15 horas semanais.

    A ministra substituta da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro (D), ao lado da presidente do Inep, Maria Inês Fini, destaca que as mudanças realizadas pela atual gestão do MEC tornaram o ensino médio mais atrativo. (Foto: Mariana Leal/MEC)

    Também evoluíram as matrículas na educação Infantil, especialmente nas creches. Entre 2013 e 2017, os registros de alunos inscritos em creches cresceram 94,5%. Só em 2017, o aumento foi de 5,2%. Além da ministra da Educação substituta, a coletiva foi conduzida pela presidente do Inep, Maria Inês Fini; pelo diretor de Estatísticas Educacionais do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio; e pelo secretário da Educação Básica do MEC, Rossieli Soares da Silva.

    Outros números – No ensino fundamental regular, o número de matrículas caiu, seguindo a tendência de adequação à dinâmica demográfica. No entanto, conforme apurou a Pesquisa Nacional por Amostragem em Domicílios Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PNADC/IBGE), 99,2% da população de seis a 14 anos frequenta escola. Na faixa etária de 11 a 14 anos, o atendimento é de 98,9%, ainda de acordo a PNADC/IBGE. “Precisamos celebrar porque, pela primeira vez, 99% das crianças estão na escola e o Brasil está cumprindo as metas estabelecidas pelas Nações Unidas”, explica Maria Helena.

    No ensino médio, a queda das matrículas no período se dá essencialmente por dois motivos: redução do número de concluintes do ensino fundamental que se matricularam no ensino médio e aumento do número de concluintes do ensino médio diante de um elevado percentual de evasão (11,2%). O comportamento reforça a importância da reforma com o Novo Ensino Médio, implementada pela atual gestão do MEC. A expectativa é que a possibilidade de o estudante traçar seu caminho profissional estimule e motive os jovens a prosseguir seus estudos, diminuindo, consequentemente, a evasão.

    “Agora nós temos a oportunidade de ter uma boa formação geral com as áreas comuns a todos os currículos, e, acima de tudo, o jovem vai poder escolher a maior área de interesse, já vislumbrando uma profissão futura”, explicou Maria Inês Fini. “Agora eu tenho esperança de que esse quadro possa mudar”.

    O Brasil tem 7,9 milhões de matrículas no ensino médio, mas a etapa segue uma tendência de queda nos últimos anos. Isso se deve tanto a uma redução da entrada proveniente do ensino fundamental (a matrícula do nono ano teve queda de 14,2% de 2013 a 2017) quanto à melhoria no fluxo no ensino médio (a taxa de aprovação subiu 2,8% de 2013 a 2017). Se há queda de matrículas no ensino médio regular, a matrícula integrada à educação profissional cresceu 4,2% no último ano, passando de 531.843, em 2016, para 554.319 matrículas, em 2017. O ensino médio é oferecido em 28,6 mil escolas no Brasil.

    Além da ministra da Educação substituta, a coletiva foi conduzida pela presidente do Inep, Maria Inês Fini; pelo diretor de Estatísticas Educacionais do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio; e pelo secretário da Educação Básica do MEC, Rossieli Soares da Silva (Foto: Mariana Leal/MEC)

    Educação profissional – O Brasil conta com 1,8 milhão de alunos matriculados na educação profissional, 58,8% dos quais frequentam escolas públicas. A matrícula na educação técnica de nível médio teve um crescimento de 0,9% em 2017. Já as matrículas nos cursos técnicos de nível médio da rede pública apresentaram um crescimento de 2,2% no último ano.

    Educação infantil – Com 8,5 milhões de matrículas na educação infantil, o Brasil registra um potencial de ampliação da oferta dessa etapa. De acordo com a PNAC/IBGE, na faixa etária adequada à creche (até três anos de idade), o atendimento escolar é de 30,4%; já na faixa etária adequada à pré-escola (quatro e cinco anos), o atendimento escolar chega a 90,2%. Hoje, 105 mil escolas oferecem pré-escola no Brasil e atendem a 5,1 milhões de alunos, sendo que 23,2% deles frequentam a rede privada.

    Ensino fundamental – O Brasil tem 27,3 milhões de matrículas no ensino fundamental, sendo 15,3 milhões nos anos iniciais e 12 milhões nos anos finais. A rede municipal tem uma participação de 68% no total de matrículas dos anos iniciais e concentra 83,3% dos alunos da rede pública. Nessa fase, 18,4% dos alunos frequentam escolas privadas. Já nos anos finais, as escolas privadas abrangem 14,9% dos alunos. A rede estadual, por sua vez, tem uma participação de 42,3% no total de matrículas dos anos finais, dividindo a responsabilidade do poder público nessa etapa de ensino com os municípios, que também possuem 42,7% dos alunos.

    Educação de Jovens e Adultos – O Brasil tem hoje 3,6 milhões de alunos frequentando a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Após longo período de queda, as matrículas do ensino fundamental dessa modalidade apresentam tendência de estabilização, mesmo com um pequeno aumento em 2017.  A oferta de EJA de ensino médio, entretanto, teve aumento de 3,5% em 2017.

    Educação especial – O número de matrículas de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades no ensino médio quase dobrou de 2013 a 2017. De acordo com o Censo Escolar 2017, 98,9% dos alunos estavam incluídos em classe comum. Além disso, 61,3% das escolas brasileiras têm alunos com deficiência incluídos em turmas regulares. Em 2008, esse percentual era de apenas 31.

    Notas estatísticas – Os dados do Censo Escolar 2017 divulgados nesta quarta-feira fazem parte das Notas Estatísticas, relatório elaborado pelo Inep com informações gerais sobre o censo. O Inep também oferece, em seu portal, os Microdados do Censo Escolar 2017, que permitem cruzamentos de variáveis diversas a partir de programas estatísticos. No início de março, serão divulgadas as Sinopses Estatísticas, com dados desagregados por estado e município.

    • Clique aqui para ver a apresentação Censo Escolar 2017 - Notas Estatísticas
      (Arquivo em formato .pdf - 1Mb)


    Veja mais fotos da coletiva de imprensa sobre o Censo do Ensino Básico 2017:

    31/01/2018 Coletiva de imprensa Censo do Ensino Básico 2017

    Assessoria de Comunicação Social

  • Matrículas em creches aumentaram 11% em 2011 em relação a 2010

    As creches que atendem crianças até três anos de idade receberam 234 mil novas matrículas em 2011, o que significa aumento de 11% em relação ao ano anterior, segundo o Censo Escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) do Ministério da Educação. A maior parte das matrículas em creches está sob a responsabilidade das redes municipais públicas de ensino, que abrangem 63,6% do total de 2,3 milhões e atendem a 1.461.034 alunos. Em seguida, vem a rede particular, com 828.200 matrículas (36%).

    Entre os motivos para a expansão do atendimento nas creches estão a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e o reconhecimento da creche como primeiro estágio da educação básica. O Ministério da Educação garante o repasse de recursos a estados, Distrito Federal e municípios. Com o aumento da procura na educação infantil, cresce a necessidade de construção de unidades e reforma das já existentes. Para essa demanda, o Ministério da Educação conta com programas como o de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância).

    No âmbito da educação especial, o censo revela o crescimento do atendimento especializado nas escolas regulares. Em 2011, o número de matrículas de estudantes com deficiência nas escolas comuns aumentou 15,3% em relação a 2010, com mais de 550 mil matrículas. Esses números estão de acordo com a política adotada pelo MEC de dar prioridade à educação inclusiva, valorizar as diferenças e atender às necessidades educacionais de cada aluno.

    Na educação profissional, o censo aponta crescimento de 60% no número de matrículas entre 2007 e 2011 — que passou de 780.162 para 1.250.900. Com a expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e a criação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), o número de estudantes na educação profissional será ainda maior.

    Integral— Atualmente, mais de 1,7 milhão de alunos matriculados no ensino fundamental têm educação em tempo integral. Dos matriculados na rede pública, 6,4% estudam em tempo integral, contra 1,7% da rede particular. Em 2011, o número de estudantes atendidos em tempo integral chegou a 1,68 milhão em relação a 1,26 milhão do ano anterior — aumento de 33,4%. Considera-se educação básica em tempo integral a jornada escolar com duração igual ou superior a sete horas diárias. Nesse período está compreendido o tempo total que o aluno permanece na escola ou em atividades escolares.

    Diego Rocha
  • Matrículas em educação integral apresentam crescimento de 41,2%

    Pelo quinto ano consecutivo, as matrículas em educação integral apresentam crescimento expressivo. O número de alunos que permanecem, pelo menos, sete horas diárias em atividades escolares aumentou 41,2%, passando de 3,1 milhões para 4,4 milhões. Desde 2010, o contingente de crianças e adolescentes atendidos em tempo integral mais que triplicou. É o que mostra o Censo Escolar da Educação Básica de 2014, divulgado nesta quarta-feira, 11, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

    O presidente do Inep, Chico Soares, afirmou que o censo aponta, a cada ano, empiricamente, os resultados das políticas públicas. “A expansão da educação integral é fruto do programa Mais Educação, desenvolvido pelo MEC, por meio do qual são transferidos recursos às escolas para manter os alunos em jornada estendida”, disse o presidente.

    Proinfância – “Outro aspecto positivo comprovado pelo censo é a expansão do atendimento em creches, fruto do Proinfância, programa do MEC que destina a estados e municípios recursos para ampliação e melhoria da oferta”, destacou Chico Soares. São 2,9 milhões de crianças matriculadas, o equivalente a um aumento na oferta de 40% nos últimos quatro anos. O número de escolas que oferecem creche chega a 58,6 mil estabelecimentos.

    Profissional – A modalidade educação profissional também está evoluindo e já conta com 1,78 milhão de alunos matriculados, uma elevação de 89,2% em relação a 2008. Chico Soares avaliou que um dos fatores que impulsionam a educação profissional de nível médio é o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

    Inclusão – O Censo aponta que 54,8% das escolas brasileiras têm alunos com deficiência incluídos em turmas regulares. Em 2008, esse percentual era de apenas 31%. A evolução está em sintonia com os desafios propostos pelo Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê a universalização desse segmento da população de quatro a 17 anos preferencialmente na rede regular de ensino.

    Ao todo, o Censo de 2014 registra 49,8 milhões de alunos matriculados na educação básica. No ano anterior, eram 50 milhões. “A queda é fruto do tamanho da população, que diminui a cada ano. É consequência, ainda, de um fenômeno positivo, a melhoria dos indicadores de progressão e, em consequência, a redução da defasagem idade-série. O problema está sendo enfrentado e diminui a cada ano”, observou o presidente do Inep.

    O ensino fundamental é a maior etapa de toda educação básica e ultrapassa os 28 milhões de alunos. Destes, 15,7 milhões cursam os anos iniciais e 12,8 milhões os anos finais. Um dos destaques dessa etapa é que praticamente todos os alunos do primeiro ano do ensino fundamental estão na idade adequada para a série.

    No ensino médio, o número de matrículas permaneceu estável em quatro anos. A frequência dessa etapa é de 8,3 milhões de alunos, 95,9% desse total em áreas urbanas. As redes estaduais são as que detêm a maior participação, com 84,7% do total de matrículas.

    Málcia Afonso
    Assessoria de Comunicação Social do Inep

    Confira os resultados do Censo Escolar

    A Sinopse da Educação Básica completa estará disponível no portal do Inep em cerca de 30 dias.

  • Microdados do Censo Escolar são divulgados com duas novidades

    Os microdados do Censo Escolar 2013 estão disponíveis para consulta a partir desta sexta-feira, 21. Nesta última edição há duas novidades: a idade dos estudantes na data de referência do Censo e dados sobre alunos com deficiência que precisariam de algum recurso específico durante a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) sempre divulgou a idade com base no ano em que o aluno a completaria. Nesta edição, além dessa informação, haverá a idade na data de referência do Censo. “Como temos uma data de referência para o Censo Escolar, decidimos utilizá-la no cálculo desta variável”, explica o diretor de estatísticas educacionais do Inep, Carlos Eduardo Moreno Sampaio. Em 2013, a data foi 31 de maio.

    “O que observamos nos dados foi que a distribuição de matrículas por idade em uma determinada etapa de ensino é sensível à data com a qual calculamos a idade”, explica Fábio Bravin, pesquisador da Diretoria de Estatísticas Educacionais do Inep.

    A distribuição de matrículas por idade em uma etapa de ensino varia de acordo com a opção de data escolhida para o seu cálculo. Por exemplo, o número de alunos com seis anos de idade em 2013, no primeiro ano do ensino fundamental, de acordo com a data de referência do Censo, 31 de maio, foi de 2.278.230. Considerando o mês de dezembro, seriam registradas 1.049.650 matrículas de estudantes com essa idade.

    A diferença ocorre porque se a referência for a idade que o aluno completa no ano, muitos alunos com seis anos na data de referência da pesquisa já teriam completado sete anos no final do ano.

    Um alerta importante para o pesquisador que vai utilizar os dados do Censo, destaca Fabio, é a necessidade de que, quando houver cálculo utilizando outras bases de dados que contenham a variável idade, a data de referência utilizada para o cálculo da idade seja compatibilizada. “Isso torna as bases de dados comparáveis”.

    Inclusão– A cada ano, o Inep faz uma consulta aos principais usuários dos dados do Censo, como o Ministério da Educação e suas autarquias, sobre a necessidade de coleta de novas informações. Para a última edição, a diretoria de avaliação de educação básica do Inep pediu que o Censo Escolar apontasse dados de estudantes com deficiência que precisariam de algum atendimento especial durante a aplicação das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Os dados já foram utilizados pelo Inep na aplicação da Prova Brasil, da Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) e da Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb) em 2013.

    O diretor de avaliação da educação básica, Alexandre André dos Santos, explica que além de permitir uma melhor estimativa de recursos para aplicação das avaliações no último ano, o levantamento ajudará o Inep a qualificar a informação existente em avaliações aplicadas para estudantes com deficiência. “Poderemos calcular dados específicos relacionados a estudantes com deficiência e qualificar ainda mais o debate sobre educação especial”, afirma.

    Sinopses – Também estão disponíveis no portal do Inep as sinopses estatísticas do Censo Escolar, que contêm informações calculadas pelo órgão, como subsídio e guia para pesquisadores, imprensa e sociedade.

    O Censo Escolar é o principal e mais completo levantamento de dados estatístico-educacionais de âmbito nacional realizado todos os anos e coordenado pelo Inep. As informações coletadas permitem traçar um panorama nacional da educação básica, referência para a formulação de políticas públicas e execução de programas na área da educação. 

    Assessoria de Comunicação Social

    Acesse os microdados

    Acesse as sinopses estatísticas

  • Ministério vai intensificar as políticas públicas de combate ao abandono escolar

    O ministro Mercadante apresenta os dados do Censo Escolar, acompanhado do presidente do Inep, Luiz Roberto Curi; pelo secretário executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, e pelo secretário de Educação Básica, Manuel Palácios (Foto: Isabelle Araújo/MEC)O Ministério da Educação vai em busca dos jovens de 15 a 17 anos de idade que abandonaram os estudos. A busca ativa será iniciada em abril e contará com mobilização interministerial. A intenção é resgatar 1,6 milhão de alunos que deixaram de frequentar a escola durante o andamento do ano letivo. A novidade foi anunciada pelo ministro Aloizio Mercadante, durante a apresentação do Censo Escolar 2015.

    A maior concentração desses jovens está na área urbana das grandes cidades. “Vamos buscar o apoio das equipes da Saúde da Família, dos Cras (Centro de Referência de Assistência Social) do Bolsa Família, além das secretarias de assistência social e da saúde dos estados e municípios”, adiantou o ministro. A rede será estendida também ao sistema de medidas socioeducativas. O MEC contará ainda com a mobilização de governadores e prefeitos.

    O levantamento do Censo Escolar permitiu saber quais são os municípios e bairros onde esses alunos moram e as escolas onde estudavam. “A estatística não é nova, mas desta vez vamos mergulhar nesse universo. Será um aprendizado”, avaliou Mercadante. Para o ministro, o desafio vai além de chegar à casa desses jovens, é convencê-los de que vale a pena investir nos estudos como uma ponte para um futuro melhor. “É preciso diálogo, entender por que eles deixaram os estudos”, destacou.

    Uma das estratégias do MEC será o investimento no ensino técnico profissional. De acordo com o Censo Escolar 2015, existem hoje 1,9 milhão de estudantes matriculados na educação profissional. Mercadante lembra que a Educação de Jovens e Adultos (EJA) no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e o Pronatec a distância podem ser um caminho para aumentar o interesse dos jovens que estão fora da escola.

    Outra medida anunciada pelo ministro será a ampliação de possibilidades de certificação para o ensino médio, que passará a contar com uma avaliação específica, além da solicitação atual por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

    Em relação ao número de matrículas na educação infantil, o Censo mostra que o segmento de quatro e cinco anos de idade na escola era de 5,5 milhões em 2014. Na faixa etária adequada à pré-escola, essas crianças representam 90% da população. “Estamos muito próximo de atingir a meta”, ressaltou Mercadante.

    A meta 1 do Plano Nacional de Educação (PNE) prevê a universalização, até 2016, da educação infantil na pré-escola para crianças de quatro a cinco anos de idade, e a ampliação da oferta de educação infantil em creches, de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos até o final da vigência do plano, em 2024.

    De acordo com o Censo, existem hoje no Brasil 62,5 mil creches, sendo que 76,3% estão na zona urbana, 59,2% são municipais e 40,7% são privadas – a maior participação da iniciativa privada em toda a educação básica. Nos últimos cinco anos, as matrículas em creche cresceram 47,4% e já atendem a 3 milhões de crianças.

    Apesar do avanço, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam a existência de 3 milhões de jovens entre quatro e 17 anos fora da escola na idade correspondente. Para superar o problema, o MEC firmou no início deste mês acordo com o Ministério Público Federal, Tribunal de Contas da União, tribunais de contas dos estados e municípios. A medida visa monitorar a utilização dos recursos públicos aplicados em educação. Na prática, o acompanhamento vai permitir uma análise qualitativa do gasto na educação e ajudar os gestores a melhorar a aplicação dos recursos para a área.

    Confira a apresentação do ministro sobre o Censo Escolar

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    MEC integra programas para intensificar a alfabetização

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Ministro Henrique Paim escreve artigo em que faz um Raio-X da educação básica

    O ministro da Educação, Henrique Paim, publicou artigo nesta terça-feira, 11, no jornalFolha de S. Paulo, intituladoRaio-X da educação básica. Confira a íntegra do artigo:

    Mudar o processo educacional brasileiro exige grande esforço, ainda mais em um país que teve um despertar tardio para a importância da educação em seu desenvolvimento.

    O esforço é conjunto, pois na educação básica o sistema funciona em regime de colaboração entre a União, Estados, Distrito Federal e municípios. Cada Estado e cada município tem autonomia de seu sistema de ensino, cabendo à União estabelecer diretrizes e apoiar técnica e financeiramente os entes federados na cruzada pela educação com mais acesso, garantindo ao estudante uma trajetória regular e de qualidade.

    Em outra dimensão, o esforço é conjunto porque envolve uma gama de atores: professores, gestores, os demais profissionais de educação, as famílias, os estudantes e a sociedade. Sabemos que as políticas públicas educacionais surtem efeito em médio e longo prazo. O investimento na construção de escolas de educação infantil trará retorno para o Brasil daqui a 20 anos. Isso porque uma criança que tem acesso a essa escola terá mais chance de concluir a educação básica na idade própria e de se tornar um profissional mais qualificado.

    Por isso devemos enxergar os dados do Censo da Educação Básica de 2013 com dois olhares. O primeiro é o de que ainda temos muitos desafios pela frente. O segundo, o de que devemos destacar os bons resultados dos esforços conjuntos. Eles mostram que a educação básica no país avançou.

    O crescimento de 7,5% nas matrículas das creches está associado a uma política de financiamento, por meio do Fundeb, e de investimento em infraestrutura para receber esse público. O governo federal tem como meta contratar a construção de 6.000 creches até o final deste mandato da presidenta Dilma, e o que foi feito até agora já permitiu que o atendimento aumentasse 73% de 2007 para 2013.

    No ensino fundamental, a redução de matrículas significa que o fluxo escolar melhorou. Outra boa notícia é a ampliação da educação em tempo integral. De 2010 para 2013, houve um crescimento de 139%, com o número de matriculados saltando de 1,3 milhão para 3,1 milhões. Só no ano passado, esse aumento foi de 45%. É importante ressaltar que, dos 3,1 milhões de matrículas, 3,07 milhões foram na rede pública. O MEC (Ministério da Educação) tem repassado, em média, R$ 2 bilhões por ano para a ampliação da jornada escolar.

    A partir do programa Mais Educação-Educação em Tempo Integral, que se revelou uma estratégia bem-sucedida do MEC para a implantação da jornada integral nas redes públicas, podemos acreditar que é factível a meta do Plano Nacional de Educação – que espera aprovação no Congresso Nacional – de termos 25% dos alunos em tempo integral nos próximos dez anos.

    Na educação profissional, saímos de 780 mil matrículas em 2007 para 1,44 milhão em 2013, um crescimento de 85%. Para isso, diversas políticas e ações foram determinantes. A expansão das redes federal e estaduais de educação profissional, científica e tecnológica foi uma delas. Outra foi o Pronatec, prioridade do governo da presidenta Dilma, que chegará ao fim deste ano com 8 milhões de matrículas, sendo 2,4 milhões no ensino técnico.

    Após a inclusão recente de milhões de estudantes, o ensino médio tem hoje novos desafios. O aperfeiçoamento do currículo e a formação de professores são pontos que já estamos enfrentando. O avanço passa também pela possibilidade de profissionalização, oferecendo aos jovens, além da escolarização, qualificação para o trabalho.

    O Censo mostra que as políticas públicas estão dando resultados, mas nos desafia a avançar na busca da melhoria da qualidade da educação para garantir o desenvolvimento sustentável do país.

  • Módulo Confirmação de Matrícula está disponível no Educacenso

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) abriu acesso ao módulo Confirmação de Matrícula no Censo Escolar 2017, nesta terça-feira, 31. Nessa etapa, é possível confirmar a matrícula dos estudantes, além de fazer correções sobre os que aparecem com mais de uma matrícula no sistema Educacenso. O acesso poderá ser realizado até o dia 9 de novembro.

    As escolas das redes públicas e privadas devem acessar o sistema Educacenso, conferir e, se for o caso, confirmar a matrícula do aluno, de acordo com seus registros escolares. Os dados devem ser confirmados com base nas informações da ficha de matrícula, do diário de classe, do livro de frequência ou do histórico escolar. Para isso, é necessário considerar a data de referência do Censo Escolar 2017, que é 31 de maio deste ano.

    Para conferir os casos de duplo vínculo, o sistema Educacenso gera relatórios que apresentam, por exemplo, a relação de alunos com mais de um vínculo de escolarização na mesma escola, e a relação de alunos ligados a outra escola.

    O Censo Escolar é o principal instrumento de coleta de informações da educação básica. É considerado o mais importante levantamento estatístico educacional brasileiro na área. Coordenado pelo Inep, é realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país.

    Acesse o vídeo tutorial e a navegação guiada do módulo Confirmação de Matrícula.

     

    Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

  • Novo prazo para preenchimento do censo vai até 12 de agosto

    Instituições de educação básica de todo o país têm novos prazos para preenchimento do Censo Escolar de 2015. O sistema Educacenso estará aberto para receber as respostas a partir de 8 de junho até 12 de agosto. Os questionários on-line são respondidos por meio da internet, preenchidos pelo diretor ou responsável pela escola.

    A reestruturação no cronograma foi publicada na quarta-feira, 27. A portaria altera de 25 de maio para 8 de junho a abertura do período de coleta e traz o prazo das duas etapas desse processo de execução do censo. A medida visa a evitar que coincidam os prazos para o preenchimento do censo e para as inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

    Após o preenchimento dos dados, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) verifica a consistência das informações coletadas.

    Os dados preliminares serão publicados no Diário Oficial da União do dia 26 de agosto. Os relatórios por escola no sistema Educacenso estarão disponíveis para conferência dos gestores municipais e estaduais. A partir dessa data é aberto o sistema para conferência e eventual correção de informações por um prazo de 30 dias.

    Panorama – O Censo Escolar é um levantamento de dados estatístico-educacionais de âmbito nacional realizado todos os anos e coordenado pelo Inep. Ele coleta dados sobre estabelecimentos, matrículas, funções docentes, movimento e rendimento escolar. Essas informações são utilizadas para traçar um panorama nacional da educação básica e servem de referência para a formulação de políticas públicas e execução de programas na área da educação.

    A Portaria do Inep nº 196/2015, com os novos prazos para o preenchimento do Censo Escolar de 2015, foi publicada no Diário Oficial da União de quarta-feira, 27.

    Assessoria de Comunicação Social

  • Número de alunos na educação básica supera os 52 milhões

    Reynaldo Fernandes, presidente do Inep, apresenta os dados do Censo (Foto: Fabiana Carvalho)Há, no Brasil, 52.580.452 estudantes matriculados na educação básica. Esse nível de ensino compreende a educação infantil (creche e pré-escola), o ensino fundamental (primeiro ao nono ano ou primeira a oitava série), o ensino médio, a educação profissional, a educação especial e a educação de jovens e adultos (nas etapas ensino fundamental e ensino médio). Os dados são do censo escolar de 2009, já consolidado, divulgado nesta segunda-feira, 30, no Diário Oficial da União.

    Em termos gerais, houve uma ligeira queda nas matrículas, de 1,2% em relação ao censo de 2008, o que confirma a estabilidade já apresentada há alguns anos. De acordo com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Reynaldo Fernandes, a queda pode ter dois motivos: a redução da taxa de natalidade e a melhoria do fluxo escolar – menos alunos reprovam, por exemplo.

    Na educação infantil, o crescimento foi de 0,6%, por causa do grande aumento nas matrículas em creches, de 8,3%. Já a pré-escola apresentou queda de dois pontos percentuais, resultado do aumento das escolas que aderiram ao ensino fundamental de nove anos. Isso porque as matrículas que deveriam ser contadas na pré-escola – educação infantil – passam a ser contadas no primeiro ano do ensino fundamental de nove anos.

    Por sua vez, a etapa fundamental mostrou os mesmos índices percentuais de redução de matrículas em relação a 2008: 1,2%, índice que cai para 0,3% no que se refere ao ensino médio. Já a educação profissional deu um salto considerável: 8,3% em um ano. As matrículas na zona rural cresceram na creche (5,7%), ensino médio regular (9,4%) e ensino médio da educação de jovens e adultos (7,3%).

    Do total de alunos matriculados na educação básica, 45.270.710 estão em escolas públicas (86,1%) e 7.309.742 estudam em escolas da rede privada (13,9%). As redes municipais são responsáveis por 24.315.309 matrículas (46,2% do total). Há, também, um crescimento acentuado das matrículas na rede federal em quase todas as etapas e modalidades, exceto no ensino fundamental e da educação especial.

    No caso da educação especial, a redução se explica em função da inclusão dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação em classe regulares de ensino, já que a contagem dessa modalidade é feita com base nas escolas especiais. Hoje, 61% dos alunos da educação especial estão matriculados em classes regulares.

    Educacenso – Desde a implantação do sistema eletrônico Educacenso, em 2007, é possível traçar um retrato fiel da realidade educacional brasileira, pela coleta anual de dados de todas as 197.468 escolas de educação básica. Com o sistema, a informação foi individualizada – já que as escolas têm que preencher um cadastro para cada aluno, professor, turma e um geral para a escola.

    O grau de detalhamento permite a elaboração de políticas eficientes de médio e longo prazo, com o objetivo de se aprimorar o sistema educacional. Os dados divulgados pelo Inep se referem a número de matrículas e infra-estrutura. As informações estão detalhadas por unidade da federação, categoria administrativa, localização geográfica e etapa de ensino.

    Assessoria de Comunicação Social

    Veja mais:

    - Relatório Técnico
    - Tabelas Brasil, regiões e estados
    - Consulta a matrícula por município
    - Apresentação em power point
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