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  • Consulta pública do Future-se é prorrogada até 29 de agosto

    Giulliano Fernandes e Guilherme Pera, do Portal MEC

    Quem ainda não se cadastrou na consulta pública do Future-se terá mais tempo para acessar o sistema. O prazo foi prorrogado de 15 para 29 de agosto. A proposta do Ministério da Educação (MEC) é reunir contribuições para aperfeiçoar o programa.

    As sugestões da população serão consolidadas pelo MEC antes do envio do projeto para o Congresso Nacional. Quase 50 mil pessoas já realizaram o cadastro — os dados são desta quarta-feira, 14. O sistema registrou 16.703 comentários sobre ao menos um dos pontos da proposta.

    O programa foi lançado pelo MEC para promover maior autonomia financeira nas universidades e institutos federais por meio de incentivo à captação de recursos próprios e ao empreendedorismo. A adesão ao Future-se é voluntária. É importante destacar que a União manterá os recursos destinados às instituições, o que vier a mais com o programa será recurso extra.

    De acordo com o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima, a prorrogação do prazo foi realizada para atender o pedido de reitores das universidades federais de São Carlos, Mato Grosso do Sul, de Lavras, Oeste do Pará. O presidente do Sebrae, Carlos Meles, também pediu que o prazo fosse estendido. Segundo Lima, o Sebrae será um grande parceiro do programa.

    O secretário do MEC defende o diálogo e a apresentação de sugestões das 63 universidades federais brasileiras. Arnaldo destaca que as empresas juniores, instaladas dentro das universidades, também terão prioridade no programa.

    A proposta do MEC com o programa é proporcionar às instituições federais de ensino superior acesso a cerca de R$ 100 bilhões. Os recursos virão do patrimônio da União, de fundos constitucionais, de leis de incentivos fiscais e depósitos à vista, de recursos da cultura e de fundos patrimoniais.

    A consulta - Para participar da consulta, é preciso criar um cadastro com e-mail e CPF na plataforma da consulta pública, que pode ser acessada pelo portal do MEC. Somente os cadastrados podem enviar comentários sobre a proposta. Os interessados precisam preencher um perfil, indicando sua cidade e estado, faixa etária, nível de escolaridade e ocupação

    A consulta pública tem duas etapas. Na primeira, o participante pode escolher três opções a cada capítulo: "totalmente claro", "claro com ressalvas" e "não está claro". Além disso, há espaço para incluir comentários por escrito no fim de cada capítulo. Já na segunda etapa, o participante pode ainda utilizar um campo de texto para fazer comentários gerais sobre o tema e ainda contribuir com propostas.

  • Discussão sobre os caminhos da extensão encerra seminário

    Com um debate sobre as perspectivas da extensão universitária, foi encerrado nesta sexta-feira, dia 24, o 7º Seminário Nacional do Reuni (Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais). Os desafios das relações da universidade com o meio externo foram o tema das discussões.


    O reitor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Targino de Araújo Filho, ao fazer um histórico da extensão na rede federal de educação superior, destacou a criação, em 2003, do Programa de Extensão Universitária (ProExt). “A extensão não deve mais ser vista como uma ação redentora da universidade, mas como uma área que contribuiu, efetivamente, para o cumprimento dos objetivos. O principal deles, a produção e a difusão do conhecimento”, disse.


    Ao fazer um balanço preliminar do Reuni, instituído em 2007, o reitor da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), Renato de Aquino Nunes, avaliou a mudança provocada nas instituições. “A reestruturação proposta não foi apenas acadêmica, mas administrativa e de gestão”, salientou.


    Na avaliação da secretária de educação superior do Ministério da Educação, Maria Paula Bucci, um dos principais desafios da educação superior é a definição de uma nova forma de atuação das universidades federais. “Em todo o mundo, a universidade passa por um momento de profunda reestruturação”, ressaltou. “Está em curso a busca por condições de competitividade, por inserção social e pelo fortalecimento de seus mecanismos de gestão.”


    Na definição do papel assumido pelas universidades, Maria Paula destacou as novas demandas. “Os países perceberam que, na atual sociedade do conhecimento, o diferencial entre as nações será medido a partir da produção de conhecimento”, disse. “A capacidade de estabelecer diálogos sólidos entre os aparatos de desenvolvimento científico e tecnológico e os agentes do meio externo será determinante.”

    Assessoria de Imprensa da Sesu

  • Federais de São João del-Rei e Tocantins têm novos reitores

    O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, empossou esta semana, em Brasília, a reitora da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Valéria Heloisa Kemp, e apresentou o novo reitor da Universidade Federal de Tocantins (UFT), Márcio Antônio da Silveira, empossado em 15 de junho último. Mercadante destacou que ambas as universidades são jovens e ressaltou a importância da expansão com qualidade da educação superior no Brasil.

    “Esse esforço na última década resultou na criação de mais de 250 mil vagas nas universidades e na contratação de 40 mil professores”, disse o ministro. Ele lembrou ainda que estão sendo criadas outras quatro universidades federais e 47 câmpus universitários.

     

    A expansão cumpriu papel importante no desenvolvimento da UFSJ, como destacou a nova reitora. “O processo de expansão deu condições à UFSJ de fortalecer a oferta de cursos nas áreas de engenharias, de saúde e de ciências agrárias; na graduação, na pós-graduação e em seus desdobramentos em pesquisa e inovação tecnológica”, afirmou. Hoje, a UFSJ conta com seis câmpus.

     

    Valéria Heloisa Kemp graduou-se em psicologia pela Universidade Fumec, em Belo Horizonte, tem mestrado em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais e é doutora em psicologia social pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Foi pró-reitora de extensão e vice-reitora da UFSJ.

     

    Empossado em junho, o reitor Márcio Antônio da Silveira, apresentado à comunidade acadêmica durante a solenidade em Brasília, ressaltou a necessidade de se reduzir as assimetrias entre as regiões do país. “As diferenças regionais, hoje, se mostram um obstáculo para o desenvolvimento das universidades da região Norte”, explicou. Silveira disse contar com o apoio do MEC para diminuir as diferenças.

     

    Mestre em genética e melhoramento de plantas e doutor em agronomia pela Universidade Federal de Lavras (Ufla), Silveira atuou como pró-reitor de pesquisa e pós-graduação desde o início das atividades da UFT, em 2004. Ele trabalha há 20 anos com pesquisa no estado. Tem ainda formação na área de agronomia, com ênfase em melhoramento vegetal.


    Assessoria de Comunicação Social

     

     

  • Instituições federais recebem repasse de R$ 345,71 milhões

    Instituições federais vinculadas ao Ministério da Educação receberam R$ 345,71 milhões nesta quinta-feira, 3. O MEC destinou a verba para manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil. A maior parte dos recursos, R$ 254,79 milhões, é voltada às universidades federais, incluindo hospitais universitários.

    No caso da rede federal de educação profissional, científica e tecnológica, o repasse foi de R$ 88,65 milhões. “Estes recursos vão garantir que a rede federal mantenha seu bom funcionamento e a regularidade das aulas e demais atividades desenvolvidas. O dinheiro também servirá ao pagamento de bolsas de assistência estudantil”, disse a subsecretária de Planejamento e Orçamento do MEC, Iara Ferreira Pinheiro.

    O restante da verba, que equivale a R$ 2,27 milhões, foi repassado ao Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), ao Instituto Benjamin Constant (IBC) – ambos com sede no Rio de Janeiro – e à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), sediada em Pernambuco.

    Desde o início do ano, o MEC já repassou R$ 4,4 bilhões para as instituições federais vinculadas à pasta, incluindo o que foi destinado ao pagamento de despesas das universidades e institutos federais, do Ines, do IBC e da Fundaj.

    Assessoria de Comunicação Social 

  • MEC dá posse a reitores do IFTM e da Unipampa

    Deborah Santesso Bonas assume o instituto do Triângulo Mineiro e Roberlaine Ribeiro Jorge ficará à frente da universidade sulista

    Guilherme Pera e Bianca Estrella, do Portal MEC

    O ministro-substituto da Educação, Antonio Paulo Vogel, deu posse nesta quinta-feira, 19 de dezembro, aos reitores do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM), Deborah Santesso Bonnas, e da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Roberlaine Ribeiro Jorge.

    A cerimônia foi realizada na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília. Em seu discurso após empossar os reitores, Vogel destacou que as universidades e institutos não são do MEC, mas de toda a sociedade.

    “Muito importante que as instituições de ensino superior e profissional estejam conectadas com os arranjos produtivos locais, com as vocações regionais para que possam ser efetivas para a comunidade em que estão instaladas. Estou aqui diante de dois bons exemplos”, destacou o ministro-substituto.

    Deborah Santesso Bonas é graduada em agronomia (1987), mestre (1991) e doutora (2002) em ciências dos alimentos pela Universidade Federal de Lavras. É professora nos cursos técnicos, de graduação e pós-graduação lato sensu no campus Uberlândia do IFTM, bem como docente do curso de mestrado profissional em ciência e tecnologia de alimentos no campus Uberaba.

    A nova reitora destacou que é uma grande responsabilidade assumir a gestão de uma instituição como o IFTM, que hoje possui 10 mil alunos em 9 campi. “Estar à frente de uma gestão de educação e uma gestão como a dos institutos federais é motivo de muito orgulho. Fazemos uma educação de muita qualidade e isso só é possível com a valorização dos profissionais da educação”, disse.

    Roberlaine Ribeiro Jorge é graduado em engenharia agrícola pela Universidade Federal de Pelotas (1990), mestre em engenharia de produção (1999) e doutor em recursos hídricos e saneamento ambiental (2013) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Até virar reitor, atuava como diretor do campus Alegrete da universidade sulista.

    Para o novo reitor, a construção de uma universidade melhor se dá por meio de um diálogo propositivo. “A experiência adquirida faz com que a gente saiba das dificuldades, mas ao mesmo tempo, acredite que é possível continuar lutando pela educação, trazendo cada vez mais qualidade”, afirmou.

    19/12/2019 -MEC da posse aos reitores do Instituto Federal do Triângulo Mineiro e Universidade Federal do Pampa

  • MEC destina R$ 273,43 milhões para instituições federais

    O Ministério da Educação liberou nesta semana R$ 273,43 milhões para manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil a instituições federais. Os recursos contemplam universidades federais e a rede federal de educação profissional, científica e tecnológica.

    A maior parte dos valores, R$ 187,56 milhões, foi destinada às universidades federais, incluindo repasses para os hospitais universitários. Já a rede federal de educação profissional, científica e tecnológica recebeu outros R$ 82,47 milhões. O restante, R$ 3,4 milhões, foi repassado ao Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), ao Instituto Benjamin Constant (IBC) e à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

    Desde o início do ano, o MEC repassou mais de R$ 4 bilhões para as instituições federais vinculadas à pasta, incluindo o que foi destinado ao pagamento de despesas das universidades e institutos federais, do Instituto Nacional de Surdos, do Instituto Benjamin Constant e da Fundação Joaquim Nabuco. As instituições têm autonomia para aplicação da verba de acordo com suas necessidades.

    Assessoria de Comunicação Social

  • MEC libera R$ 125 milhões em recursos extras para universidades federais

    Verba deverá ser investida em energia renovável e na conclusão de obras



    A Secretaria de Educação Superior apresentou os dados em coletiva de imprensa no MEC (Foto: Luís Fortes/MEC)


    Bianca Estrella e Dyelle Menezes, do Portal MEC

    Aliar economia de recursos públicos e sustentabilidade. De olho na melhoria das contas públicas ao longo dos próximos anos, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a liberação de R$ 125 milhões em recursos extras para as 63 universidades federais brasileiras investirem em energia limpa e na conclusão de obras que tragam melhoria no ensino, na pesquisa e na extensão dos campi.

    Com a verba “em mãos”, os reitores poderão aplicar o dinheiro da seguinte forma:

    • 65% para aquisição de placas fotovoltaicas;
    • 35% para conclusão de obras que estão paradas ou em andamento.

    O anúncio foi realizado em coletiva de imprensa na sede do MEC, em Brasília, nesta sexta-feira, 29 de novembro. Participaram o ministro da Educação, Abraham Weintraub, o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima, e o reitor da Universidade Federal Rural do Amazonas (UFRA), Marcel Botelho.

    Para transferir o orçamento às instituições, a Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC definiu alguns critérios. Terão acesso a mais recurso as universidades que estiverem melhor classificação em qualidade e desempenho e que sejam mais eficientes, ou seja, que tenham um menor custo por aluno.

    “Tenho dito que nas universidades federais tem muita coisa boa. Estou ao lado do exemplo disso: um reitor que tenta devolver para a sociedade [o dinheiro investido]. O modelo anterior [mais recursos para instituições com mais alunos] concentrava renda”, disse Abraham Weintraub.

    Com isso, o objetivo do MEC é beneficiar universidades que possuam menores condições orçamentárias de realizar esse tipo de investimento e privilegiar o bom trabalho de gestão. “Rejeitamos o assistencialismo sem restrição fiscal e a meritocracia só dos mais ricos. A ideia é premiar o esforço”, explicou Arnaldo Lima.

    A implementação de painéis solares deve gerar uma economia nas contas de energia elétrica de até R$ 25,5 milhões ao ano para as universidades. Isso beneficiará mais de 2 milhões de estudantes do ensino superior público no Brasil, já que são mais incentivos aos estudos dos acadêmicos.

    A medida vai na linha do que o MEC pretende com o Future-se, programa lançado em 17 de julho para aumentar a autonomia financeira das instituições de ensino superior por meio do fomento à captação de recursos próprios e do empreendedorismo. A sustentabilidade financeira e a responsabilidade com o futuro são pilares do projeto.


    29/11/2019 - Coletiva de Imprensa - Novos investimentos para as universidades federais.  Fotos: Luis Fortes/MEC

  • MEC preserva investimento e garante acréscimo no orçamento

    O ministro da Educação, Mendonça Filho, anunciou nesta quinta-feira, 25, que o MEC conseguiu preservar para 2017 os mesmos valores de orçamento das universidades e institutos federais que serão executados em 2016. Garantiu, ainda, um acréscimo de R$ 411 milhões para as universidades e R$ 157 milhões para os institutos no que se refere a despesas de custeio. A informação foi dada em reunião com as diretorias da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).

    “Encontramos o MEC com corte global no orçamento de R$ 6,4 bilhões para 2016. Desse valor, R$ 2,4 bilhões eram referentes a corte nas universidades federais. Conseguimos recuperar R$ 4,7 bilhões no global e R$ 1,2 bilhão para as universidades”, afirmou o ministro, ao destacar o esforço em preservar a execução orçamentária de 2016 para investimento e aumentar o valor para custeio das instituições.

    Durante a audiência com os representantes da Andifes e do Conif, o ministro lembrou que o Brasil atravessa a maior crise financeira dos últimos tempos, que tem comprometido investimentos tanto no setor público quanto no privado. “O esforço do governo Temer é enorme para garantir em 2017 a execução orçamentária deste ano em áreas como a educação”, disse, enfatizando que, com esse volume de recursos, está preservada a manutenção das universidades e institutos. Mendonça Filho ressaltou ainda os investimentos deste ano, que possibilitaram a retomada de obras paralisadas nessas instituições.

    O governo anterior cortou 60% do orçamento de 2016 para investimentos nas universidades e institutos. Com isso, o volume caiu de R$ 1,9 bilhão para R$ 787 milhões. Nos institutos, reduziu de R$ 724 milhões para R$ 296 milhões. Com a recuperação do orçamento global do MEC em R$ 4,7 bilhões, a atual gestão conseguiu resgatar R$ 500 milhões para as universidades e R$ 260 milhões para os institutos investirem. “O nosso compromisso é total com a educação básica, superior e com o ensino tecnológico. Mas, é necessário que esse seja um esforço de todos, para que possamos avançar à medida que a economia do país vá se estabilizando”, declarou o ministro.

    Valores – Os recursos totais que constavam da Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2016 voltados às universidades federais eram de R$ 7,9 bilhões, mas o governo anterior previa um corte de 31%, correspondente a R$ 2,4 bilhões. A nova gestão do MEC conseguiu resgatar R$ 1,2 bilhão. Para os institutos federais, o valor disposto na LOA era de R$ 3,09 bilhões, com corte previsto de 30% pelo governo anterior, o que corresponde a R$ 955 milhões. A atual gestão recuperou R$ 595,3 milhões.

    Assessoria de Comunicação Social

    Assista:

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  • Pesquisa traça perfil de alunos das universidades federais

    Moradia, domínio de línguas estrangeiras, cotas, acesso a atividades culturais e esportivas, idade, raça, cor, etnia e renda estão entre as informações que estudantes que cursam graduação nas 63 universidades federais devem responder na Pesquisa Nacional de Perfil Discente. A pesquisa eletrônica está disponível nos portais de todas as instituições e o prazo final da coleta é 31 deste mês.

    O levantamento de dados sobre os alunos da rede federal, iniciativa do Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (Fonaprace), tem a finalidade de traçar o perfil socioeconômico e cultural dos mais de um milhão de estudantes da graduação pública federal. Desse diagnóstico, segundo o Fonaprace, serão formuladas diretrizes e políticas públicas de atendimento aos universitários e de defesa da educação pública, gratuita com qualidade acadêmica e científica.

    A última pesquisa realizada pelo fórum foi em 2010 e teve a participação de estudantes de 56 instituições federais de ensino superior. Naquele ano, a pesquisa constatou que 43,74% dos alunos das universidades federais pertenciam às classes C, D e E; e que o percentual de estudantes de raça/cor/etnia preta aumentou de 5,9% em 2004 (período da pesquisa anterior) para 8,7%, em 2010.

    O Fórum Nacional, criado em 1987, é composto por pró-reitores, sub-reitores e decanos responsáveis pelos temas comunitários e estudantis das universidades federais. A pesquisa do perfil dos alunos da graduação foi realizada três vezes: em 1996/1997, em 2003/2004 e em 2010.

    Ionice Lorenzoni

    Acesse a pesquisa no portal da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) ou nos portais das universidades.

  • Projeto padrão para obras em universidades é avaliado pelo MEC


    A elaboração de um projeto padrão para obras em universidades federais, tendo como parceiro o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), foi tema de uma reunião, nesta quarta-feira, 11, entre representantes da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC e do Ministério da Defesa. A proposta é criar um modelo a ser seguido, para otimizar tempo e recursos, bem como permitir mais eficiência na fiscalização das construções universitárias.

    “O ITA deve apoiar em duas frentes especificas. A primeira é ajudar a elaborar o projeto padrão de construção dos módulos universitários, com manuais, todo padronizado. O outro eixo dessa parceria é estabelecer um modelo de gerenciamento das obras já existentes”, disse o coordenador-geral de Planejamento e Orçamento das Instituições Federais de Ensino, Weber Gomes de Souza. Segundo ele, a intenção é contratar um projeto em uma das universidades federais brasileiras que servirá como protótipo para monitoramento e acompanhamento das demais obras.

    “O projeto padrão que o MEC propõe agora está na fase de anteprojeto arquitetônico e necessita das disciplinas complementares para ser licitado e executado. O ITA tem uma experiência na fiscalização de obras públicas; foi montada uma comissão de obras para tratar exclusivamente dessas obras”, explicou o presidente da Comissão de Obras do Departamento de Ciências e Tecnologia Aeroespacial, coronal Steven Meier. O projeto deve ficar pronto e disponível às redes federais até o final do ano que vem.

    O ITA é uma instituição universitária pública ligada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Comando da Aeronáutica.

    Assessoria de Comunicação Social

     

  • Reitores das federais do Rio de Janeiro reafirmam apoio

    As quatro universidades federais do Rio de Janeiro utilizam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em seus processos seletivos de estudantes. As instituições fazem parte do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

    O reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Aloísio Teixeira, acredita que a possibilidade de utilizar o Enem como forma de ingresso nas instituições públicas de educação superior é uma conquista para as universidades e para o país. “O antigo mecanismo de vestibular era excludente, ao contrário do exame unificado”, destaca Teixeira. Este é o primeiro ano em que a UFRJ entra no Sisu, com 40% das vagas e mais 20% que aliam o Enem a políticas afirmativas voltadas para alunos oriundos de escolas públicas.

    Na visão de Roberto Salles, reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), a ocorrência de erros gráficos em algumas provas aplicadas no último fim de semana não ameaça o processo de implantação do novo Enem. “Os vestibulares tradicionais atraem, em média, 50 mil pessoas e o Enem movimentou 4,6 milhões de candidatos. Dentro desse volume de provas rodadas é natural que haja um ou outro problema pontual, o que não coloca em risco a credibilidade do sistema”, avalia.

    “Houve, sim, um erro. Mas, em hipótese alguma, compromete a confiabilidade do Enem”, acrescenta o reitor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Ricardo Miranda. Ele lembra que o modelo do exame é consagrado internacionalmente, utilizado em diversos países. “Permite que provas com o mesmo nível de dificuldade sejam feitas em momentos diferentes e sejam comparáveis no tempo.”

    Para Malvina Tuttman, reitora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), o Enem se destaca como instrumento importante de acesso para todos os jovens que desejam entrar na universidade. “Na Unirio, continuaremos defendendo a forma democrática de acesso à educação superior. Isso torna a instituição mais plural e respeitosa.”

    Mobilidade estudantil – Na primeira edição do Sisu, realizada no primeiro semestre deste ano, 5.189 candidatos do Rio de Janeiro se matricularam em instituições participantes do sistema. Desses, 4.754 efetuaram a matrícula em instituições do próprio estado e 435 em instituições de outros estados, o que representa uma mobilidade de 8,38%.

    A média nacional de mobilidade foi de 25,02%. O Sisu do primeiro semestre selecionou candidatos às 47 mil vagas em instituições públicas de ensino superior – universidades federais e estaduais e institutos federais de educação, ciência e tecnologia.

    Veja nota do reitor da Universidade Federal Fluminense sobre o Enem.

    Assessoria de Comunicação Social
  • Unifesp inaugura instalações em São José dos Campos

    A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) inaugurou nesta sexta-feira, 13, as novas instalações do Campus de São José dos Campos. O ministro Fernando Haddad participou da cerimônia de inauguração acompanhado do reitor da universidade, Walter Manna Albertoni.

    Na nova estrutura, cedida pela Prefeitura do município, funcionará o Instituto de Ciências e Tecnologia do campus. O espaço, com quatro mil metros quadrados, abrigará 12 novas salas de aula, 40 salas de professores, secretaria acadêmica, biblioteca, auditório e dois laboratórios de informática.

    Na ocasião, também foi inaugurado o Centro de Convivência Estudantil, que contará com infraestrutura com sala de jogos e de TV, além de abrigar Centro Acadêmico e Atlético da Instituição.

    Com a inauguração do novo prédio, as antigas instalações cederão espaço para outros quatro laboratórios de Física, Química, Biologia e Redes de Sistemas Distribuídos, além do restaurante universitário.

    Atualmente, o Campus São José dos Campos atende 434 alunos distribuídos entre os cursos de Ciência da Computação e Matemática Computacional. Até o final de 2014, a previsão da universidade é chegar a 1.500 alunos.

    Para o ingresso em 2011, a Unifesp selecionará pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) os candidatos às 150 novas vagas em três novos cursos de graduação em São José dos Campos: Bacharelado em Ciência e Tecnologia, Bacharelado em Engenharia de Materiais e Bacharelado em Engenharia Biomédica.

    Para os próximos três anos, a universidade trabalha para a implantação de dois novos Bacharelados em Engenharia de Energia e Engenharia de Controle e Automação.

    Criado em 2007, no âmbito do Programa Reuni, o campus de São José dos Campos é voltado para a área de ciência e tecnologia e contribui para o desenvolvimento regional do Vale do Paraíba, região em que está localizado.

    Unifesp - Criada em 1933 como Escola Paulista de Medicina, a instituição foi federalizada em 1994 se transformando na Universidade Federal de São Paulo. A partir de 2005, com os programas Expansão e Reuni, a Unifesp iniciou seu projeto de expansão com a criação dos campi da Baixada Santista, de Guarulhos, de Diadema e de São José dos Campos.

    A oferta de cursos passou de cinco para 28 cursos de graduação, expandindo a atuação da universidade para além da área da saúde. Atualmente, são ofertados cursos nas áreas de Humanas (Guarulhos), Exatas (São José dos Campos) e Biológicas (Diadema).

    A Unifesp conta com 6.442 alunos matriculados nos cursos de Graduação, além de 3.342 discentes nos cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu (Doutorado, Mestrado e Mestrado Profissionalizante), outros 6.296 na Pós- Graduação Lato Sensu (Especialização e Aperfeiçoamento) e ainda 800 alunos no maior programa de residência médica do Brasil. A instituição tem em seu quadro 935 docentes, sendo que 94,2% possuem doutorado.

    Assessoria de Imprensa da Sesu





  • Universidade Federal do Pampa forma a sua primeira turma

    Uruguaiana (RS)– A Universidade Federal do Pampa (Unipampa) forma nesta sexta-feira (27) a sua primeira turma. Os formandos são do Curso de Enfermagem do Campus Uruguaiana. A cerimônia ocorre no Ginásio de esportes do campus as 19h.

    A Unipampa tem campus em dez municípios da região sul do estado e faz parte do programa de expansão das universidades federais do Ministério da Educação. Um Acordo de Cooperação Técnica financiado entre o MEC, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Federal de Pelotas (UFPel), prevê a ampliação do ensino superior na metade sul do estado do Rio Grande do Sul.

    A coordenadora do curso, professora Karina Hammerschmidt, destaca o fato de ser a primeira colação de grau da história da Universidade. “Esta primeira turma teve muitos percalços em toda a sua formação e isso mostrou a perseverança, a competência, a responsabilidade e a coragem do grupo em aceitar todos os desafios que foram postos e de realmente vencer e chegar a essa etapa final com uma vitória de muito valor”.

    As futuras enfermeiras Luana de Oliveira Severo e Naiara Oliveira dos Santos ressaltam o esforço que realizaram para perseguir o seu projeto profissional. “É uma coisa que a gente não consegue explicar. Nesses quatro anos a gente aprendeu muitas coisas, e estamos aí para o que der e vier”, disse Naiara.

    A colega Luana ressaltou a ligação de sua trajetória com a da universidade. “Estamos na reta final da graduação. Foram quatro anos que nós passamos arduamente, conquistando todos os espaços dentro da Unipampa e crescendo juntamente com ela”.

    Assessoria de Comunicação da Unipampa

  • Universidade Federal inaugura anexo no Rio Grande do Sul

    Porto Alegre - O ministro da Educação, Fernando Haddad, o ministro da Justiça, Tarso Genro e a reitora, Miriam da Costa Oliveira participaram nesta sexta-feira (18) da inauguração do Anexo 2 da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), na capital gaúcha.

    Em seu discurso, Haddad citou a importância da transformação da faculdade em universidade e a ampliação do número de cursos. “A Faculdade que já era uma referência na área de medicina, passou a ser também em toda a área de saúde, com a ampliação de um para sete cursos”. O ministro destacou também a decisão da universidade de fazer todo o ingresso dos alunos pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

    A universidade foi criada em janeiro de 2008, por meio de um decreto federal, em substituição a Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre. A antiga Faculdade de Ciências Médicas foi construída na década de 60 e tinha apenas um curso até 2003, o de medicina.

    Atualmente, a UFCSPA tem 7 cursos de graduação e no ano que vem terá mais um, totalizando 8 cursos. Estão em funcionamento os cursos de medicina, biomedicina, nutrição, fonoaudiologia, psicologia, enfermagem e fisioterapia. Em 2010, começará o curso de farmácia. A universidade também tem formação em pós-graduação lato sensu e stricto sensu e em residência médica.

    A obra do prédio do anexo 2 começou em 2005 e tem uma área de 8,7 mil metros quadrados distribuídos em 9 andares, estacionamento para 107 automóveis, auditório para 200 pessoas, 20 consultórios para atendimento à comunidade, 4 salas de aula, 4 laboratórios, 1 laboratório de informática, cozinha experimental, sala de preparação física e restaurante.

    Além do novo anexo, a universidade também ampliou o edifício da reitoria que ganhou um sexto pavimento para abrigar salas de aulas, salas de direção dos cursos de graduação, salas de reuniões e salas de apoio.

    Assessoria de Comunicação Social do MEC
  • Universidades federais investem em projetos inovadores

    A criação de quatro novas universidades federais – Uniam, UFFS, Unila e Unilab – corresponde à terceira etapa do programa de expansão das universidades federais iniciado em 2004. A primeira fase desse processo foi a expansão para o interior do país com abertura de novos campus; a segunda, com o Reuni, foi a expansão com reestruturação das instituições; e a terceira etapa é de expansão com integração.

    Rodrigo Ramalho Filho, coordenador desse processo na Secretaria de Educação Superior do MEC, explica que a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) integra uma região comum de fronteira dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, e seus cursos valorizam as vocações do campo. A Universidade Federal da Integração Amazônica (Uniam) vai qualificar recursos humanos para trabalhar questões específicas da região Norte do país.

    As universidades federais da Integração Latino-Americana (Unila) e Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) são espaços de integração do Brasil com nações da América Latina, África e Ásia. Nesse caso, as duas instituições terão 50% dos alunos e 50% dos professores brasileiros e a outra metade de estrangeiros.

    As inovações também estão presentes nos desenhos acadêmicos. Na Uniam, por exemplo, o aluno ingressa em um dos cinco institutos e só depois de cursar alguns semestres faz a opção pelo curso. Esse modelo, diz o professor Rodrigo Ramalho Filho, permite ao estudante fazer uma escolha mais próxima da sua vocação e interesse e reduz a evasão na universidade.

    A Unilab também é inovadora. Estudantes brasileiros e estrangeiros poderão residir no campus da universidade em Redenção, região metropolitana de Fortaleza, no Ceará. Todos os cursos serão presenciais, mas os alunos estrangeiros terão que fazer o último ano do curso ou o estágio profissional no país de origem. Segundo o coordenador de expansão e gestão das universidades federais, quando o país de origem do aluno tiver uma universidade pública, ele fará o estágio sob supervisão da instituição onde também receberá o certificado. Onde isso não for possível, outra instituição governamental ou organismo internacional terá esse papel.

    O objetivo do governo brasileiro é abrir oportunidades de formação a esses estudantes para que, ao retornarem aos seus países, contribuam com o desenvolvimento e a integração.

    Ionice Lorenzoni

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    Integração começa em quatro novas universidades federais

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